Como funciona um chuveiro elétrico

O chuveiro é um dos itens mais importantes para a higiene humana. De forma simples um chuveiro é composto por um reservatório que recebe água e libera sua queda através de pequenos orifícios. Além disso, ele é composto por um diafragma e duas resistências, responsáveis pelo aquecimento da água.

Ao girarmos o registro, liberamos a entrada de água na câmara do chuveiro, ela entra com bastante pressão no interior do aparelho e por ser liberada pelos pequenos orifícios de forma lenta, acumula no interior do aparelho. Essa água empurra o diafragma que é onde estão afixados os conectores elétricos do aparelho até os contatos na parte superior que estão ligados a corrente elétrica, isso liga o chuveiro.

A partir disso, a corrente elétrica percorrer a resistência interna do chuveiro e esquentá-la e, com isso, a água no interior do chuveiro começa a ser esquentada. Nos chuveiros elétricos, o que regula a temperatura da água inverno e verão é a parte da resistência que é aquecida. Na posição inverno somente uma pequena parte é aquecida e com isso a temperatura é mais alta, já na posição verão toda a resistência é aquecida o que eleva menos a temperatura. Além disso, a quantidade de água no interior do equipamento também influência na temperatura, quando abrimos todo o registro, existe muita passagem de água, por isso, ela fica por menos tempo em contato com a resistência e aquece menos, já quando abrimos pouco o registro a pouca água fica por mais tempo no interior do chuveiro e esquenta mais.

Para desligarmos o chuveiro, precisamos somente fechar o registro de água. Dessa forma o equipamento é desligado porque a água, contida em seu interior, caí através dos orifícios e, com isso, o diafragma volta a descer e a desconectar dos conectores elétricos.

*Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-funciona-o-chuveiro-eletrico. http://www.brasilescola.com/fisica/funcionamento-chuveiro-eletrico.htm

Como ocorrem os curtos circuitos

Muitos acidentes são causados por curtos circuitos, um curto é definido pela rápida passagem de corrente elétrica acima do normal no circuito devido à redução da resistência nele, isso pode acontecer por defeitos, mal uso de equipamentos ou por contatos indevidos. A elevação da passagem de corrente pelo circuito faz com que surjam esforços mecânicos nos equipamentos e nos pontos de ligação e o aquecimento elevado de todo o sistema.

Essas características levam a reações violentas já que existe violenta dissipação de energia. Curtos envolvendo arcos elétricos tendem a acarretar em fagulhas, incêndios e explosões, além disso, um curto circuito no sistema pode levar ao surgimento de outros e a um efeito em cadeia.

Por isso é importante a existência de medidas de proteção contra curtos. Em médias e altas tensões, os equipamentos utilizados devem suportar os efeitos mecânicos gerados por um curto circuito e deve existir proteção contra os efeitos térmicos. Já no caso de baixas tensões, existem equipamentos limitadores que cortam a corrente no momento do curto.

Porém, mesmo com as proteções existentes nos circuitos e nos equipamentos, é importante que os usuários façam o uso responsável dos eletrônicos no dia-a-dia. Um fio solto, uma tomada com o plug torto e o descaso com os perigos da eletricidade, muitas vezes, podem ser o motivo de acidentes graves.

*Fonte: http://agoraeletrica.blogspot.com.br/2011/06/o-que-e-curto-circuito.html e http://www.brasilescola.com/fisica/curtocircuito.htm

Baterias de Lítio – energia por mais tempo

O uso de baterias é o que permite que nosso dia-a-dia possa ter as características que observamos atualmente. Sem baterias, todo equipamento precisaria estar sempre conectado a uma tomada para funcionar. Celulares, tabletes e vários outros produtos não existiriam e alguns, como computadores e carros, teriam características bastante diferentes.

O principal tipo de baterias em uso são as que funcionam a partir de íons de lítio. O lítio é um metal alcalino relativamente raro no planeta e após passar por diversos processos industriais ele é apresentado em forma de pequenas bobinas formadas por folhas de lítio de fina espessura. Junto a outros materiais essas bobinas são levadas a fornos, onde são aquecidas e moldadas, e por fim robôs realizam a produção dos contatos elétricos necessários na superfície, o que permite a comunicação eletrônica dos aparelhos com a bateria.

Esse processo caro é justificado pelas características das baterias de lítio, quando carregadas o lítio torna-se positivo e ao conectá-lo em qualquer produto negativo (sem carga no caso) ele transfere sua energia para o equipamento. Em condições normais de uso, uma dessas baterias dura entre 3 e 5 anos, isso é possível a partir do uso correto das baterias. Manter uma bateria de lítio carregada sempre que possível, não expor o equipamento a altas temperaturas e não usá-las até o limite, permite um significativo período de vida útil. Além disso, para que uma bateria de lítio perca completamente sua capacidade de carregamento (a perca acontece gradualmente com o uso, mas nunca é total), é necessário que 100% de sua energia seja gasta. Como as baterias atualmente contam com um gerencialmente inteligente, raramente isso acontece.

