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Você sabe como funciona o aterramento?

Assista o vídeo sobre aterramento

O aterramento dos aparelhos eletrônicos é e fundamental para a proteção contra falhas do sistema elétrico. Para compreender a funcionalidade do aterramento e como ele atua, é preciso compreender um pouco sobre o sistema elétrico, uma vez que ele faz parte desse sistema.

De maneira simples o sistema elétrico que chega aos consumidores é composto por dois fios, um neutro e um fase. A eletricidade só existe quando há a diferença de potencial entre dois polos, por isso o fio neutro possui potencial zero e o fio fase é por onde a tensão elétrica passa, de forma que a voltagem é representada pela diferença entre os dois fios. No entanto, o fio neutro pode ter o que é chamado de fugas de energia, ou seja, um pequeno aumento ou escape no potencial desse fio. Alterando o potencial e possibilitando um acumulo de carga nos equipamentos.

Quando acontecem essas fugas a energia resultante delas fica alojada nas extremidades metálicas dos equipamentos. Podemos perceber essa energia ao tocamos um aparelho que sofre uma corrente de fuga, pois levamos um leve choque, já que existe uma diferença de potencial entre o equipamento e nosso corpo. Enquanto para nós essa descarga não apresenta danos significativos à saúde, ela pode danificar os aparelhos por onde passa.

Por sua vez, a terra possuí potencial igual a zero volt absoluto, ou seja, não tem nenhuma carga durante todo o tempo. Assim, ela consegue receber a corrente elétrica de fuga de qualquer aparelho, eliminando a sujeira elétrica desses aparelhos. A ligação com a terra é realizada exatamente para que não haja o acumulo de energia nos equipamentos, de forma que a carga em fuga transite para a terra e não se acumule. Ela é feita a partir de um fio em contato direto com a terra, por isso o nome aterramento.

As instalações elétricas devem ter um sistema de aterramento, que consiste em uma barra cravada na terra e conectada ao sistema através de uma fiação especial. Dessa forma, todas as tomadas possuem o aterramento e quando um equipamento é conectado ele está aterrado. Alguns aparelhos elétricos possuem tomadas com três pinos, um deles é o fase, o outro o neutro e o terceiro, em posição central, é o terra, quando conectado em uma tomada com sistema de aterramento esse pino central é o responsável por dissipar as correntes de fuga do aparelho, protegendo-o.

Aterramento: Definição

Ligação intencional de um equipamento ou sistema à terra através da qual correntes elétricas podem fluir.O aterramento pode ser:

•Funcional: ligação através de um dos condutores do sistema neutro.

• Proteção: ligação à terra das massas e dos elementos condutores estranhos à instalação.

• Temporário: ligação elétrica efetiva com baixa impedância intencional àterra, destinada a garantir a equipotencialidade e mantida continuamente durante a intervenção nainstalação elétrica.

Você sabe o que fazer quando a casa não tem ?

 

Saiba mais sobre: Aterramento temporário

Veja também: Aterramento

Você sabe a hora certa para descartar suas luvas de segurança?

Nunca se esqueça de que a proteção das mãos é importantíssima para a vida de um trabalhador seguro. As luvas de segurança servem para inúmeras atividades, há casos em que são recomendadas e outros que são de uso obrigatório. O material das mesmas podem variar muito dependendo da utilização destinada às luvas de segurança, podem ser de latex, raspa de couro, PVC, lona, neoprene, entre outros.

Este poderoso EPI tem função de proteger as mãos contra riscos mecânicos – como corte, abrasão e perfuração; riscos químicos; e riscos biológicos – como bactérias e fungos.

Além de evitar vários acidentes, as luvas de segurança proporcionam também conforto e aumentam a confiança do usuário, melhorando assim o rendimento no trabalho.

É de extrema importância que as empresas esteam sempre investindo em proteção para que todos os trabalhadores possam trabalhar com sua segurança garantida.

Para sempre garantir a proteção ideal das luvas de segurança, é importante observar quanto ao estado de conservação e o tempo de uso.

Quanto descartar as luvas de segurança?

Ao reparar que sua luva de segurança sofreu desgaste, furo, rasgo, ou alguma reação química que a torne inutilizável, descarte a mesma imediatamente. Mas caso a luva se mantém em bom estado de uso e conservação, de acordo com as instruções do fabricante para higienização, pode reutilizá-la sem problema algum. Tenha cuidado, pois ainda assim existem possibilidades de haver uma contaminação indireta, por isso é importante verificar a qualidade do material com a empresa para que seja feita a reutilização da luva sem riscos e com segurança.

