Desidratação – falta de água no corpo

Desidratação – falta de água no corpo

O consumo de água em quantidades significativas é muito importante para o bem estar e para boas condições de saúde. A desidratação pode ter início sem que a pessoa perceba e, caso não tratada, evoluir para casos mais graves. A atenção ao consumo de água e às condições ambientais pode ser importante para evitar a instauração da doença.

Quando uma pessoa está desidratada, significa que o corpo dela apresenta deficiência de água e também de sais minerais e fluídos importantes para o funcionamento normal do corpo. O quadro de desidratação se instaura se a quantidade de água que é eliminada pelo corpo não for reposta adequadamente. A eliminação acontece diariamente através do suor, da respiração, da urina, das fezes e das lágrimas e, em casos mais graves da desidratação, a eliminação de água também acontece devido a vômitos, à diarreia e a febre.

Sinais da desidratação

A desidratação tem características bem específicas e que podem ser facilmente percebidas. A sede exagerada, boca e peles secas, diminuição da sudorese e olhos profundos são sinais fortes da doença. Além disso, sonolência, dor de cabeça, tonturas, fraqueza, cansaço e o aumento da frequência cardíaca podem indicar a existência da desidratação. Em casos mais graves da doença esses sinais são intensificados e outros podem surgir, como a queda de pressão, perda de consciência, convulsões e até mesmo a morte.

Prevenção e tratamento

Para evitar a instauração dessa doença é importante o consumo diário de água.  O Ministério da Saúde recomenda um consumo mínimo de 2 litros de água. No entanto, essa quantidade pode variar de acordo com a constituição física da pessoa, a temperatura ambiental, atividades físicas exercidas. Durante atividades físicas ou ao realizar trabalhos em locais expostos ao sol e temperaturas elevadas, é recomendado um consumo maior de água. Além disso, o uso de roupas leves e boa higiene são costumes muito importantes.

Uma vez instaurada a desidratação em casos leves a hidratação de forma gradual e leve na maioria das vezes é suficiente. O uso de eletrólitos é bastante eficaz por possuírem sais e fluídos importantes em maior quantidade do que a água. Em casos mais graves é importante buscar atendimento médico.

*Fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/temas/desidratacao#topBoxConsulteme. http://drauziovarella.com.br/envelhecimento/desidratacao/

A origem da energia elétrica

Para executarmos diversas atividades em nossas vidas necessitamos de energia elétrica. Para usufruirmos da eletricidade é preciso uma estrutura que forneça constantemente energia elétrica, e no Brasil a maior fonte dessa energia tem origem hidráulica.

Nascendo das águas dos rios a fonte de energia hidráulica é gerada a partir de uma usina hidrelétrica. Para ser instalada uma usina o rio precisa ter condições favoráveis, como o volume hídrico, vazão e quedas d’água, sendo assim estudos técnicos e ambientes são realizados antes de realizar a instalação.

A função de uma usina é reter uma parte do rio para formar um reservatório, essa água que fica retida é levada à casa de força, onde estão localizadas as turbinas, que faz com que a energia da água e, movimento se torne energia mecânica. A rotação gerada é transmitida para os geradores, que são os equipamentos que transformam a energia mecânica em elétrica. A água volta ao rio deixando as turbinas através do canal de fuga, enquanto isso a energia produzida pelos geradores vai para a subestação da usina, onde a eletricidade toma as linhas de transmissão do SNI (Sistema Interligado Nacional) e chega aos consumidores.

Toda essa infra-estrutura onde milhares de profissionais estão a todo o tempo envolvidos faz com que a energia elétrica chegue nas residências, para que podemos desfrutar de todas as vantagens e beneficios que utilizamos hoje em nossas vidas.

*Fonte: http://www.edpescelsa.com.br/energia/pesquisadores_estudantes/energia_eletrica/caminhos_energia/caminhos_energia.asp

Geração de energia eólica

A energia eólica é utilizada pela humanidade há milhares de anos como forma de auxílio em diversas atividades. Um dos primeiros usos encontrados para a força dos ventos foi na movimentação de embarcações com o uso das velas. Outro importante uso foi a partir da captação da energia dos ventos por hélices e convertendo a energia resultante para a moagem de grãos ou no bombeamento de água.

Em vista da crescente preocupação em relação ao uso de energias renováveis e menos poluentes, a energia eólica se mostra como uma alternativa importante e de relativo baixo custo. A geração de energia elétrica a partir da força dos ventos é realizada a partir da implantação de grandes turbinas, na forma de cata-vento, que são inseridas em espaços abertos que proporcione correntes de ar com relativa constância e força.

