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Classes de temperaturas

Os equipamentos também são classificados em função da temperatura máxima que pode ser atingida(base 40 °C) na superfície externa dos invólucros, em contato com as misturas explosivas.

Os equipamentos do grupo 1 têm temperatura externa limitada em 150°C(quando houver possibilidade de acúmulo de pó de carvão), e até 450°C(quando o acúmulo for impossibilitado por medida confiável).

Os equipamentos do grupo 2 são normalizados para seis classes de temperatura:
T1. Temperatura de superfície até 450°C.
T2. Temperatura de superfície até 300°C.
T3. Temperatura de superfície até 200°C.
T4. Temperatura de superfície até 135°C.
T5. Temperatura de superfície até 100°C.
T6. Temperatura de superfície até 85°C.

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Classificação dos Equipamentos

Os equipamentos elétricos, de acordo com as suas características, suas funções e seus invólucros, são subdivididos em grupos:

Grupo 1: Equipamentos construídos para instalações onde há presença de gás metano, (minas de
carvão). Neste grupo não há sub-grupos.
Grupo 2: Equipamentos destinados a instalações em todas as demais áreas classificadas. Neste grupo 2, há sub-grupos, para tipos de proteção diferentes (d – a prova de explosão e i – segurança intrínseca).

São normalizados os três seguintes sub-grupos:
• Produto característico – metano;
• Produto característico – etano;
• Produto característico – hidrogênio.

Os subgrupos reúnem os equipamentos segundo critérios experimentais;(MESG – maximum experimental safe gap) para tipo d e MIC(minimum ignition current) para tipo i.

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Classificação das Áreas

Estabelecido que exista a probabilidade de que se formem misturas explosivas, em um determinado local, deve ser definida a classificação desse local, segundo critérios já estabelecidos em normas, de acordo com o grau de probabilidade da presença de atmosfera explosiva, como segue:

• Zona 0 – em que a mistura explosiva é encontrada permanentemente ou na maior parte do tempo;
• Zona 1 – em que a mistura explosiva é provável durante a operação normal, mas quando ocorrer, será por tempo limitado;
• Zona 2 – em que a mistura explosiva só é provável em caso de falhas do equipamento ou do processo. O tempo de duração desta situação é curto.

A delimitação das zonas, na classificação de áreas é dependente de vários fatores em que se destacam, as características dos produtos componentes da mistura, as quantidades que podem ser liberadas para o ambiente, a ventilação local e outros.

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Atmosfera Explosiva

Misturas de substâncias inflamáveis com o ar na forma de: gás, vapor, névoa, poeira ou fibras, na qual após a ignição, a combustão se propaga através da mistura.

A potencialidade dos danos devidos à propagação descontrolada de uma ignição não desejada exige que nossa atenção se prenda á eliminação dos fatores determinantes da combustão.

Há muito sabemos que para a combustão, necessitamos de três elementos básicos: ocombustível, o comburente e a fonte de ignição, que se constituem no famoso triângulo do fogo.

Se pudermos eliminar o combustível, eliminamos o problema.

Se eliminarmos o comburente(o oxigênio), também teremos eliminado o problema, mas em condições ambientais não é muito simples.

Se eliminarmos às fontes de ignição, também poderemos resolver o problema. Ocorre que muitas vezes não podemos eliminar nenhum dos três e então devemos nos voltar ao controle das fontes de ignição. São vários os métodos aplicados para eliminar ou controlar fontes de ignição, como também são diferentes os níveis de controle exigidos para as circunstâncias especificas de cada local.

Essas variáveis exigem que antecipadamente se realize uma classificação da área.

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Áreas Classificadas

Áreas classificadas são regiões dentro do ambiente de trabalho nas quais a probabilidade da presença de uma atmosfera explosiva é significativa. Por isso, torna-se necessária a instalação de precauções para a construção, instalação e utilização de equipamentos elétricos.

Para um primeiro enfoque sobre as instalações elétricas em áreas classificadas, é fundamental que seja conceituado o que se entende por “instalações elétricas á prova de explosão”. Essas instalações frequentemente são confundidas com instalações: a prova de pó, a prova de gases ou vapores, e até blindadas a prova de tempo. As instalações em áreas chamadas classificadas, possuem características muito específicas e variáveis, de acordo com os ambientes, substâncias e equipamentos envolvidos.

