O que faltou na padronização de plugues e tomadas no Brasil

O Colaborador – Gerhard Enrich Boeme, nos enviou este e-mail com algumas considerações a respeito da padronização de tomadas e plugues no Brasil, que são pertinentes, pois ele não critica o padrão adotado, mas faz considerações a cerca de falhas no sistema de transição que coloca em risco os usuários de eletricidade. Com a devida autorização do Sr. Gerhard, decidimos publicar na íntegra o texto para que todos possa avaliar, tirar suas próprias conclusões e fazer seus comentários.

Com a palavra o nosso Ministro do Estado do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que acumula as responsabilidades como Presidente do Cometro.

No texto abaixo, no qual entendo deve ser lido, debatido, criticado e divulgado, apresento um cenário que somente se verifica em uma guerra, são mortos, uma infinidade de pessoas acidentadas, muitas com sequelas que chegam as mutilações e residências e locais de trabalho destruídos pelos incêndios. Dentre as principais vítimas temos os jovens e as crianças. Dentro desta realidade não podemos ficar inertes, muito deve ser feito, em especial por parte dos servidores públicos presentes no 1º Setor, com destaque às lideranças, como a do Excelentíssimo Ministro de Estado do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, do Presidente do INMETRO e tantos outros que direta ou indiretamente podem ser apontados como responsáveis por esta tragédia brasileira.

Pior é que como a escalada da violência (de responsabilidade primária do Palácio do Planalto e do Ministério da Justiça), a escalada das drogas (… do Ministério das Relações Exteriores) e a escalada dos acidentes de trânsito (… do Ministério das Cidades e… do Ministério dos Transportes) e de trabalho (… do Ministério do Trabalho e Emprego), temos mais uma contribuição significativa que compromete os recursos destinados à Saúde no Brasil, esta agora de responsabilidade primária do MDIC, já que recursos devem ser canalizados para o atendimento das vítimas de mais um descaso da administração pública federal.

A realidade é que temos um cenário de guerra no Brasil, muito se deve às políticas desenvolvidas, ou melhor, não desenvolvidas por parte do Governo Federal, onde uma ideologia se coloca a frente das necessidades da população, há qual cada dia mais se vê vítima da violência, isso enquanto idiotas tentam reescrever a história e administrar o país com base no espelho retrovisor, ou estou errado?

Segundo a Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel), em 2012 ocorreram 232 acidentes fatais com crianças  (de 0 a 14 anos de idade), que poderiam ser evitados se fossem utilizadas alternativas simples como a proteção infantil para tomadas residenciais. E a esse número devemos somar as crianças que sofreram traumas, sequelas e principalmente, as que saíram mutiladas: www.drauziovarella.com.br/letras/c/choques-eletricos/. Esta é apenas uma pequena, embora não seja trágica, amostra da violência que caracteriza hoje o Brasil. E não é sem razão que temos hoje uma das sociedades mais violentas do mundo:

a) 14 das 50 cidades mais violentas do mundo estão no Brasil e Curitiba é uma delas, uma cidade que no início desse século era tida como uma das com a melhor qualidade de vida. É onde se concentra a maioria dos descendentes de alemães.

b) Tivemos nos últimos 30 anos mais de 1 milhão de homicídios   e o crescimento é exponencial.

c)  Em 2012 tivemos mais de 200 mil vítimas fatais devido a violência  , onde a impunidade se faz presente, seja em termos de IHA, acidentes de trânsito e acidentes de trabalho, é um número que produz mais mortes e torturados em apenas um único dia que em todo o período do regime militar, mas que por parte das ações tomadas no período, a ênfase e articulação política, em especial no âmbito dos direitos humanos, para o período de nossa história de 1964-1985 que para a realidade atual, a gestão foi no sentido de se administrar o país com base no espelho retrovisor, ou como era dito por uma dos mais importantes brasileiros, com a lanterna na popa.