Segurança na construção civil – Veja métodos e procedimentos adequados

Veja algumas dicas simples e básicas para que a segurança na construção civil seja garantida para todos os envolvidos, e também para os que estão em locais próximos.

– Lembre-se, antes de construir entre em contato com profissionais para obter orientações.

– Cuidados com a posição dos andaimes e paredes, pois, os mesmos quando próximos à rede representam grave perigo de choque elétrico.

– Mantenha-se longe dos fios elétricos e nunca utilize os postes de energia para escorar os andaimes.

– Em obras e construções, é muito comum o manuseio de objetos metálicos como vergalhões, escadas, andaimes, réguas, dentre outros. Sendo assim, tenha muito cuidado ao manusear estes objetos próximos à rede elétrica. Evite que estes toquem ou estejam próximos da rede elétrica, já que o risco de choque elétrico grave é muito alto.

– A locais em que os níveis de tensão são mais elevados, nestes casos, a simples aproximação de condutores pode fazer com que ocorra choque elétrico, mesmo que não tenha existido contato direto. Sendo assim, cuidado ao operar guindastes, caminhões com caçamba, betoneiras e escavadeiras próximas à rede elétrica.

– Não realize perfuração de poços sob a rede elétrica, já que a broca utilizada poderá aproximar dos fios ao ser retirada do chão.

– Caso tenha alguma dúvida não hesite em entrar em contato com um profissional.

Jogos de Segurança para descontrair

Divirta-se com os jogos de segurança da Cemig, saiba como agir em situações de risco envolvendo a rede elétrica.

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Segurança na construção civil - Veja métodos e procedimentos adequados 1

É permitido usar EPI com a validade do CA vencida?

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Você sabia que o MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) emitiu uma nota técnica informando que é permitido utilizar o EPI com o Certificado de Aprovação vencido?

Veja a seguir a explicação detalhada para entender melhor.

A função dos EPI’s é garantir a segurança e saúde dos profissionais no trabalho, e para que estes equipamentos sejam considerados EPI’s é necessário obter o Certificado de Aprovação emitido pelo MTE. Existem vários equipamentos que podem auxiliar na proteção ao trabalhador, porém, se estes não forem listados no Anexo I da NR 6, não serão considerados Equipamento de Proteção Individual, serão considerados apenas como um produto de segurança para  trabalhador.

Saiba mais sobre EPI’s aqui.

Os equipamentos devem ser analisados em laboratórios credenciados para obter a certificação junto ao MTE. A validade máxima do Certificado de Aprovação é de 5 anos. Os equipamentos que foram submetidos a testes em laboratórios credenciados fora do Brasil, terão validade máxima de 2 anos, sendo que, as empresas solicitantes precisarão enviar para análise do MTE, toda a documentação dos testes realizados no exterior.

Porém, os EPI’s possuem a validade do fabricante do produto, que é diferente da validade do CA (Certificado de Aprovação).

Validade do CA

O MTE emite uma certificação para o equipamento após autorizar o fabricante ou importador a comercializar um EPI, este Certificado de Aprovação recebe o nome de CA. É decretado por norma que somente deverá ser comercializado o EPI que possuir a indicação do CA.

A renovação do CA é de total responsabilidade da empresa que comercializa o EPI, e deve ser realizada no prazo máximo de 90 dias antes do vencimento. É de extrema importância ficar atento quanto às características do equipamento, se estas características correspondem às descritas no CA. Lembre-se que qualquer alteração ou ausência de um dos componentes do equipamento vai invalidar o Certificado de Aprovação, deixando o empregador desprotegido judicialmente em caso de acidente.

Validade do EPI

Todos os equipamentos comercializados devem conter a indicação do prazo de validade, sendo esta a data limite de utilização com segurança do produto. Lembrando que a validade também vai depender da utilização e armazenamento do EPI, é expressamente recomendado seguir as condições de uso informadas pelo fabricante.

Conclusão

Sendo assim, a validade do CA existe para que os produtos sejam vendidos dentro do prazo máximo de 5 anos. Depois deste período, o equipamento não poderá ser comercializado. Porém, a utilização do EPI pode ser feita até a data da validade do produto estipulada pelo fabricante, desde que o produto tenha sido adquirido dentro do prazo de validade do CA.

Portanto lembre-se: Antes de comprar um EPI observe a validade do CA. E depois de adquirido o EPI com CA válido, o empregador precisa se preocupar apenas com a validade do produto, e não mais com a validade do Certificado de Aprovação.