Procedimentos gerais

Todo e qualquer trabalho em ambiente confinado terá no mínimo, duas pessoas, sendo uma delas denominada vigia. Desenvolver e implementar procedimentos para os serviços de emergência especializado e primeiros socorros para o resgate dos empregados em ambientes confinados.

Desenvolver e implementar um procedimento para preparação, emissão, uso e cancelamento de permissões de acesso.

Desenvolver e implementar procedimentos de coordenação e de acesso que garantam a segurança
de todos os trabalhadores, independentemente de haver diversos grupos de empregados no local. Interromper as operações de entrada sempre que surgir um novo risco de comprometimento dasaúde e segurança dos empregados.

Circunstâncias que requerem a revisão da permissão de entrada em espaços confinados, porém não limitada a estas:
A. Qualquer entrada não autorizada num ambiente confinado;
B. Detecção de um risco no ambiente confinado não coberto pela permissão;
C. Detecção de uma condição proibida pela permissão;
D. Ocorrência de um dano ou acidente durante a entrada;
E. Mudança no uso ou na configuração do ambiente confinado;
F. Queixa dos trabalhadores sobre a segurança e saúde do trabalho.

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Equipamentos

Deverão estar disponíveis os seguintes equipamentos, funcionando adequadamente e assegurando a utilização correta:

• Equipamento de sondagem inicial e monitorização continua da atmosfera, calibrado e testado antes do uso, adequado para trabalho em áreas potencialmente explosivas. Os equipamentos que forem utilizados no interior dos espaços confinados com risco de explosão deverão ser intrinsecamente seguros e protegidos contra interferência eletromagnética e radiofrequência, assim como os equipamentos posicionados na parte externa dos ambientes confinados que possam estar em áreas classificadas;

• Equipamento de ventilação mecânica para obter as condições de entrada aceitáveis, através de insuflamento e/ou exaustão de ar. Os ventiladores que forem instalados no interior do ambiente confinado com risco de explosão deverão ser adequados para trabalho em atmosfera potencialmente explosivas, assim como os ventiladores posicionados na parte externa dos ambientes confinados que possam estar em áreas potencialmente explosivas;

• Equipamento de comunicação, adequado para trabalho em áreas potencialmente explosivas;

• Equipamentos para atendimento pré-hospitalar;

• Equipamento de iluminação, adequada para trabalho em áreas potencialmente explosivas.

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Programa de Entrada em Espaço Confinado

Manter procedimento de acesso;
• Implantar as medidas necessárias para prevenir as entradas não autorizadas;
• Identificar e avaliar os riscos dos espaços confinados antes da entrada dos empregados;
• Providenciar treinamento periódico aos empregados envolvidos com ambientes confinados quanto aos riscos a que estão expostos, medidas de controle e procedimentos seguros de trabalho;
• Documentar os procedimentos de acesso em locais confinados, para supervisores, vigias e empregados autorizados com os respectivos nomes e assinaturas;
• Manter um plano de emergência o qual será de conhecimento dos empregados, incluindo equipamentos em perfeitas condições de uso.
• Providenciar exames médicos admissionais, periódicos e demissionais – ASO – Atestado de
Saúde Ocupacional.
• Manter o espaço confinado devidamente sinalizado e isolado, providenciando barreiras para
proteger os terceiros para que não entrem na instalação;
• Proceder as manobras de travas e bloqueios, quando houver necessidade;
• Efetuar teste de resposta do equipamento de detecção de gases;
• Realizar a avaliação da atmosfera para detectar gases ou vapores inflamáveis, gases ou vapores tóxicos e concentração de oxigênio;
• Avaliar a atmosfera quanto à presença de poeiras, quando reconhecido o risco;
• Purgar, inertizar, lavar ou ventilar o espaço confinado, para eliminar ou controlar os riscos atmosféricos;
• Avaliar os riscos físicos, químicos, biológicos e/ou mecânicos.

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Ambientes e Espaços Confinados

O ambiente confinado existe ou pode vir a existir na maioria dos locais de trabalho. Não existem estatísticas nacionais referentes a acidentes em ambientes confinados, no entanto, o índice de acidentes nesse tipo de espaço é elevado e diversas vezes eles são fatais. Uma das principais causas relacionadas a essas adversidades é a falta de informação das pessoas que tem que realizar atividades neles. No Brasil a Norma Regulamentadora 33 (NR33) trata especificamente sobre esse tema e no conteúdo de outras normas eles também são explorados.