Na geração de energia elétrica, as pás do cata-vento giram com a passagem do ar por elas e a energia cinética proveniente desse movimento coloca em trabalho o gerador da turbina. Esse equipamento transforma a energia mecânica resultante em energia elétrica que é armazenada em baterias ou transferida para estações no caso de parques eólicos.

Vantagens e desvantagens

Essa forma de produção de energia apresenta diversas vantagens, não emite gases poluentes, os parques eólicos são compatíveis com outros usos do terreno e existe grande capacidade de produção no mundo. No entanto, ela também apresenta pontos negativos, os campos eólicos apresentam taxa significativa de poluição sonora e visual e podem afetar a rotina dos animais na região. Também é muito importante que seja realizado um estudo da área de implantação, já que sem ventos suficientes, os geradores podem ter funcionamento abaixo do necessário para a geração de energia.

Devido à intermitência da produção, uma vez que mesmo com estudos bem realizados os ventos na região não são constantes, a energia eólica não pode ser utilizada como forma exclusiva de produção. No entanto, em conjunto a outras formas, ela pode ser significativa para a diminuição da poluição e de custos em longo prazo.

*Fonte: http://livrodeciencias.blogspot.com.br/2011/11/transformacao-de-energia-mecanica-para.html. http://www.brasilescola.com/fisica/energia-eolica.htm.
http://www.suapesquisa.com/o_que_e/energia_eolica.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Energia_e%C3%B3lica

Os efeitos da exposição solar

A exposição direta e constante aos raios solares pode ser muito prejudicial ao ser humano, causando diversas doenças. O período mais perigoso para a exposição aos raios ultravioleta é entre as 10h e 16h, quando a incidência e intensidade são maiores. Mesmo a vermelhidão e o leve arder da pele já são sinais de uma exposição prolongada acima do que a corpo suporta.

Sempre que se fala de exposição solar, também se fala sobre o índice ultravioleta (IUV). Esse índice é uma forma de medir a intensidade dessa radiação com condição de céu claro e sem nuvens, quando a intensidade é máxima. Vários fatores influenciam a intensidade, ela varia em relação à localização geográfica, a hora do dia, a estação do ano e a condição climática. A Organização Mundial de Saúde classifica este índice em 5 categorias, relacionadas diretamente a intensidade. Cada índice possui efeitos característicos e medidas de proteção específicas, mas para todos eles é importante o uso de chapéu, óculos escuros, roupa confortável e protetor solar com fator de proteção mínimo 15 e aplicado 30 minutos antes da exposição e periodicamente.

O trabalho sob o sol é uma rotina em diversas profissões e executado principalmente no horário mais perigoso em relação aos efeitos solares. Os efeitos da radiação solar são cumulativos durante a vida, de forma que, na maioria das vezes, as lesões são observadas após os 30 anos. Além de queimaduras, envelhecimento da pele devido a exposição solar, manchas, dentro outras doenças, o principal risco da exposição aos raios solares é caracterizado pelo câncer de pele, que pode ser até mesmo fatal.

Por isso é importante a prevenção e o cuidado para diminuir a exposição aos raios solares. O uso constante do protetor solar e de vestimentas apropriadas, aliado a exposição reduzida no período de radiação mais nocivo, pode até mesmo evitar o surgimento dessas doenças.

*Fonte: http://www.inca.gov.br/situacao/arquivos/causalidade_exp_solar.pdf. http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/riscos.htm

Horário de pico em consumo de energia elétrica

O período do dia entre as 17h30 e 20h30 onde acontece o maior consumo de energia é chamado de horário de ponta ou horário de pico. Para as empresas concessionárias é o momento onde a demanda de energia para consumo tem de aumentar.

Neste período a maioria das pessoas está em casa, tomando banho, ligando as luzes e eletrodomésticos, é também o momento em que a iluminação pública das cidades começa a funcionar. Além disso, uma boa parte do comércio e da indústria ainda não parou de trabalhar.

No horário de pico o fornecimento de energia elétrica pelas concessionárias é mais crítico, o valor das tarifas também são mais caros, fazendo com que algumas indústrias e empresas reduzam a utilização das máquinas neste período para fazer com que o valor da conta de energia elétrica seja reduzido.

Para reduzir o pico de consumo foi criado o horário de verão com o objetivo de fazer com que o momento em que as luzes de iluminação pública fosse diferente do horário em que as pessoas estão em suas casas utilizando mais energia.

