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A luminária que engana a sua visão

É quase impossível notar na primeira vez, mas esse tipo de luminária de LED super achatada não forma uma sombra. Usando a mesma ciência por trás da fibra ótica, o que acontece é uma incrível ilusão de ótica. Esses objetos surpreendentes foram criados pelo estúdio israelense Studio Cheba e são uma versão atualizada de um design anterior do estúdio.

A Bulbing Lamp original, como foi batizada, está a venda na MoMA Store, mas essa nova versão está apenas começando no início do seu projeto. O estúdio iniciou no Kickstarter uma campanha para arrecadar cerca de US$ 23.000 para tornar o objeto uma realidade. Porém, até então, o valor já foi ultrapassado: eles já receberam mais de US$ 41.000!

Tomando como base um truque da física conhecido como reflexão total, as sombras dessas três luminárias diferentes foram feitas com papel acrílico trabalhado à laser em ângulos que criam a ilusão de profundidade. Quando é iluminada de lado, essas linhas brilham e criam a aparência de uma luminária 3D.

Se interessou? Quer uma luminária dessa na sua estante? Não é impossível. Pelo contrário, é até bem simples. Você pode adquiri-las pela campanha do Kickstarter por preços que vão, dependendo do modelo, de US$ 65 a US$ 70. A empresa pede um prazo de entrega para janeiro do ano que vem, o que é um prazo razoável quando se leva em conta os processos de design e produção destas luminárias. Para nossa alegria, a campanha também entrega as luminárias em todo o mundo, inclusive no Brasil por cerca de US$ 15 adicionais.

FONTE: Gizmodo

Cobre é substituído por nanotecido em motores elétricos

Primeiro motor elétrico do mundo feito de “pano” é construído por engenheiros finlandeses. O material têxtil em questão é o tecido com fios de nanotubos de carbono. Não entendeu nada? Vamos tentar simplificar para você: tecido de nanotubos conduzem eletricidade com grande eficiência e são bons para substituir os fios de cobre usados habitualmente nos enrolamentos dos motores elétricos.

O projeto ainda está no seu início. Seu protótipo tem uma potência de 40 W, gira a 15.000 rpm e tem uma eficiência de quase 70%. Se as fibras de nanotubos de carbono puderem ser produzidas em larga escala, os pesquisadores acreditam que essa nova tecnologia poderá revolucionar toda a indústria, melhorando o desempenho e a eficiência energética de uma grande gama de equipamentos elétricos.

Redução das perdas elétricas

O professor Juha Pyrhönen, da Universidade de Tecnologia de Lappeenranta, na Finlândia afirma que “Se mantivermos inalterados os parâmetros de projeto dos motores elétricos, e apenas substituirmos o cobre pelos tecidos de fios de nanotubos, é possível reduzir as perdas nos enrolamentos para a metade do que ocorre hoje.”

“Os fios de nanotubos de carbono são significativamente mais leves do que o cobre, de modo que as dimensões e massas [dos motores] podem ser reduzidas. Além disso, os motores poderiam ser usados em temperaturas significativamente mais elevadas do que os atuais,” completa ele.

Apesar de possuir uma excelente condutividade elétrica do cobre, uma grande parte das perdas elétricas ocorre justamente nos enrolamentos dos motores. Os fios de nanotubos de carbono ainda não têm um limite superior definido de condutividade.

Tecidos de nanotubos

O “motor elétrico de pano” utiliza fios de nanotubos de carbono fiados e convertidos em uma fita pela empresa nipo-holandesa Teijin Aramid, que desenvolveu a tecnologia de fiação em colaboração com a Universidade de Rice, nos EUA.

As aplicações industriais do novo material ainda estão em desenvolvimento. Para que elas cheguem a seu ápice é necessário ampliar a capacidade de produção dos tecidos de nanotubos e melhorar o desempenho dos fios de nanotubos. Pequisas já estão sendo feitas nesse sentido.