Fonte: Prometal EPI’s

Os campos de golfe que foram trasnformados em terrenos de energia solar

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Há algum tempo atrás, em meados dos anos 1980, o golfe era um esporte bastante popular no Japão e os campos destinados à prática se multiplicaram de maneira muito rápida pelo país. Porém, a procura por estes espaços foi diminuindo ao longo do tempo e, atualmente, a participação da população no esporte está abaixo de 40% quando comparada ao ano de 1990. Devido a isso, um novo “problema” passou a tomar conta do país: diversos campos de golfe abandonados e sem utilidade passaram a fazer parte das paisagens japonesas. O governo, então, se viu diante de um grande impasse.

A solução para fazer essas enormes áreas se tornarem, novamente, locais úteis para a população foi proposta pela empresa Kyocera. Por serem lugares que costumam receber muita luz, a empresa percebeu que havia ali um grande potencial para geração de energias limpas e começou a trabalhar em um projeto que tornasse essa ideia algo concreto.

Depois de alguns cálculos es estudos surgiu a ideia de uma central solar com capacidade de geração de 23 megawatts. O projeto já está ganhando forma em um campo de golfe em Kyoto. O empreendimento tem prazo para ser terminado em 2017, quando será capaz de gerar energia suficiente para suprir as necessidades de mais de 8 mil famílias. A empresa também planeja uma central de 92 megawatts em Kagoshima, com capacidade para abastecer mais de 30 mil famílias, mas ainda não tem data para que as construções se iniciem.

FONTE: www.hypeness.com.br

A Turbina eólica voadora que é até três vezes mais eficiente

Conforme os estudos vão avançando, a indústria eólica tem feito grandes progressos em termos de tecnologia para aumentar a eficiência na produção energética. A novidade é o sistema BAT – Buoyant Airborne Turbine, uma espécie de turbina flutuante que, na verdade, mais parece um enorme balão de gás hélio.

Os idealizadores têm pretensão de que a tecnologia seja instalada no Alasca e voe a cerca de mil pés de altura. Segundo os estudos iniciais, cada um dos “balões” será capaz de produzir energia suficiente para abastecer até 12 casas. Para você que não tem muita noção do que isso quer dizer, pense que as turbinas eólicas mais antigas, produzidas há cerca de seis anos, chegam a somente 200 pés de altura, por exemplo. Esse grande alcance da BAT permite o maior aproveitamento, ao mesmo tempo em que reduz os custos do sistema.

A empresa responsável pelo projeto é a norte-americana Altaeros. Conforme informado pela companhia ao The New York Times, a escolha pelo estado no extremo norte do planeta possui duas justificativas: baratear a energia local e aumentar a produção de energia limpa em uma região em que o diesel é uma das fontes mais comuns.

A inspiração da equipe de pesquisadores envolvida é a tecnologia de balões usados para vigilância, monitoramento e transmissão das condições meteorológicas. Assim, o sistema é capaz de alterar e alinhar a turbina de acordo com o vento. Essa opção maximiza o aproveitamento da força eólica e, consequentemente, eleva a produção energética. A estimativa da empresa é de que o sistema seja até três vezes mais eficientes que as turbinas convencionais que são fixas.

Hoje, o objetivo dos criadores é levar a tecnologia a diversas áreas que carecem de eletricidade ou em locais em que a energia ainda é muito cara ou proveniente de combustíveis fósseis.

FONTE: circuitodigitalufc.com

Petrobras produz biodiesel a partir do óleo de peixe

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No início deste ano a Petrobras começou a produzir biodiesel a partir do óleo de peixe. Em nota à imprensa, a estatal informou que a produção do biodiesel com base nessa matéria-prima vai beneficiar inicialmente 300 piscicultores familiares e garantir a compra de 15 toneladas de resíduos e gorduras de peixe, por mês, de piscicultores cearenses.

O processo é realizado pela Petrobras Biocombustíveis na Usina de Quixadá, no Ceará, a partir do óleo extraído de vísceras de peixe, conhecido como OGR (óleos e gorduras residuais) de peixe. A companhia recebeu, em dezembro, 4,55 toneladas do produto para produção de biodiesel.

Segundo a empresa, o volume é consequência do primeiro contrato de compra firmado com a Cooperativa dos Produtores do Curupati, em Jaguaribara, região centro-sul do estado. As informações ainda indicam que, até o fim de 2015, o projeto poderá alcançar metade dos 600 piscicultores familiares que trabalham nos dois maiores açudes da região: o Castanhão, que tem áreas produtivas nos municípios de Jaguaribara, Jaguaretama e Alto Santo; e o Orós, nos municípios de Orós e Quixelô, ambos na bacia hidrográfica do Rio Jaguaribe.