*Fonte: http://www.edpescelsa.com.br/energia/pesquisadores_estudantes/energia_eletrica/curiosidades

Sobre aparelhos 220 Volts e 110 Volts

Os aparelhos de 220 Volts necessitam de um padrão de entrada de energia bifásico ou trifásico, pois deve ter no mínimo duas fases (bifásico) de 110 Volts, o que somado se torna 220 Volts. Já o monofásico tem apenas uma fase em 110 Volts e um neutro, ou seja, sem tensão. O mesmo se aplica aos padrões trifásicos, que possuem três fases.

Um aparelho ligado em 220 Volts consome menos ligado em 110 Volts, sendo que isso é representado pelas perdas de aquecimento no fio, já que em 110 Volts a corrente passa por apenas um fio, em 220 Volts a corrente é dividida fazendo com que os fios sejam menos aquecidos evitando perdas de calor. Em relação ao consumo do aparelho não há diferença, o gasto é o mesmo, o consumo está relacionado à potência do aparelho multiplicado pelo tempo de utilização, não sendo associado diretamente é tensão.

*Fonte: http://www.edpescelsa.com.br/energia/pesquisadores_estudantes/energia_eletrica/curiosidades

Como funciona um chuveiro elétrico

O chuveiro é um dos itens mais importantes para a higiene humana. De forma simples um chuveiro é composto por um reservatório que recebe água e libera sua queda através de pequenos orifícios. Além disso, ele é composto por um diafragma e duas resistências, responsáveis pelo aquecimento da água.

Ao girarmos o registro, liberamos a entrada de água na câmara do chuveiro, ela entra com bastante pressão no interior do aparelho e por ser liberada pelos pequenos orifícios de forma lenta, acumula no interior do aparelho. Essa água empurra o diafragma que é onde estão afixados os conectores elétricos do aparelho até os contatos na parte superior que estão ligados a corrente elétrica, isso liga o chuveiro.

A partir disso, a corrente elétrica percorrer a resistência interna do chuveiro e esquentá-la e, com isso, a água no interior do chuveiro começa a ser esquentada. Nos chuveiros elétricos, o que regula a temperatura da água inverno e verão é a parte da resistência que é aquecida. Na posição inverno somente uma pequena parte é aquecida e com isso a temperatura é mais alta, já na posição verão toda a resistência é aquecida o que eleva menos a temperatura. Além disso, a quantidade de água no interior do equipamento também influência na temperatura, quando abrimos todo o registro, existe muita passagem de água, por isso, ela fica por menos tempo em contato com a resistência e aquece menos, já quando abrimos pouco o registro a pouca água fica por mais tempo no interior do chuveiro e esquenta mais.

Para desligarmos o chuveiro, precisamos somente fechar o registro de água. Dessa forma o equipamento é desligado porque a água, contida em seu interior, caí através dos orifícios e, com isso, o diafragma volta a descer e a desconectar dos conectores elétricos.

*Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-funciona-o-chuveiro-eletrico. http://www.brasilescola.com/fisica/funcionamento-chuveiro-eletrico.htm

Como ocorrem os curtos circuitos

Muitos acidentes são causados por curtos circuitos, um curto é definido pela rápida passagem de corrente elétrica acima do normal no circuito devido à redução da resistência nele, isso pode acontecer por defeitos, mal uso de equipamentos ou por contatos indevidos. A elevação da passagem de corrente pelo circuito faz com que surjam esforços mecânicos nos equipamentos e nos pontos de ligação e o aquecimento elevado de todo o sistema.

Essas características levam a reações violentas já que existe violenta dissipação de energia. Curtos envolvendo arcos elétricos tendem a acarretar em fagulhas, incêndios e explosões, além disso, um curto circuito no sistema pode levar ao surgimento de outros e a um efeito em cadeia.

Por isso é importante a existência de medidas de proteção contra curtos. Em médias e altas tensões, os equipamentos utilizados devem suportar os efeitos mecânicos gerados por um curto circuito e deve existir proteção contra os efeitos térmicos. Já no caso de baixas tensões, existem equipamentos limitadores que cortam a corrente no momento do curto.

Porém, mesmo com as proteções existentes nos circuitos e nos equipamentos, é importante que os usuários façam o uso responsável dos eletrônicos no dia-a-dia. Um fio solto, uma tomada com o plug torto e o descaso com os perigos da eletricidade, muitas vezes, podem ser o motivo de acidentes graves.