FONTE: www.institutodeengenharia.org.br

Entenda como os astronautas tomam banho no espaço

Quando questionados sobre a vida no espaço a resposta é quase unânime.A maioria das pessoas acredita que a sensação de estar no espaço deve ser incrível. Mas para os astronautas, que vão em missões de meses, há a necessidade de criar uma rotina, e isso inclui a higiene.

O primeiro ponto a ser esclarecido é que, independentemente de quanto tempo eles tenham que ficar em missão, os astronautas não tomam banho no espaço. O autor de The Ordinary Spaceman, Clayton C. Anderson, passou 152 dias na Estação Espacial Internacional e conta que, em vez de chuveiros, a limpeza corporal é feita com toalhas umedecidas.

O local para ser a área apropriada para a higiene foi estipulado pela própria tripulação. Atividades como escovar os dentes, lavar os cabelos, “tomar banho” e fazer a barba eram todas realizadas em um mesmo lugar.

Segundo os relatos de Anderson, os astronautas utilizavam uma toalha umedecida russa. Esta podia ser usada por até três dias e às vezes era necessário injetar um pouco mais de água nela. Depois de usá-la de vez, era necessário anexá-la nas paredes da Estação, assim o sistema de controle do ambiente sugava o resto da umidade para convertê-la em água que poderia ser bebida depois.

Assista o vídeo

Atividades como fazer a barba e lavar os cabelos não eram tão diferentes de como são realizadas na Terra. A única diferença é que, pela ausência de pias, os astronautas também utilizavam toalhas úmidas para limpar o rosto e, para a higiene capilar, usavam shampoos que não precisavam ser enxaguados. Escovar os dentes também era “bem normal”, de acordo com Anderson. Mas, no fim do processo, era necessário engolir o resto da pasta ou cuspir em uma toalha.

No geral, a rotina higiênica era uma das partes mais importantes da convivência na Estação Espacial Internacional. “Seis pessoas estão presas em um espaço fechado. Higiene é de grande importância”, afirma o especialista espacial Robert Frost.

FONTE: Quartz

Como serão as eco-torres o futuro das cidades?

Alguns ainda não ouviram falar dela, mas está surgindo uma nova geração de arranha-céus verdes e a sua implantação pode ajudar a aliviar, e muito, as mudanças climáticas em todo o mundo.

Segundo o arquiteto Kheir Al-Kodmany, professor de planejamento e políticas urbanas da Universidade de Illinois, em Chicago, conforme prédios cada vez mais altos servem mais pessoas e exigem mais do meio ambiente e da infraestrutura, qualquer melhoria na sua concepção e construção irá beneficiar as cidades.

Segundo o professor, o longo ciclo de vida de um arranha-céu justifica o custo inicial de características verdes, sejam elas incorporadas em edifícios novos ou na adaptação de edifícios antigos. Para isso é necessário o uso de novos materiais e tecnologias, a maioria já disponível no mercado, com potencial para tornar as eco-torres edificações mais comuns na paisagem das cidades.

Apesar de restarem muitas dúvidas sobre seu potencial de comercialização e das eventuais alterações necessárias nas regulamentações e nas normas técnicas sobre construção civil, os especialistas afirmam que as eco-torres poderão prevalecer entre os novos projetos.

“O aumento da demanda irá moldar o futuro,” defende Al-Kodmany. “Em última análise, a eco-torre que incorpora a tecnologia de uma era, a cultura local e o meio ambiente, mantendo a viabilidade econômica, irá definir o caminho.”

O especialista em urbanismo afirma que a tecnologia verde está impulsionando “novas estéticas”. Ele acredita que um edifício alto é uma parte integrante da infraestrutura da cidade e que “o verdadeiro arranha-céus verde é aquele que forma relações simbióticas com os aspectos sociais, econômicos, ambientais e de transporte do seu contexto urbano.”

FONTE: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

Vistoria das Instalações Elétricas do no apartamento novo

A hora de pegar as chaves do novo apartamento é sempre um momento de muita empolgação. mas, antes de entrar com tudo na casa nova, é preciso fazer a vistoria do imóvel junto com a construtora para ver se todos os itens estão em ordem. Infelizmente, muitos clientes ficam empolgados com a entrega do apartamento e acabam não olhando os principais pontos que precisam ser checados, o que pode resultar em vários problemas futuros.