Segundo uma avaliação da Petrobras, o uso do óleo extraído das vísceras dos peixes na produção traz vantagens a ambas as partes. Para a companhia, a iniciativa assegura biodiesel com matéria-prima de qualidade, além de estar alinhada ao Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel, condição necessária para garantir o Selo Combustível Social do Ministério do Desenvolvimento Agrário.

Já para os piscicultores, a produção gera valor de mercado para um subproduto, o que proporciona renda extra. Ao mesmo tempo, fortalece a cadeia produtiva do pescado, transformando um possível passivo ambiental em matéria-prima para a produção de biodiesel.

FONTE: Agência Brasil

Conheça a torre que suga poluição do ar e a transforma em joia

A poluição atmosférica é um grande problema para o meio ambiente e, principalmente, para a saúde pública. A pior notícia é que um estudo recente demonstrou que o ar carregado pode causar a morte prematura de 6,6 milhões de pessoas por ano até 2050.

Preocupado com a nova realidade, o designer holandês Daan Roosegaarde desenvolveu um megapurificador de ar de 7 metros de altura que pode ajudar a limpar a atmosfera e, ainda, produzir joias.

Depois de três anos de pesquisa, o protótipo, batizado de Smog Free Tower, entrou em operação no começo de setembro, na cidade de Roterdã, na Holanda. A torre, que foi instalada em um parque público, é capaz de limpar mais de 30.000 metros cúbicos de ar por hora, segundo o site do projeto.

“Com uma única torre funcionando o dia todo você pode limpar um pequeno bairro”, disse Roosegaard à revista Wired. Para que você consiga entender um pouco sobre o projeto podemos dizer, de maneira simplificada, que o processo utiliza filtros iônicos que atraem e aprisionam as micropariculas de poluentes, devolvendo ar fresco e purificado por aberturas laterais na torre.

As finas partículas de carbono que a torre coleta podem ser condensadas para criar pequenas “pedras preciosas” que podem ser incorporadas em peças de jóias como, por exemplo, anéis. Cada uma das pequenas pedras possuem o equivalente de 1.000 metros cúbicos de ar.

Toda essa parte mais “operacional” do projeto foi coordenada pela pesquisador Bob Ursem, da Universidade de Tecnologia de Delft e da European Nano Solutions, uma empresa de tecnologia verde da Holanda. A equipe envolvida espera que o projeto ajude a criar um futuro mais limpo e, devido a isso, está buscando apoio dos governos, ONGs e setores de tecnologia limpa.

FONTE: Exame.com

Renault e Nissan pretendem lançar carros autônomos em 2016

O empresário brasileiro, Carlos Ghosn, CEO da Renault e da Nissan prometeu que primeira geração de carros autônomos das montadoras será lançada em 2016. Segundo os projetos que estão em andamento, os primeiros modelos serão capazes de dirigir sozinhos durante engarrafamentos, mas não dispensarão a presença dos motoristas.

“É importante diferenciar carros autônomos de carros sem motorista. No carro autônomo, o motorista está dentro do automóvel. 90% dos acidentes acontecem por causa de erro humano. Se conseguirmos limitar a intervenção humana, diminuiremos os acidentes”, ressaltou Ghosn, durante palestra no Mobile World Congress (MWC), em Barcelona.

A funcionalidade de autonomia de direção chegará primeiro aos modelos mais luxuosos das montadoras e encarecerá um pouco o preço dos carros. Segundo o empresário esse aumento de preço é justificado, já que sempre é o que acontece quando qualquer inovação é apresentada.

Por sua vez, a segunda geração de carros autônomos da Nissan e da Renault está prevista apenas para 2018 e será capaz de dirigir sozinha em estradas, inclusive com mudança de faixa. Somente em 2020 virá uma terceira geração de carros, e estes terão direção autônoma em qualquer situação.

Carros totalmente sem motorista, contudo, devem ficar lá para 2030, pois requerem muito mais desenvolvimento, além da negociação com reguladores para a sua liberação e cuidados contra ataques cibernéticos.

Carros elétricos

A Nissan é hoje a maior produtora de carros elétricos do mundo com cerca de 250 mil unidades já foram vendidas. Os Estados Unidos são seu maior mercado para esse produto e somente a cidade de Atlanta concentra um terço das vendas, por conta de incentivos locais, como estacionamento gratuito.

Ghosn afirma que, neste momento, não se preocupa com a competição de novos entrantes da área de tecnologia, no segmento de carros elétricos, pelo contrário. O executivo entende que o lançamento de novos carros elétricos fomentará esse mercado, ajudando a todos que dele participam.

FONTE: EXAME.COM