d) O custo da violência supera 5% de nosso PIB, isso segundo estudos desatualizados realizados pelo IPEA, eu estimo em mais de 10% e apresento razões. Esta questão é preocupante, pois termos dois grandes mega eventos programados, mas se considerarmos o potencial da indústria do turismo, vemos que a violência é de longe um dos principais motivos que afastam investidores no Brasil e que assusta os turistas, muito embora poderia ser o turismo uma das principais indústrias no campo de geração de emprego, riqueza e renda.

e) O medo é hoje uma constante dos brasileiros, o custo do medo levou os brasileiros a realizarem um gasto com sistemas eletrônicos de segurança superior a US$ 2 bilhões, mais que R$ 4 bilhões em 2012. Isso segundo a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança. Mas este valor é muito subestimado, pois a maior parte do investimento é feito através de equipamentos adquiridos legalmente e ilegalmente no exterior.

f) O Brasil é hoje o país onde circulam o maior número de veículos blindados no mundo, isso de acordo com as informações divulgadas pela Associação Brasileira de Blindagens (Abrablin), isso mesmo, já existe até uma associação do setor. De acordo com especialistas em segurança, o total de veículos com esse tipo de proteção é tão grande que se tornou um indicador para aferir o grau de criminalidade nacional. Quanto maior ele for, pior estará o Brasil nesse campo – até porque seu crescimento tem acompanhado o de alguns dos mais perversos crimes praticados no país. E vale lembrar que o custo com a blindagem é hoje superior a R$ 50 mil.

g) Cada 5 minutos uma mulher é violentada no Brasil, muitas são mortas. Temos uma secretaria de Estado voltada a questão, mas que não tem conseguido alterar a triste realidade, temos uma CPMI em andamento no Congresso, o que não é divulgado e que mesmo com ela tivemos pouca evolução.

h) E somos um dos campeões de estupro. O Brasil é uma nação estuprada. Os números oficiais de estupros cometidos no Brasil são um mistério. Em uma pesquisa você vai encontrar que “a cada 12 minutos uma mulher é estuprada no Brasil”. Portanto, seria um número consideravelmente alto. Talvez os números não sejam divulgados para que as vítimas não sejam rotuladas como estatísticas ou para não espalhar pânico, haja vista que nenhuma medida definitiva é tomada para ao menos inibir os estupradores.

O brasileiro está anestesiado frente tamanha violência, não se dá conta que nos telejornais mais de um terço das notícias são sobre a violência no Brasil, onde até mesmo uma novela retratou um dos tristes casos de violência, que levaram o termo “brasileirinha” ser sinônimo de prostituta em muitas cidades de Portugal, Espanha, Itália, etc. Enquanto isso, em 2008, o nosso ministro das relações exteriores se indignava quanto ao fato de brasileiras serem barradas quando pretendiam entrar na Espanha:

A novela “Salve Jorge” mostrou claramente a razão das deportações.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u379842.shtml

“É certo que só quem gosta de mudança é a Lusitana, mas devemos dar atenção a esta questão, pois introduzimos um risco em nossas casas e estamos expondo a um acidente os que mais amamos”. (Gerhard Erich Boehme).

Criou-se no Brasil uma polêmica enorme sobre esta questão dos plugues e tomadas. Muitos são da opinião que foi mais uma forma de se arrancar mais dinheiro do consumidor. Muito se fala sobre o aumento nos custos, em especial dos consumidores, já que todos os custos de produção foram e serão a eles repassados, assim como ocorre os impostos. Seguramente faltou uma maior participação da sociedade na questão. Mas agora temos um grande e grave problema em curso, o qual não foi avaliado corretamente pelos especialistas e por parte de nossas autoridades: o período de adaptação, ou de conversão.

Como engenheiro, especialista em engenharia da qualidade e especialista em administração e conservação de energia poderia discursar sobre as vantagens da padronização, teria todos os argumentos do mundo a favor da nova padronização de plugues e tomadas para o mercado brasileiro, mas destaco duas vantagens principais: a) irá permitir a diminuição de perdas de energia e b) irá aumentar a segurança do consumidor e das instalações, pois com o novo modelo passamos a ter um terminal que se ajusta de forma perfeita, facilitando a condução da corrente elétrica, evitando o faiscamento, o aquecimento e o risco de curto-circuito e até mesmo incêndio.