Por isso as baterias de lítio hoje em dia são as principais utilizadas no mercado, além de possuírem maior capacidade de armazenar energia, elas também têm uma vida útil mais longa do que outros tipos. No entanto, o bom uso é fundamental para extrair todas as características positivas do equipamento.

*Fonte: http://www.tecmundo.com.br/bateria/42123-como-sao-produzidas-as-baterias-de-litio-.htm e http://eletronicos.hsw.uol.com.br/baterias-ion-litium.htm

Novo player no mercado de iluminação

A CCE, fabricante de eletrônicos, anunciou que irá trabalhar com foco no mercado corporativo, abrindo uma nova unidade de negócios para a produção de lâmpadas de LED. O objetivo é produzir um grande catálogo de lâmpadas tubulares e luminárias de LED com alta eficiência enérgica e durabilidade.

Após um ano da compra da Lenovo, considerada a maior fabricante de PC’s do mundo, a CCE entra no mercado de lâmpadas LED como estratégia de se manter a única neste segmento.

De todos os novos produtos, podemos destacar as famílias de lâmpadas Downlight, Highbay e Street light, com a missão de atender projetos específicos de iluminação interna e externa de variando de acordo com a luz, cor e tamanho. A fábrica da empresa está localizada no polo industrial de Manaus.

“Temos a vantagem de nossa engenharia de produção estar no Brasil e de termos uma infraestrutura completa, o que nos permite atender os clientes de forma mais eficiente e desenvolver soluções customizadas de alta qualidade. Outra vantagem é o nosso suporte técnico, que está disponível aos clientes”, diz Vanderlei Ferreira, Gerente Geral divisão LED Lighting.

A família de lâmpadas Downlight é formada por luminárias redondas de 15 e 20cm, com potência de 14W, que auxiliam na decoração de escritórios e salas corporativas, podendo também ser aproveitadas em corredores e nos cantos dos ambientes. Por outro lado as lâmpadas Highbay, destinadas para ambientes industriais, possuem alta eficiência energética com potências que variam entre 70 e 130W. Já para ambientes externos, como por exemplo vias, ruas e avenidas, a iluminação correta é utilizando as lâmpadas Street Light, que tem grande fluxo luminoso e potências que variam entre 40 a 130W.

Uma das mais modernas tecnologias do mercado, a tecnologia LED, tem durabilidade média de 50 mil horas e pode reduzir o consumo de energia em 70% se comparada às lâmpadas tradicionais incandescentes. As lâmpadas LED não possuem mercúrio na composição, alem da baixa emissão de carbono.

“As lâmpadas de LED são responsáveis por uma revolução no mercado de iluminação, pois são produtos sustentáveis de alta durabilidade e eficiência, que além de diminuírem os custos com manutenção, reduzem o desperdício de energia e representam uma maior preservação do meio ambiente”, afirma Vanderlei Ferreira.

*Fonte: http://www.hmnews.com.br/noticias/item/713-novo-player-no-mercado-de-ilumina%C3%A7%C3%A3o.html

Consumo de energia

O consumo nacional de energia elétrica aumentou 3,9% no terceiro trimestre de 2013 se comparado ao mesmo período de 2012, segundo dados divulgados pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) na edição 73 da Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica a rede chegou a somar 115.124 GWh.

Este crescimento representa um acréscimo de 4.370 GWh, sendo que a maior contribuição foi gerada pela classe residencial (1.981 GWh). O aumento de 6,9% neste terceiro trimestre ocorreu devido a maior utilização de eletrodomésticos nas residências.

O segmento de comércio e serviços teve aumento representativo de 5,3%, já a indústria manteve a mesma taxa do semestre anterior, de +1,1%, correspondendo ao valor de -0,3% na série dessazonalizada.

*Fonte: www.hmnews.com.br

O novo padrão brasileiro de tomadas

Segundo dados do DataSUS entre 2001 e 2010 foram registradas 13.776 internações devido a acidentes com eletricidade, 379 desses pacientes foram a óbito. Nesse período, outras 15.418 mortes foram relacionadas diretamente a acidentes relativos à exposição de corrente elétrica, além disso, no Brasil, o acidente elétrico é a terceira principal causa de morte de crianças. Muitos acidentes podem ser evitados com o padrão brasileiro de tomadas, mas esse padrão ainda causa alguns transtornos.

Em 2000 o Institudo Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) instaurou o novo padrão brasileiro de tomadas. Esse padrão ainda é fruto de transtornos para os usuários, mesmo após o período estipulado de 10 anos para a adaptação dos consumidores ao novo padrão. Uma vez que ainda existem diversas tomadas no padrão antigo, que não comporta os novos plugs, o que leva ao uso de adaptadores, muitas vezes inseguros. Para a adaptação, desde 2000, foi proibido pelo governo a venda de tomadas e adaptadores para o padrão. Antes da instauração do novo padrão, existiam no país 8 tipos de tomadas e 12 plugs diferentes, pela falta de compatibilidade entre tomadas e plugs os pinos de tomadas ficavam expostos e diversas vezes o uso de adaptadores era necessário, criando situações de risco.

