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Conheça o concreto permeável que promete combater enchentes

Infelizmente, desastres naturais ainda causam milhares de mortes todos os anos em todo o mundo. Por mais que o homem avance com as suas tecnologias, vencer alguns efeitos da natureza parece ser uma tarefa impossível. As enchentes estão entre os problemas mais comuns em regiões brasileiras, desalojando centenas de pessoas todos os anos. Mas, ao que tudo indica, uma empresa britânica de materiais de construção pode ter encontrado a solução para esse grande problema

O projeto que está sendo feito se trata de um concreto capaz de absorver até 4 mil litros de água em menos de um minuto. E o melhor? Os pesquisadores envolvidos garantem que ele pode ser usado na construção de estradas. A solução, conhecida como TOPMIX, foi desenvolvida pela Lafarge Tarmac e promete ser uma saída para prevenir inundações ocasionadas por tempestades, além de evitar acidentes de carro em estradas molhadas.

O concreto permeável funciona com canais de drenagem incorporados, fazendo com que ele tenha uma espécie de reservatório subterrâneo. A água que fica armazenada no local evapora em dias mais quentes, resfriando também a superfície. Porém, o TOPMIX não é recomendado para locais com temperaturas muito baixas, já que a água armazenada pode congelar, danificando o piso.

Saiba um pouco mais sobre esse material no vídeo abaixo:

FONTE: www.hypeness.com.br

A solução: Seca em Los Angeles

A seca é um problema que, atualmente, atinge boa parte do mundo. A cidade de Los Angeles, na Califórnia, é um bom exemplo de como a falta de água pode ameaçar toda uma comunidade. Devido à forte ameaça de um futuro com escasso abastecimento de água, um grupo de especialistas realizou inúmeros estudos e defende que a cidade precisa ser totalmente redesenhada para absorver toda a água que cai no solo.

O projeto que está sendo desenvolvido não propõe que somente a água da chuva seja absorvida. De acordo com o site Fast Company, a iniciativa também planeja a captação da água da neve derretida das montanhas. A captação de mais água ajudaria a resolver outro problema gerado pela situação que é o gasto de energia para bombear água para Los Angeles, fato que que agrava ainda mais o problema.

Diante desse cenário, o Arid Lands Institute, uma organização de pesquisa sem fins lucrativos da Universidade de Woodbury vem trabalhando para transformar a cidade em uma esponja gigante, onde cada edifício e quintal faça a coleta da água da chuva em um rede descentralizada.

O instituto projetou uma ferramenta que mapeia a cidade em zonas e ajuda designers e arquitetos a descobrirem como cada prédio ou casa pode otimizar a coleta de água de acordo com a zona que está localizada. Isso porque algumas áreas são capazes de coletar água, outras só podem armazená-la acima do solo e outras zonas só possuem a indicação para enviar a água para outro lugar.

De acordo com o site da Fast Company, mesmo dentro de um mesmo bairro, as zonas podem mudar e a ferramenta consegue informar para o arquiteto ou o proprietário como ele deve proceder.

Os envolvidos afirmam que estimativas apontam que 82% da água utilizada em Los Angeles poderia ser suprida por meio da conservação, reciclagem e captura de águas pluviais em vez de utilizar o bombeamento de água por centenas de quilômetros de outros lugares. A iniciativa é uma forma de cada projeto individual trabalhar para um bem maior e buscar maneiras de captar, tratar e reaproveitar a água.

FONTE: ESTADÃO PME

Conheça o carro antialcoolismo

Um carro que não se move se o motorista estiver embriagado. Já pensou em quanto acidentes seriam descartados se essa fosse a realidade de todos os carros do mundo? Não precisaríamos nunca mais da Lei Seca. Pois essa foi justamente a ideia de um grupo de estudantes de engenharia mexicanos ao desenvolverem uma interface para automóveis que detecta se o motorista está bêbado. Se um indivíduo ingerir bebida alcoólica e logo depois tentar dirigir o AlcoStop, o carro não liga.