Ocorre, porém que estamos dentro de um período de adaptação, e a sociedade não está sendo informada sobre como proceder corretamente, como também os nossos empreendedores, os que atuam no ramo da manutenção de equipamentos e instalações elétricas não estão sabendo aproveitar a oportunidade que o mercado nos apresenta face a esta situação e assim apresentar como um dos serviços a substituição de plugues com o uso de equipamentos seguros.

Como perito criminal e engenheiro de segurança do trabalho entendo que esta questão é hoje uma grave ameaça aos brasileiros, uma fonte de risco enorme que foi trazida para dentro de casa e do local de trabalho. O brasileiro está se expondo a um risco que não foi avaliado pelos especialistas envolvidos e pelas nossas autoridades e que requer por parte deles, e da mídia em geral, um esforço no sentido de esclarecer qual a melhor forma de proceder e a urgência para que o faça.

Antes de se introduzir esta mudança a realidade era tal que os modelos comercializados no Brasil permitiam o acesso pelo usuário a partes vivas, devido a possibilidade de serem inseridos parcialmente ou unipolarmente.

Se padrão foi criado, acima de tudo, para dar mais segurança ao consumidor, ao diminuir a possibilidade de choques elétricos, incêndios e mortes, isso não está ocorrendo, pois o que vemos é o brasileiro se adaptando, gambiarrando, e neste cenário de adaptação o que temos são as gambiarras de todos os tipos. Para se fazer a conexão adquire-se adaptadores, os quais não concorrem para a diminuição de perdas de energia e o que é pior, estão criando situações onde se compromete a segurança do usuário e de seus familiares e das instalações.

Se nos últimos dez anos antes do novo padrão, o DataSUS registrou 13.776 internações com 379 óbitos e mais 15.418 mortes imediatas decorrentes de acidentes relativos à exposição a correntes elétricas em residências, escolas, asilos e locais de trabalho, agora o que temos é um aumento no número de acidentes e mortes, como também uma das causas de incêndio, resultado das adaptações ou improvisações realizadas sem conhecimento técnico necessário.

As maiores vítimas

Neste novo cenário de tragédia, são as crianças e os jovens as maiores vítimas. Ocorre que elas fazem uso, a cada dia mais e mais, de equipamentos elétricos que necessitam de plugues e tomadas para que possam funcionar ou carregar suas baterias, mas os pais ou responsáveis não estão dando a devida atenção ao risco a que elas estão sendo expostas. Se elas não conseguem fazer a conexão, o primeiro impulso é tentar encontrar dentro de casa um “adaptador” que possa atender as suas necessidades, assim criando uma situação que agrava o risco. Assim hoje o choque elétrico é a terceira maior causa de morte de crianças e jovens no Brasil.

Se no primeiro momento se pensou que com o novo modelo estaríamos reduzindo o risco de choque elétrico a quem estiver manipulando os plugues, além de permitir a inserção de vários modelos de plugues conectados a equipamentos de diferentes tensões e correntes, o que pode ocasionar danos aos equipamentos e às instalações elétricas, provocando mau contato e aquecimento elétrico e resultando em perdas de energia, não se pensou no segundo momento, o de transição e esta deve durar ainda alguns anos, ou mesmo décadas se não nos mobilizarmos.

Qual a família que irá se desfazer do equipamento atual só porque o plugue não se encaixa direito na tomada? Nenhuma. Irá partir para as adaptações. Essa á a realidade.

E nem todos os produtos colocados no mercado estão adaptados ao novo modelo. Infelizmente temos uma infinidade de equipamentos não adaptados ao novo modelo sendo introduzidos no Brasil, seja por contrabando, vindo na bagagem de uma viagem internacional ou pela fronteira, ou pela importação direta, ou ainda sendo produzido de forma ilegal. É uma triste realidade.

A intensão foi boa, mas o cenário atual é de guerra.

Produz os efeitos de uma guerra. Mortos, feridos e imóveis destruídos.

Se na busca pelo aperfeiçoamento do programa de certificação destes produtos, foi adotada a padronização brasileira de plugues e tomadas, não nos preparamos para o período de adaptação.