Definição

Um espaço confinado pode já existir no local de trabalho, como parte dele, por exemplo, um contêiner, ou algum ambiente pode se tornar confinado, por exemplo, uma caixa de água enquanto exerce a função de reservatório não é um espaço confinado, mas quando é necessário realizar a limpeza dela, se torna um. Por isso é importante ter atenção a definição de ambientes confinados da NR33: “Qualquer área ou ambiente não projetado para a ocupação humana contínua, que possua meios limitados de entrada e saída, cuja ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir a deficiência ou enriquecimento de oxigênio.”

Reconhecimento de um espaço confinado

A dificuldade de identificar um ambiente confinado e seus riscos parte dessa definição e das diversas características que podem interferir na ação humana naquele local. Para reconhecer um espaço confinado é preciso que o trabalhador esteja atento ao potencial de risco, os processos executados, os produtos e equipamentos utilizados e em relação à atmosfera (o ar) daquele ambiente.

Permissão de entrada e para trabalhos a quente

Para toda atividade em espaços confinados é necessária a elaboração de uma permissão de entrada. Essa documentação cria um padrão na empresa e de fácil reconhecimento por todos que tenham algum envolvimento com atividades que envolvam o trabalho em ambientes confinados. Nela são definidas as condições para entrada, os riscos inerentes à atividade e a validade para a permissão naquele ambiente. Além disso, é indispensável a presença de um funcionário como vigia das atividades e que esteja hábil a prestar socorro em situações de emergência. Além dessa permissão, quando necessário o uso de equipamentos com chama e que possam elevar a temperatura do ambiente, é necessária a obtenção para trabalho a quente, que é disponibilizada após a verificação do estado do ambiente.

Riscos ambientais

Nesse tipo de atividade existem diversos riscos ambientas que podem interferir na execução do trabalho e afetar a vida dos funcionários, quando expostos sem controle e proteção.

– Misturas inflamáveis: concentração de componentes que esteja entre o limite inferior de explosividade e o limite superior de explosividade.
– Fumaça: nuvens de fumaça ou componentes no ar que obstruam a visão a uma distância de 1,52m ou menos.
– Concentração de oxigênio: concentração abaixo de 19,5% de oxigênio no ar, o que impossibilita a respiração e leva ao excesso de gases nocivos. E também concentrações superiores a 22% o que leva ao excesso de oxigênio e a delírios e outros problemas.

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Outros meios para trabalho em altura: Uso de escadas

A escada portátil (ou de mão) deve ser adquirida de fornecedores cadastrados que atendam as especificações técnicas de cada empresa (tamanho, capacidade máxima etc.).

Classificação das escadas:
• Escada simples (singela) – é aquela constituída por dois montantes interligados por degraus;
• Escada de abrir – é aquela formada por duas escadas simples ligadas entre si pela parte superior por meio de dobradiças resistentes;
• Escada de extensão ou prolongável – é aquela constituída por duas escadas simples que se deslizam verticalmente uma sobre a outra, por meio de um conjunto formado por polia, corda, trava e guias.

Requisitos gerais
As escadas portáteis (de mão) devem ter uso restrito para acesso a local de nível diferente e para execução de serviços de pequeno porte e que não exceda a capacidade máxima suportada pela mesma. Para serviços prolongados recomenda- se a instalação de andaimes. Serviços que requeiram a utilização simultânea das mãos somente podem ser feitos com escada de abrir com degrau largo ou utilização de talabarte envolto em estrutura rígida. Toda a escada deve ter uma base sólida, antiderrapante, com extremos inferiores (pés) nivelados. Não utilize escadas com pés ou degraus quebrados, soltos, podres, emendados, amassados, trincados ou rachados, ou faltando parafuso ou acessório de fixação. Escada defeituosa deve ser imediatamente retirada de uso. A escada deve ser apoiada em piso sólido, nivelado e resistente, para evitar recalque ou afundamento. Não apoie em superfícies instáveis, tais como, caixas, tubulações, tambores, rampas, superfícies de andaimes ou ainda em locais onde haja risco dequeda de objetos. Em piso mole, providenciar uma base sólida e antiderrapante para a mesma. Em locais de trânsito de veículos, a escada deve ser protegida com sinalização e barreira. As escadas portáteis não devem ser posicionadas nas proximidades de portas, em áreas de circulação de pessoas ou máquinas, onde houver risco de queda de materiais ou objetos, nas proximidades de aberturas e vãos e próximo da rede elétrica e equipamentos elétricos desprotegidos. Quando for necessário utilizar próximo à portas, estas devem estar trancadas, sinalizadas e isoladas para acesso à área.