*Fonte: http://agoraeletrica.blogspot.com.br/2011/06/o-que-e-curto-circuito.html e http://www.brasilescola.com/fisica/curtocircuito.htm

Baterias de Lítio – energia por mais tempo

O uso de baterias é o que permite que nosso dia-a-dia possa ter as características que observamos atualmente. Sem baterias, todo equipamento precisaria estar sempre conectado a uma tomada para funcionar. Celulares, tabletes e vários outros produtos não existiriam e alguns, como computadores e carros, teriam características bastante diferentes.

O principal tipo de baterias em uso são as que funcionam a partir de íons de lítio. O lítio é um metal alcalino relativamente raro no planeta e após passar por diversos processos industriais ele é apresentado em forma de pequenas bobinas formadas por folhas de lítio de fina espessura. Junto a outros materiais essas bobinas são levadas a fornos, onde são aquecidas e moldadas, e por fim robôs realizam a produção dos contatos elétricos necessários na superfície, o que permite a comunicação eletrônica dos aparelhos com a bateria.

Esse processo caro é justificado pelas características das baterias de lítio, quando carregadas o lítio torna-se positivo e ao conectá-lo em qualquer produto negativo (sem carga no caso) ele transfere sua energia para o equipamento. Em condições normais de uso, uma dessas baterias dura entre 3 e 5 anos, isso é possível a partir do uso correto das baterias. Manter uma bateria de lítio carregada sempre que possível, não expor o equipamento a altas temperaturas e não usá-las até o limite, permite um significativo período de vida útil. Além disso, para que uma bateria de lítio perca completamente sua capacidade de carregamento (a perca acontece gradualmente com o uso, mas nunca é total), é necessário que 100% de sua energia seja gasta. Como as baterias atualmente contam com um gerencialmente inteligente, raramente isso acontece.

Por isso as baterias de lítio hoje em dia são as principais utilizadas no mercado, além de possuírem maior capacidade de armazenar energia, elas também têm uma vida útil mais longa do que outros tipos. No entanto, o bom uso é fundamental para extrair todas as características positivas do equipamento.

*Fonte: http://www.tecmundo.com.br/bateria/42123-como-sao-produzidas-as-baterias-de-litio-.htm e http://eletronicos.hsw.uol.com.br/baterias-ion-litium.htm

Novo player no mercado de iluminação

A CCE, fabricante de eletrônicos, anunciou que irá trabalhar com foco no mercado corporativo, abrindo uma nova unidade de negócios para a produção de lâmpadas de LED. O objetivo é produzir um grande catálogo de lâmpadas tubulares e luminárias de LED com alta eficiência enérgica e durabilidade.

Após um ano da compra da Lenovo, considerada a maior fabricante de PC’s do mundo, a CCE entra no mercado de lâmpadas LED como estratégia de se manter a única neste segmento.

De todos os novos produtos, podemos destacar as famílias de lâmpadas Downlight, Highbay e Street light, com a missão de atender projetos específicos de iluminação interna e externa de variando de acordo com a luz, cor e tamanho. A fábrica da empresa está localizada no polo industrial de Manaus.

“Temos a vantagem de nossa engenharia de produção estar no Brasil e de termos uma infraestrutura completa, o que nos permite atender os clientes de forma mais eficiente e desenvolver soluções customizadas de alta qualidade. Outra vantagem é o nosso suporte técnico, que está disponível aos clientes”, diz Vanderlei Ferreira, Gerente Geral divisão LED Lighting.

A família de lâmpadas Downlight é formada por luminárias redondas de 15 e 20cm, com potência de 14W, que auxiliam na decoração de escritórios e salas corporativas, podendo também ser aproveitadas em corredores e nos cantos dos ambientes. Por outro lado as lâmpadas Highbay, destinadas para ambientes industriais, possuem alta eficiência energética com potências que variam entre 70 e 130W. Já para ambientes externos, como por exemplo vias, ruas e avenidas, a iluminação correta é utilizando as lâmpadas Street Light, que tem grande fluxo luminoso e potências que variam entre 40 a 130W.

Uma das mais modernas tecnologias do mercado, a tecnologia LED, tem durabilidade média de 50 mil horas e pode reduzir o consumo de energia em 70% se comparada às lâmpadas tradicionais incandescentes. As lâmpadas LED não possuem mercúrio na composição, alem da baixa emissão de carbono.

“As lâmpadas de LED são responsáveis por uma revolução no mercado de iluminação, pois são produtos sustentáveis de alta durabilidade e eficiência, que além de diminuírem os custos com manutenção, reduzem o desperdício de energia e representam uma maior preservação do meio ambiente”, afirma Vanderlei Ferreira.

*Fonte: http://www.hmnews.com.br/noticias/item/713-novo-player-no-mercado-de-ilumina%C3%A7%C3%A3o.html