O sistema funciona através de uma série de sensores colocados no volante, na alavanca de câmbio e no assento, que detectam através do suor e da exalação se a pessoa está ou não alcoolizada. Se o resultado dos sensores for positivo, o sistema desativa o motor, impedindo que o carro seja ligado.

Ainda não acabou, o carro possui mais um recurso muito útil. Um equipamento de GPS integrado permite monitorar o veículo em tempo real e envia um sinal a familiares ou amigos cadastrados, informando a localização da pessoa embriagada e de seu veículo.

“Assim que outra pessoa se senta ao volante, o sistema faz uma reavaliação e, se estiver habilitada, o carro volta a funcionar,” conta a professora Karla Isabel García, coordenadora do projeto, feito por um grupo de três estudantes do Instituto Tecnológico de Cintalapa.

A equipe agora está na fase de aperfeiçoamento dos sensores e está também efetuando os testes com pessoas que não apresentam muita transpiração, que podem passar por sóbrias na versão de protótipo.

A professora Karla afirma que o sistema poderá ser fabricado a um custo muito baixo, e poderá ser de interesse para frotas, carros de empresas e viaturas públicas, mas que também poderia ser instalado por qualquer pessoa que ache a iniciativa interessante e benéfica. “O ideal é que a pessoa compre e instale ela mesma. É praticamente como um alarme de carro voltado à detecção de álcool,” afirma a pesquisadora.

FONTE: www.institutodeengenharia.org.br

TCU autoriza governo a renovar concessões do setor elétrico

Na última quarta-feira (9), o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), José Múcio, autorizou o Ministério de Minas e Energia (MME) a renovar concessões de 39 empresas distribuidoras de energia elétrica, em vez de realizar novas licitações. No entanto, a renovação das concessões está vinculada ao cumprimento de requisitos de qualidade na prestação do serviço.

Como justificativa para dispensar a licitação, Múcio culpa a situação econômica do país. “A realização da licitação de todas as concessões, na atual conjuntura econômica e política, traz riscos significativamente maiores à continuidade dos serviços e à própria segurança energética do que a opção pela prorrogação”, afirmou Múcio em seu voto.

A maioria dos ministros acompanhou o voto do relator e houve apenas um voto compra do ministro André Luis. O ministro Benjamim Zymler destacou o risco de uma série de licitações não atraírem novas concorrentes.“Acho que não há alternativa. Se determinássemos as licitações, dificilmente elas atrairiam investidores estrangeiros. Em um mundo teórico, a solução é licitar. No mundo real, isso produziria um resultado caótico. Negar a decisão (de Múcio) é rumar para a crise”, disse.

Zymler lembrou ainda que as empresas do mercado vivenciam os efeitos de uma crise no setor elétrico, onde tiveram de comprar energia no mercado livre e com isso, se endividaram.

“Por que as empresas não querem largar o osso? Na verdade, elas estão comprometidas com os empréstimos”. Entre as empresas estão a CEB (DF), Cemig (MG) e Celg (GO). A renovação da concessão terá duração de 30 anos.

FONTE: Exame.com

A Cidade-laboratório que foi projetada para testar carros sem motorista

Essa semana a Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, inaugurou o primeiro ambiente projetado unicamente para testar tecnologias de veículos autônomos, conectados e automatizados. O projeto tem como ambição viabilizar o caminho dos carros sem motoristas dos laboratórios para o mercado de massa.

A MCity, como foi batizada, possui 130 mil metros quadrados. Toda a área foi planejada para reproduzir situações que se pode encontrar nas áreas urbana e suburbana, incluindo ruas, estradas, cruzamentos, semáforos, toda a sinalização de trânsito, postes, fachadas, calçadas e até obstáculos de obras em construção.