As ferramentas utilizadas para o trabalho não devem estar soltas sobre a escada, a não ser que tenha bandeja apropriada para esta função. Ao executar serviços, os pés do usuário devem estar sobre os degraus da escada. É obrigatório o uso de cinturão de segurança tipo paraquedista em trabalhos de pequeno porte acima de 2 metros de altura. O mesmo deve ser fixado em um ponto de ancoragem, fora da escada, exceto uso de talabarte para posicionamento envolto em estrutura rígida.

(Ex.: serviço no poste).
Quando este procedimento não for possível utilizar andaime ou plataforma elevatória. A escada deve ser acondicionada em local seco, longe de umidade ou calor excessivo. Deve ficar em posição horizontal e apoiada em vários pontos, de acordo com o seu tamanho para evitar empenamento. Após sua utilização, a escada deve retornar ao seu local de origem. Não deixar a mesma abandonada no chão, nem apoiada contra paredes e estruturas.

Nenhuma escada deve ser arrastada, ou sofrer impactos nas laterais e degraus.É permitido que a madeira seja protegida com verniz translúcido ou óleo de linhaça, que permita ver suas falhas. As escadas de madeira não devem apresentar farpas, saliências ou emendas. A madeira para confecção deve ser de boa qualidade, estar seca, sem apresentar nós e rachaduras que comprometam a sua resistência. Os degraus devem permanecer limpos, livres de óleos, graxas e produtos químicos.Nunca fique nos últimos degraus de uma escada. Deve-se deixar, no mínimo, dois degraus da extremidade superior.

Escada simples
As escadas simples devem ser amarradas no ponto de apoio, de modo a evitar escorregamento ou
quedas frontais ou laterais. Quando não for possível, outro empregado pode segurá-la. A extremidade superior das escadas simples deve ultrapassar em cerca de um metro o ponto que se
deseja atingir para acesso. A distância horizontal da base à linha de prumo que passa pelo apoio superior deve corresponder a ¼ da distância entre a base e o apoio superior, ou seja, para uma parede de 4 metros de altura, a base da escada deve estar afastada de 1 metro da parede. O espaçamento entre os degraus deve ser uniforme, entre 25 a 30 centímetros. O espaçamento entre os montantes deve estar entre 45 a 55 centímetros.

Quando construídos de madeira, os montantes e degraus das escadas devem atender aos seguintes requisitos:

Escada de abrir
Devem ter comprimento máximo de 6 metros, quando fechada e devem possuir degraus largos.
Devem possuir tirantes ou limitadores de curso (corrente ou separador resistente articulado) dispostos em pontos intermediários de sua extensão. Quando aberta, os tirantes devem permanecer na posição de abertura máxima. Isso trava a escada, impedindo assim, deslocamentos bruscos. Não é permitido o uso de cordas, arames ou fios como limitadores de curso. Recomenda-se que, quando na posição aberta, a distância entre as extremidades inferiores das duas partes seja de aproximadamente 2/3 da extensão. A distância mínima entre os montantes no topo da escada deve ser de 30 centímetros. O ângulo formado entre os montantes deve ser tal que a distância entre eles aumente de 5 centímetros para cada 30 centímetros de altura.

Este tipo de escada não deve ser utilizado como escada de apoiar. Nunca apoiar um dos montantes com calço ou tijolo. Deve ser dada atenção especial quanto ao estado de conservação dos tirantes, dobradiças, pinose ferragens de articulações.

Escada de extensão ou prolongável

A sobreposição entre as extensões (das escadas) deve ser de, no mínimo, 1 metro. Quando a escada estiver estendida, a corda deve ser bem esticada e amarrada nos degraus de base, para não ficar no chão e garantir que a seção superior não caia, em caso de abertura das catracas.

Deve ser dada atenção especial quanto ao estado de conservação da escada bem como da carretilha, corda, montantes, degraus, travas, base, etc. As escadas extensíveis devem ser transportadas por 2 homens, utilizando o mesmo lado do ombro e com o segmento móvel da escada para fora, devendo permanecer amarradas e sinalizadas com bandeirolas. Ao transportar as escadas no veículo, elas devem ser amarradas e sinalizadas com bandeirolas.