Tivemos o Inmetro trabalhando de forma exemplar com o setor produtivo e a sociedade organizada na regulamentação específica de plugues e tomada para uso doméstico e assim assegurando a implementação da norma NBR 14136, agora na versão ABNT NBR 14136:2012 Versão Corrigida:2013, publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.

Com essa norma, os ensaios de segurança elétrica estão sendo atendidos. Mas o alcance está restrito aos que adquirem os novos produtos brasileiros, produzidos e comercializados legalmente, o que não alcança, infelizmente, dois terços da totalidade.

Como administrador entendo que ainda nos falta uma boa gestão sobre esta questão, se por um lado a padronização, além de proteger ainda mais o cidadão e assegurar a eficiência energética, propicia a concorrência justa da indústria nacional e a torna mais competitiva no comércio globalizado, por outro está expondo o brasileiro a uma situação maior de risco, em especial as crianças e os jovens, agora cada dia mais conectados, não apenas ao mundo, mas também às tomadas, quando em contato com os plugues, as tomadas fixas ou móveis, os cordões conectores, os cordões prolongadores e os cordões de alimentação que não se adaptam.

O que falta ser feito?

No meu entender falta a gestão e a tomada de ações fundamentais a serem desenvolvidas:

1. Impedir ou intensificar a fiscalização para que não sejam comercializados no Brasil equipamentos com adaptadores, em especial os chingling que hoje invadem o mercado brasileiro.

2. Restringir, ou mesmo impedir, a produção e comercialização de adaptadores. Nota: se permitida a venda esta deveria se dar com a obrigatoriedade de uma etiqueta de advertência e principalmente com a advertência do perigo impressa quanto ao uso da mesma.

3. Criar e divulgar uma rede nacional de empresas autorizadas a procederem a substituição de plugues, permitindo assim que tenhamos um local, preferencialmente perto de casa, onde pode ser retirado o plugue obsoleto e introduzido um novo que esteja em conformidade com o novo padrão brasileiro, sem que se recorra a alternativa de adquirir um plugue desmontável e proceder a troca sem o conhecimento e a habilidade necessária.

4. Orientar o consumidor, isso feito também pelas empresas de assistência técnica ou de prestação de serviços de garantia, para proceder a substituição do plugue, ou que elas, as empresas de assistência técnica ou de prestação de serviços de garantia, forneçam o serviço.

5. Promover a conscientização de toda a sociedade brasileira para os riscos, em especial nas escolas, o que pode ser feito nas matérias de física ou correlata.

6. Permitir que seja disponibilizada gratuitamente a norma ABNT NBR 14136: 2013 atualmente comercializada pela ABNT pelo valor de R$ 90,90.

7. Produzir e distribuir, assim como é feito com as camisinhas por parte do governo, a distribuição de cartilhas e dispositivos – plugue cego, também conhecido como bebê seguro – para toda a população.

E vale lembrar que segundo a Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel), em 2012 ocorreram 232 acidentes fatais com crianças (de 0 a 14 anos de idade), que poderiam ser evitados se fossem utilizadas alternativas simples como a proteção infantil para tomadas residenciais. Por isso precisamos nos prevenir para evitar que fatalidades ocorram. E o uso deste tipo de proteção tem também o caráter educativo, nos fazem lembrar que o uso da eletricidade oferece riscos.

E como professor e consultor, vejo como fundamental não apenas um amplo processo de conscientização e educação, mas que a partir do 1º Setor tenhamos:

8. O governo, nos três níveis (federal, estadual e municipal), desonerando seletivamente a produção e comercialização de plugues e tomadas por um prazo determinado, até que se possa proceder a substituição de todos os equipamentos hoje existentes nas residências oferecendo risco à população, bem como, em paralelo, proceder uma ampla campanha de educação e conscientização.

A padronização foi tornada obrigatória em portaria do Inmetro publicada em 2000 e desde julho de 2011 já não é mais permitida a venda de plugues fora do padrão, mas a realidade é triste, foi desconsiderado o risco na adaptação dos equipamentos adquiridos anteriormente e a falta conscientização para que não se façam gambiarras para o uso de produtos, entre outros, os adquiridos no exterior ou diretamente importados. E deve ser considerado que temos ainda os produtos contrabandeados, infelizmente largamente comercializados no Brasil e os que aqui são produzidos ilegalmente, não observando os requisitos da norma ABNT NBR 14136: 2013.