Confira 10 dicas que irão ajudar você na hora de receber o novo imóvel:

1) Vistoria – Faça o agendamento da vistoria em um dia tranquilo, para que seja feita de forma criteriosa, sem pressa. Alguns clientes se deixam envolver pela emoção e acabam esquecendo que precisam olhar o apartamento com olhos mais críticos para que as correções e/ou ajustes sejam feitos. Para quem não sente segurança em fazer isso sozinho, é importante chamar algum conhecido para acompanhar. Em alguns casos vale a pena até contratar uma empresa especializada neste tipo de serviço.

2) Tenha o Memorial Descritivo em mãos – Ao levar o memorial descritivo, o cliente conseguirá checar se todos os materiais aplicados estão seguindo todas as especificações.

3) Esquadrias alumínio/madeira – Faça uma avaliação visual das janelas e portas, verificando se não existem danos como arranhões e/ou pinturas danificadas. Teste o funcionamento, abrindo e fechando as portas, e exija a entrega de todas as chaves.

4) Instalações Elétricas – Geralmente não há como serem testadas, pois no momento da entrega do imóvel, o medidor de energia ainda não está instalado. Neste caso, é importante deixar claro no relatório de check-list da construtora que as instalações elétricas não foram verificadas porque a energia ainda não estava funcionando.

5) Instalações Hidráulicas – Ao entrar no apartamento, ligue todas as torneiras e deixe a água sair por cerca de dois minutos para verificar se não existem vazamentos nos sifões. Já nas descargas das bacias sanitárias, acione e veja se a vazão d’água é satisfatória, repetindo o acionamento na sequência por mais uma vez para ter certeza do bom funcionamento.

6) Revestimentos cerâmicos e Rejuntes – Avalie visualmente se não existem peças danificadas, com trincas, rachadura ou manchas, checando se estão bem assentadas, sem desníveis ou descontinuidade, e se não existem peças com tonalidades diferentes.

7) Contra Piso – Além da avaliação visual, para testar o contra piso, basta bater com o cabo da vassoura na cerâmica para ver se existe algum ‘ponto com som cavo’, onde a cerâmica ou o contra piso podem perder a aderência com o substrato, provocando futuramente o descolamento das peças e, no caso do revestimento cerâmico, ficando mais frágil a impactos mecânicos.

8) Pintura – Verifique visualmente se as paredes estão totalmente planas. Para isso basta olhar se não existem pontos que formam sombras. Caso existam falhas na pintura, como manchas, deve ser solicitada imediatamente a correção. Uma boa maneira de lembrar onde eram os pontos de correção é fotografar as áreas e anotar no check-list.

9) Vaga de Garagem/ Escaninho – Verifique com o auxílio de uma trena as medidas da sua vaga de garagem. Boa parte dos clientes não fazem a checagem da vaga, mas é importante verificar se as medidas estão dentro do que foi adquirido.

10) Check-List – Finalizada a vistoria, verifique no check-list se todas as solicitações foram anotadas. Aproveite esse momento e tire uma foto para ter uma cópia e lembre-se de usá-la como roteiro para quando for fazer a nova vistoria do apartamento.

Seguindo com cuidado essa lista, você está pronto para entrar com o pé direito no seu novo apartamento!

FONTE: Brasil Engenharia

PERIGO! Água no recinto

Parece que não, mas a água pode ser uma grande inimiga dependendo da situação. Quando essa situação envolver eletricidade, por exemplo, a água pode ser causadora de enormes catástrofes.

Não quer arriscar, mas não sabe como tomar as devidas precauções? A gente ajuda você com excelentes dicas. Confira!