Nem todo local é adequado para posicionar a escada e executar o serviço. Durante o planejamento
deve-se verificar:
• As condições do piso;
• Nos postes de madeira, redobrar a atenção, pois a base do poste pode estar podre;
• Ferragens expostas ou soltas; • Existência de insetos ou animais peçonhentos;
• Verificar se as catracas realmente atuaram no travamento do segmento móvel.

As escadas devem ser posicionadas e amarradas em postes, suporte de escadas, cruzetas e fachadas, devendo permanecer afastadas da base do ¼ em relação ao ponto de apoio. Utilizar nivelador em caso de piso com desnível.

Quando o empregado subir, o outro que está no solo deve segurar a escada pelos montantes, escorando com os pés nas suas extremidades durante a subida deste até que a mesma seja amarrada. A escada foi projetada para suportar o peso de um homem trabalhando, por isso o içamento de materiais ou ferramentas deve ser feito através de carretilha.

Só após a escada amarrada o empregado do solo poderá soltar a escada, mas deverá acompanhar atentamente a tarefa do empregado na escada. Se for necessário apoiar a escada em fachadas, onde não existir a possibilidade de amarração damesma, o trabalhador do solo deve segurar a escada e permanecer na base apoiando os péssuas extremidades.

Uso de cesta aérea
Confeccionadas em PVC, revestidas com fibra de vidro, normalmente utilizadas em equipamentos elevatórios (Gruas), tanto fixas como móveis, neste caso em caminhões com equipamento guindauto, normalmente acoplada a grua (guindauto).

Pode ser individual em ambos os casos ou dupla em grua fixa. No caso de atividades em linha viva
ao contato, pelas suas características isolantes e devido a melhor condição de conforto em relação a escada. Os movimentos da cesta possuem duplo comando (no veículo e na cesta) e são
normalmente comandados na cesta. Tanto as hastes de levantamento como a cesta devem sofrer
ensaios de isolamento elétrico periódico e possuir relatório das avaliações. O empregado deve amarrar-se à cesta aérea através de talabarte e cinturão de segurança utilizando todos os equipamentos de segurança.

Quanto ao veículo o trabalhador deverá: • Manter o piso limpo; • Atentar para subida e descida da
cesta aéreas apoiando no suporte; • Não pular, • Não utilizar o suporte ou escada de acesso.

Uso de andaime
O andaime, após montado, deve atender aos seguintes requisitos: Dispor de sistema de guardacorpo e rodapé de proteção em todo o seu perímetro. Deve ficar perfeitamente na vertical, sendo necessário para terrenos irregulares a utilização de placa de base ajustável (macaco). Para torres de andaime com altura superior a quatro vezes a menor dimensão da base de apoio é obrigatória sua fixação em estrutura firme que apresente resistência suficiente e não comprometa o perfeito funcionamento da unidade.

Quando não for possível, a torre deve ser estaiada. A plataforma de trabalho dos andaimes deve ter
forração completa, antiderrapante, ser nivelada e fixada de modo seguro e resistente.

Os pisos da plataforma de trabalho não podem ultrapassar em 25 centímetros as laterais dos andaimes. Não é permitido nenhum tipo de frestas nos pisos, que ocasionem queda de ferramentas, tropeções ou torções. O vão máximo permitido entre as pranchas deve ser de 2 centímetros. Se houver necessidade de sobrepor um piso no outro no sentido longitudinal do mesmo, esta sobreposição deverá ser de, no mínimo, 20 centímetros e só pode ser feita nos pontos de apoio. As plataformas de trabalho dos andaimes coletivos devem possuir uma largura mínima de 90 centímetros.

As plataformas de trabalho dos andaimes individuais devem possuir largura mínima de 60 centímetros. Possuir escada de acesso à plataforma de trabalho com gaiola ou trava-queda (para andaime com altura superior a 2 metros). Andaimes sobre rodízio só podem ser montados em áreas com piso firme e nivelado com possibilidade de livre deslocamento. Os andaimes sobre rodízio não podem ter mais do que 5 metros de altura até o guarda-corpo da última plataforma. Todos os rodízios do andaime devem possuir travas e estar em perfeitas condições de uso, para evitar que o andaime se movimente quando da sua utilização. Devem ser tomadas precauções especiais quando da montagem, desmontagem e movimentação de andaime próximo a circuitos e equipamento elétricos.

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