“Nós acreditamos que essa transformação de mobilidade conectada e automatizada será uma virada de jogo para a segurança, a eficiência, energia e acessibilidade,” afirmou Peter Sweatman, diretor do Centro de Transformação de Mobilidade da universidade. “Será muito melhor viver em nossas cidades e em nossos subúrbios. Estas tecnologias verdadeiramente abrem a porta à mobilidade do século XXI.”

Cidade Laboratório

O minicidade é, basicamente, um laboratório a céu aberto e foi projetada para servir de base para testes repetíveis de novas tecnologias, antes de elas serem testadas em rodovias e vias públicas.

O ambiente reproduz o ambiente urbano moderno, incluindo pedestres com comportamentos imprevisíveis e engarrafamentos. O ambiente tudo o que foi julgado necessário pelos pesquisadores para submeter as novas tecnologias de veículos autônomos e semiautônomos a “testes de tortura” que possam aferir sua segurança.

“Há muitos desafios pela frente considerando que os veículos automatizados estão sendo cada vez mais deslocados para as estradas reais,” disse Sweatman. “A MCity é um ambiente seguro, controlado e realista, onde nós vamos descobrir de que forma o incrível potencial dos veículos conectados e automatizados poderá se tornar real rapidamente, de uma forma eficiente e segura.”

Parcerias

A construção da MCity custou cerca de US$ 10 milhões e esses custos forma bancados pela universidade e pelo departamento de transporte estadual. O local estará disponível para uso de qualquer organização, mas os parceiros, o corpo docente e os estudantes da universidade terão prioridade nos tempos de uso.

Entre os parceiros privados estão as principais empresas da indústria automotiva e fornecedores de automóveis, além das companhias de sinalizações de trânsito, sensoriamento de tráfego, seguros, telecomunicações, dados e outras.

FONTE: UNIVERSIDADE DE MICHIGAN

Energia eólica próxima de 5% da matriz energética brasileira

Segundo dados divulgados recentemente, a energia eólica deverá fechar o ano com uma capacidade instalada de 9 gigawatts (GW). Os resultados foram baseados no fato de que, em agoto, a capacidade girou em torno de 7.068,7 GW.

Desde 2009, quando essa fonte passou a integrar a matriz elétrica brasileira, foram contratadas nos 13 GW de potência instalada por meio dos leilões de energia. O total projetado para Dezembro corresponde a 5% da matriz energética do Brasil, o que é um grande avanço para o país.

As previsões não são nem um pouco ilusórias. Elas são baseadas nos dados energéticos que o Brasil possuí atualmente. Segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica, hoje existem 281 parques eólicos em 11 estados.

A associação estima ainda que, até o fim deste ano, os investimentos somarão R$ 8 bilhões e serão criados mais 19 mil postos de trabalho. Pelas projeções do setor, e tendo em vista as perspectivas de longo prazo, o potencial de produção no Brasil é de atingir 400 GW, sendo a maior parte nas regiões Nordeste e Sul. Mas também há expectativas positivas para os estados de São Paulo, de Minas Gerais e do Espírito Santo.

Garantia física

Para o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, a energia eólica já contribui efetivamente para a segurança energética brasileira. Ele disse que uma portaria publicada hoje no Diário Oficial da União, definindo a revisão anual da garantia física dos parques eólicos, vai permitir a redução do preço dessa fonte de energia.

“A revisão de garantia física, que habilita esse gerador de energia elétrica a participar dos leilões, o que, muito provavelmente, aumentará ainda mais a possibilidade de disputa nos leilões, trará talvez uma redução ainda maior no preço de energia eólica”, afirmou.

FONTE: Agência Brasil

O trem que funciona a base de energia solar

Se existe uma coisa que temos certeza que há em abundância na Índia essa coisa é o sol. Por lá, a maioria dos dias são banhados pelo céu aberto e os raios solares castigam bastante as pessoas que estão nas pelas ruas.Com a preocupação de estar sempre em busca de novas fontes de energia, nos últimos anos, o governo indiano tem se mobilizado para transformar o sol abundante em energia limpa e barata. Isso, é claro, com auxílio da tecnologia das placas fotovoltaicas.