• Mantenha qualquer aparelho elétrico ou eletrônico longe de pias, banheiras, superfícies molhadas e locais úmidos. Mesmo quando estão desligados eles podem provocar choques;

• Se um aparelho cair na água, desligue-o na tomada antes de tentar recuperá-lo;

• Só lave um aparelho se essa orientação estiver constando no manual de instruções do fabricante;

• Mantenha cabos e fios fora das áreas de circulação de pessoas e livre de óleo e de água;

• Se precisar usar ferramentas ao ar livre ou em áreas molhadas, atenção:

1º – Esteja certo de que ela é adequada ao uso externo;

2º – Use instalações duplamente isoladas ou corretamente aterradas. As tomadas externas também devem ter coberturas resistentes à chuva.

O carro movido a eletricidade e remadas

Você pode não acreditar, mas há um tempo atrás um engenheiro americano teve a proeza de criar um automóvel que funcionasse a base de energia e de remadas. Isso mesmo. Remadas.

O feito aconteceu em 2010 quando o engenheiro Charles Samuel Greenwood desenvolveu um carro que funciona por movimentos que imitam remadas e pela energia elétrica e que é capaz de chegar a 100km/h em terrenos planos e a 50km/h em subidas. Desde então, Pelo menos 800 pessoas já fizeram um pedido de reserva do automóvel, que começou a ser vendido em 2011 por R$ 27 mil reais.

Segundo o cientista, o carro pode funcionar de três formas: movido a manivela e, assim, ele se mexe à medida em que o motorista dá algumas remadas; apenas no modo elétrico ou pela combinação das remadas com a eletricidade.

Greenwood conta que começou a trabalhar nesse tipo de automóvel híbrido em 1968 com o objetivo de acabar com a fumaça dos carros e também para fazer com que os motoristas se exercitassem na direção. Porém, testes em modelos anteriores revelaram que o mecanismo não funciona tão bem nos exercícios.

O movimento de remada, segundo pesquisadores, não chega a gastar muitas calorias, pois bastam algumas poucas remadas para fazer o carro andar. A fabricante do veículo, a empresa HumanCar, informou que uma pessoa com mais de 50 anos que tiver em boa forma é capaz de remá-lo sozinha.

O protótipo não possui teto, mas a versão comercial com proteção foi lançada em 2011. O novo modelo também tem uma tela sensível ao toque com GPS e dados biométricos, além de sistemas de comunicação e de som. O que torna o automóvel bastante modernizado.

Assista o vídeo e confira como esse carro surpreendente funciona na prática:

FONTE: epocanegocios.globo.com

A casa que produz o dobro da energia necessária para o seu consumo

Conhecemos como construção sustentável aquela que utiliza um conjunto de práticas, antes, durante e após o planejamento, com o objetivo de construir uma edificação que não afete negativamente o meio ambiente. É também característica desse tipo de construção possuir conforto térmico sem que haja a necessidade do consumo de energia convencional e elevar qualidade de vida aos moradores (ou usuários), funcionando sempre utilizando métodos para garantir elevado grau de eficiência energética.

Atualmente, um dos grandes focos da construção civil internacional é produzir obras a partir de materiais inovadores e de tecnologias sustentáveis. O novo projeto que está chamando a atenção do mundo inteiro é Aktivhaus B10. A construção, que é financiado pelo governo, fica na cidade de Stuttgart, na Alemanha, e tem como objetivo mostrar na prática como utilizar materiais inovadores e tecnologias sustentáveis podem trazer enormes benefícios para a humanidade e, ao mesmo tempo, construir modernas obras.

A Aktivhaus B10 é capaz de produzir o dobro da energia que a própria edificação necessita para seu consumo e, ainda, tem a capacidade de alimentar dois veículos elétricos. O projeto foi desenvolvido pelo Stuttgart Institute of Sustainability Stiftung e se baseia no princípio da produção de energia por meio de um sistema instalado no telhado da casa que combina placas fotovoltaicas e tecnologias solares térmicas, gerando eletricidade e calor ao mesmo tempo. A construção consegue gerar 8.300 kWh de eletricidade ao ano e possui 85 m².

Outro fator bastante tecnológico da casa é que o sistema de controle do dispositivo de automação do sistema de energia pode ser controlado por meio de smartphones ou tablets e, além disso, ainda inclui cobertura automática das janelas por painéis isolantes, o que evita qualquer desperdício de energia durante o dia.