Entendo que a prevenção é a principal saída para a problemática dos acidentes, mas esta ainda permanece como um desafio.

A prevenção não é encarada como prioridade no País.

Muitas vezes é necessário que os problemas ocorram – dengue, AIDS, alagamentos, drogas – para só depois se rever os prejuízos. Marca o brasileiro como profundo adepto da cultura da lombada.

Além disso, o acidente nem sempre é notificado e tratado como tal, gerando ainda mais obstáculos na busca de soluções. No pronto-socorro não é questionado se o choque que produziu a ferimentos foi resultante de uma adaptação ou se as instalações estavam em conformidade com a ABNT NBR 14136:2013.

Com a conscientização da sociedade, pelo menos 90% dos acidentes poderiam ser evitados com atitudes preventivas, como:

• Ações Educativas;

• Modificações no meio ambiente – substituição das tomadas antigas e instalações improvisadas;

• Modificações nos equipamentos – substituição dos plugues;

• Instalação dos plugues cegos (bebê seguro) nas tomadas ou a instalação de que podem estar ao alcance de crianças, em especial dos bebezinhos que estão dando os primeiros passos e conhecendo o mundo com suas mãozinhas.

• Criação e cumprimento de legislação e regulamentação específicas, com destaque ao uso da norma NBR 14136, publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.

Considerações: Sabemos que os acidentes elétricos causam mortes, acidentes, mutilam e reduzem a capacidade física das pessoas, ela igualmente está entre as primeiras como causa de mortes relacionadas com o trabalho. No Brasil, por força de lei os proprietários de edifícios e instalações, devem implantar programas de segurança elétrica que protejam os trabalhadores. Mas não é só na indústria que o acidente elétrico é uma ameaça, ainda mais agora com as adaptações, o risco existe dentro de casa e no local de trabalho.

Neste sentido é fundamental que pais e responsáveis e bons gestores venham a realizar a) a avaliação da instalação: orientação sobre como melhorar a rede elétrica e garantir a segurança; b) fazer um levantamento ou mesmo uma auditoria de eficiência energética visando a identificação de áreas em que é possível economizar custos de modo a minimizar o desperdício de energia, mesmo que seja pequena ou imperceptível, como nas conexões elétricas, que podem ser identificadas pelo aquecimento; c) consultar os profissionais com a competência necessária para possamos atender suas recomendações sobre como melhorar a infraestrutura elétrica da instalação para atender aos objetivos de desempenho e segurança desejados; e d) promover a atualização tecnológica, substituindo componentes, equipamentos e instalações que possam ser mais eficientes e seguros.

E para quem não sabe diferenciar os termos eficiência e eficácia, fica a minha sugestão, pois eficiência, entendo que refere-se à capacidade de executar corretamente uma determinada tarefa com o melhor aproveitamento (otimização) dos recursos disponíveis. “É fazer certo a coisa”. Isso não quer dizer que a coisa é certa.

Eficiência: Relação entre o resultado alcançado e os recursos usados, segundo a ABNT NBR ISO 9001:2005 Sistemas de gestão da qualidade – Fundamentos e vocabulário, norma que não deve ser confundida com a ISO 9001, que apresenta requisitos.

Já a eficácia, entendo que refere-se à capacidade de executar uma determinada tarefa de maneira a atingir os objetivos estabelecidos. “É fazer a coisa certa”.

Eficácia: Extensão na qual as atividades planejadas são realizadas e os resultados planejados alcançados (ABNT NBR ISO 9001:2005).

Veja também:

http://www.inmetro.gov.br/qualidade/pluguestomadas/

http://criancasegura.org.br/page/dados-sobre-acidentes

http://www.inmetro.gov.br/legislacao/resc/pdf/RESC000229.pdf

http://www.ricardomattos.com/plugues_tomadas.html

Fonte: www.abracopel.org.br

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