O último projeto apresentado é o do uso dos tetos dos trens, meio de transporte muito popular na Índia, como base das placas, transformando os raios solares em energia a ser usada pelos próprios vagões. Segundo o Ministro das Ciências e Tecnologia, Harsh Vardhan, o projeto foi inspirado pelo avião suíço Solar Impulse, que funciona exclusivamente a partir da energia solar.

No caso dos trens, o projeto não é substituir totalmente uso de diesel, a energia limpa será usada em conjunto, suprindo até 15% da necessidade energética dos vagões. Estima-se que, com isso, o consumo de diesel seja reduzido em 90 mil litros por ano, diminuindo também a emissão de dióxido de carbono em mais de 200 toneladas neste mesmo período.

Outra característica importante da iniciativa é que os trens funcionarão como plantas solares móveis, já que quando a energia limpa não for utilizada pelo trem, ela poderá ser remanejada para a malha energética das cidades. O projeto ainda está em fase de experimentação e os testes em um trem piloto já começaram ser feitos.

FONTE: HYPENESS

Cientista acredita que cérebros estarão conectados à internet em 2030

Durante sua apresentação na conferência de Finanças Exponencias, em Nova Iorque, o diretor de engenharia do Google, Ray Kurzweil, afirmou acreditar que os cérebros humanos estarão conectados à internet em 2030. E não foi só isso. O cientista futurista também levantou a hipótese de que nanobots de DNA poderiam ser usados para transformar humanos em seres híbridos, parte homem, parte máquina.

“Vamos nos misturar gradualmente para nos tornarmos melhores. Na minha visão, essa é a natureza do ser humano, nós transcendemos nossas limitações”, declarou o diretor. “Vamos conseguir isso e pensaremos na nuvem. Vamos colocar gateways para a nuvem nos nossos cérebros.”

Porém, nem tudo são mares de rosas. Kurzweil tomou o cuidado de alertar quando ao risco do avanço no campo da inteligência artificial. “O fogo nos matém aquecidos e nos permite cozinhar, mas também queima nossas casas. Toda tecnologia tem seu potencial e seu risco”, declarou.

O filósofo Nick Bostrom, autor do livro Superintelligence: Paths, Dangers, Strategies, em 2014, disse que seria uma “grande tragédia” caso a inteligência artificial nunca chegasse a ser desenvolvida. “Acredito que o caminho para o melhor futuro possível é pela criação de máquinas inteligentes, em algum momento”, afirmou o filósofo, em entrevista ao IB Times.

Em contrapartida, importantes personalidades do mundo científico já se disseram preocupadas com os problemas que as máquinas podem trazer no futuro. A lista de nomes conta com Steve Wozniak, Stephen Hawking e Elon Musk. Este último, CEO da Tesla Motors e da SpaceX, chegou a doar 10 milhões de dólares para evitar que os robôs se tornem um perigo efetivo.

Kurweil é reconhecidamente conhecido por fazer previsões ousadas, porém, acertadas. Para 2009, ele deu 147 palpites e 86% deles estavam corretos. Seis anos atrás, o diretor do Google disse que as pessoas usariam prioritariamente computadores portáteis e que haveriam telas de PCs em armações de óculos. Kurzweil admite, entretanto, que acreditou que teríamos carros voadores em 2009.

Em 2013, o diretor do Google chegou a afirmar que os humanos poderão viver para sempre devido ao avanço tecnológico que acontecerá nos próximos 20 anos. Em outra ocasião, ele disse que a singulariadade tecnológica, ou seja, quando as máquinas se tornarem mais inteligentes que os homens, ocorrerá em 2045.

Fonte: CNN Money

Motor e gerador que funcionam a partir da evaporação da água

Em junho deste ano pesquisadores da Universidade de Colúmbia, situada nos Estados Unidos, conseguiram demonstrar que é possível construir motores que são alimentados pela evaporação da água.