A arquitetura da construção tem um formato retangular simples, mas nada impede que ela tenha novos pavimentos e, assim, torne possível a criação de edifícios residenciais com características autossustentáveis. A fachada da casa é composta por linhas horizontais e, na parte da frente, é revestida por vidros semi translúcidos, otimizando o aproveitamento de luz e ventilação naturais.

Nesse momento, o projeto ainda está em fase inicial, então, a residência será completamente desmontada e reconstruída em outro local. Na segunda parte do processo, a previsão dos envolvidos é de que dois estudantes morem na casa e, dessa forma, testem o desempenho dos sistemas em tempo real.

Chineses criam carro em impressora 3D

Nos últimos tempos os cientistas têm feito maravilhas com as moderníssimas impressoras 3D, mas o que os chineses criaram é realmente algo surpreendente. A empresa Sanya Sihai conseguiu imprimir, simplesmente, toda a carroceria de um veículo.

O processo de impressão levou, ao total, cindo dias para deixar o veículo com 500kg pronto. A carroceria tem 3,6 metros de comprimento e 1,6 metros de largura e o interior do carro foi fabricado da maneira convencional mesmo. A capacidade do veículo é de duas pessoas e ele consegue atingir a velocidade máxima de 40 km/h. Quanto ao preço? A carroceria custa, aproximadamente US$ 1.700.

Por mais que essa impressão tenha chamado a atenção do mundo inteiro, não é a primeira vez que um veículo é fabricado a partir da tecnologia 3D. Em 2014, foi divulgado o Strati, um carro montado durante um evento nos Estados Unidos e, assim como o veículo chinês, tinha apenas sua carroceria impressa em 3D.

Dessa vez os chineses podem não ter sido os primeiros a construir um carro com uma impressora 3D, mas eles foram, com certeza, os primeiros a erguer um edifício a partir de uma impressora tridimensional, que utilizou resíduos de construções como um dos materiais da impressão.

Antes, o que levava lidas para ser impresso em 3D, agora demora apenas algumas horas devido aos vários avanços tecnológicos na área. Além disso, com as novas tecnologias é possível utilizar materiais recicláveis ou biodegradáveis, contribuindo para o desenvolvimento sustentável. O problema é que se conseguirmos imprimir tudo o que desejarmos, irá faltar espaço no planeta para descartar todos os resíduos.

As impressoras 3D estão revolucionando vários campos científicos, mas elas impactam diretamente a engenharia, seja no desenvolvimento de impressoras tridimensionais mais eficientes ou no uso das mesmas para construir casas, carros e demais objetos. Vale lembrar que, no ano de 2012, o Brasil desenvolveu sua primeira impressora 3D, que saiu de um projeto de uma incubadora da PUC-RS e teve colaboração de estudantes de engenharia. Um grande feito para o país.

A Costa Rica e sua energia renovável

De alguns tempos para cá a Costa Rica tem como meta principal limpar a sua matriz energética. E não é que ela está caminhando bem? Nos primeiros 75 dias deste ano o pais conseguiu utilizar somente energia renovável em seu abastecimento.

Vamos agora explicar como que a Costa Rica foi capaz de realizar tal façanha. Atenção!

O país passou recentemente por um período de fortes chuvas e isso contribuiu para que as represas da Costa Rica ficassem bem cheias. Fora isso, as fontes de energia geotérmica, eólica, solar e biomassa ajudaram o abastecimento energético, evitando assim o uso de combustíveis fosseis. Hoje, 80% da matriz energética do país e comporta cor hidrelétricas e 20% por outras fontes renováveis, sendo que uma das dessas usinas é abastecida pelo vapor de um vulcão que está dormente.

Mas, a situação da Costa Rica é parecida com a do Brasil em um sentido: se falta água, o abastecimento energético fica, e muito, comprometido. Devido a isso, o país vem investindo pesado na energia eólica e na geotérmica e, hoje, tem um programa de energia limpa muito bem fundamentado. Esse programa foca em projetos de implementação de energias renováveis, além de se preocupar em contribuir para a mitigação das mudanças climáticas.