Os cientistas optaram por construir um motor rotativo que impulsiona um carrinho de brinquedo e um motor-gerador que é acionado por um pistão, gerando eletricidade suficiente para acender um LED. Os dois são acionados pela umidade gerada pela evaporação de uma pequena quantidade de água.

O projeto foi desenvolvido para que a técnica inicial consiga alcançar grandes dimensões, gerando “energia verde” a partir de grandes geradores flutuantes instalados no oceano ou em represas.

O professor Ozgur Sahin, coordenador da equipe afirma que “a evaporação é uma força fundamental da natureza. Ela está em todos os lugares, e é mais potente do que outras forças, como as do vento e das ondas”. E que esse foi um dos principais motivos na hora de desenvolver a teoria.

O mecanismo

Os equipamentos não funcionam de maneira direta da água se vaporizando na atmosfera. Eles seguem um mecanismo baseado no comportamento de esporos bacterianos, que incham e se encolhem em resposta a variações na umidade. No caso desse projeto, foram usados esporos de Bacillus subtilis.

Para construir o motor flutuante a pistão, os esporos foram colados nos dois lados de uma fita plástica flexível, espaçados com perfeição, mas de forma que os esporos de um lado da fita correspondam aos espaços vazios do outro lado.

Quando o ar seca os esporos, eles encolhem, curvando a fita onde estão fixados, fazendo-a ondular e encurtar. Se um dos dois lados da fita estiver ancorado, ela puxa o que estiver preso do outro lado. Inversamente, quando o ar fica úmido, os esporos incham, fazendo a fita se distender, liberando a força e gerando o movimento de pistão.

O resultado de todo esse processo é um novo tipo de músculo artificial que é controlado alterando a umidade no seu entorno. Vários deles foram postos lado a lado no interior de um cilindro plástico e de um sistema fechado de persianas, no interior dos quais a evaporação varia a umidade do ar, movimentando os mecanismos.

Resultados

Nos experimentos feitos pela equipe, uma superfície de oito centímetros quadrados de água produziu uma média de 2 microwatts de energia, embora os pesquisadores relatem ter medido picos de até 60 microwatts.

Fazendo os cálculos, os cientistas estimam que uma versão com mais esporos e fitas com propriedades mais adequadas poderá gerar mais energia por área do que uma fazenda eólica de aerogeradores.

Que beleza seria isso, não? Vamos aguardar os avanços do projeto.

FONTE: Inovação tecnológica

Conheça os sensores que evitam desperdício de água

Como se já não bastasse desenvolver um sensor, a Embrapa desenvolveu dois tipos de sensores que conseguem determinar a umidade do solo e, a partir disso, evitar irrigação desnecessária, o excesso ou a falta de água.

Esse sensores ainda têm a vantagem de poder ser produzidos com diferentes especificações, o que possibilita sua adaptação a diferentes necessidades e a um custo competitivo. Inclusive, são esse fatores que permitem que empresas brasileiras e norte-americanas já estejam se preparando para colocar os sensores no mercado.

Os dispositivos também contarão com versões para a agricultura e também para jardins e hortas domésticas. E outro ponto positivo dos sensores é que eles não sofrem alterações dependendo da salinidade, o que ocorre com a maioria das tecnologias convencionais.

Um dos sensores recebeu o nome de sensor diédrico. Ele é formado por duas placas, que podem ser de vidro ou cerâmica. Esse sensor pode ser de leitura visual, pneumática ou elétrica e tem um funcionamento similar ao de um termômetro, com a diferença de que, em vez de temperatura, ele mede a tensão de capilaridade, a força com que a umidade é retida no solo e nos substratos.

O segundo instrumento foi batizado de sensor IG e é formado por um bloco de cerâmica poroso contendo, em seu interior, partículas de dimensões adequadas, que podem ser esferas de vidro, por exemplo. O diâmetro das esferas de vidro determina a faixa de umidade do solo medida em uma escala de tensão ou força com que a água está retida.

FONTE: Embrapa