O novo padrão de tomadas tem formato talhado em seis faces e seu ponto de contato rebaixado, em poço, evita o contato acidental com os pinos ou que somente um pino da tomada entre em contato com a corrente e que haja o contato com o outro exposto. Devido a esse formato, quando o aparelho esta conectado é impossível o contato com qualquer parte energizada. Além disso, todas as tomadas possuem espaço para o plug terra, o que evita choques elétricos oriundo de aparelhos em curto-circuito. Além disso, existem pinos mais grossos e mais finos, referentes à potência do aparelho, aqueles que utilizam mais watts tem pinos mais grossos, lhes garantido uma maior resistência e segurança.


*Fontes: www.inmetro.gov.br/qualidade/pluguestomadas/ e www.hagah.com.br/especial/rs/decoracao-rs/19,0,3208427,Entenda-o-porque-do-novo-padrao-brasileiro-de-tomadas-eletricas.html

Formação de raios

Durante a ocorrência de chuvas é normal observamos a incidência de descargas elétricas, que conhecemos como raios. A formação dos raios acontece devido à diferença de potencial que se instaura entre as nuvens e o solo e também entre as nuvens, isso permite a passagem de corrente entre os dois polos que se formam – um de cargas elétricas negativas e outro de cargas elétricas positivas.

A descarga elétrica de um raio carrega uma grande quantidade de energia de cerca de 125 milhões de volts, no entanto, nem toda essa potência representa energia elétrica. Parte dela é liberada em forma de calor, parte em forma de luz e parte em forma de som. Como calor, a energia é liberada pela temperatura a que um raio chega, entre 25 e 30 mil graus centígrados. Já como luz ela é liberada por meio do relâmpago, que é formado pela luz liberada pelos átomos do ar enquanto a corrente do raio atravessa por ele e, por sua vez, o trovão é o resultado da rápida expansão do ar em virtude do aumento da temperatura por onde o raio passa, responsável pela liberação sonora.

Sempre vamos observar que o trovão acontece após o relâmpago, isso acontece porque a velocidade da luz é maior do que a do som. Essa diferença possibilita que seja possível calcular a distância relativa do ponto de queda de um raio, a partir da observação do relâmpago e do som do trovão. A velocidade do som no ar é de cerca de 340 metros por segundo, então se escutamos um trovão 3 segundos após vermos um relâmpago, significa que o raio “caiu” a cerca de um quilometro de distância do ponto em que estamos.

*Fontes: www.fisica.icen.ufpa.br/aplicada/formac.htm e www.brasilescola.com/fisica/raios.htm

Dicas para economizar energia elétrica

Veja algumas dicas sobre os métodos simples de economizar energia elétrica em sua casa.

Na lavadora de roupas:

– Lave de uma só vez o máximo de roupas possível, de acordo com o indicado pelo fabricante.
– O filtro da máquina deve ser limpado com frequência.

No aparelho de televisão

– Desligue a TV sempre que não estiver utilizando.
– Se possível, opte por um aparelho com timer, que pode ser programado para desligar a TV automaticamente.

Ferro elétrico

– Acumule o máximo de roupas possível para que passá-las de uma só vez.
– As roupas leves como lingeries, por exemplo, podem ser passadas após o ferro ser desligado.
– Desligue o ferro caso o serviço seja interrompido, mesmo que por pouco tempo.

Chuveiro elétrico

– Instale utilizando boas conexões boas e fios adequados.
– Coloque a chave na posição verão em dias quentes.
– Jamais reaproveite uma resistência queimada. Pode colocar a sua segurança em risco além de aumentar o consumo.
– Os furos de saída de água do chuveiro devem ser limpados.

Lâmpadas

– Abra as cortinas e aproveite a luz natural do dia sempre que puder.
– Quando ninguém estiver no local apague as luzes.
– Em locais onde a luz fica acessa por mais de quatro horas por dia, opte por lâmpadas fluorescentes.

Geladeira

– Não utilize a parte traseira da geladeira para secar panos, roupas e calçados.
– Realize a limpeza e o degelo periodicamente.
– Abra a porta da geladeira somente quando necessário.
– Não coloque panos sob as prateleiras.
– Verifique sempre as borrachas de vedação da porta

*Fonte: AES Eletropaulo

A importância do técnico de segurança do trabalho

A atividade do Técnico de Segurança do Trabalho é de extrema importância dentro das organizações, para o país, além de representar a segurança física e mental do trabalhador. A primeira regulamentação é datada do final da década de 1980 e durante os anos passou por reformulações e atualizações necessárias às mudanças do ambiente de trabalho, atualmente ela é composta por legislações e normas regulamentadoras dos Ministérios do Trabalho e Emprego e da Previdência Social.

Dados do Anuário Estatístico de Acidentes do Trabalho de 2011, divulgados pela Previdência Social, apresentaram um número de 711.164 acidentes no ano. No entanto, esses números são maiores, uma vez que essas estatísticas são produzidas a partir dos dados dos trabalhadores contribuintes da Previdência Social, que representam somente um terço da população economicamente ativa. Mas, mesmo em vista a isso, os dados já são alarmantes, uma vez que quase 3 mil trabalhadores foram a óbito nesse ano.

O trabalho do Técnico em Segurança do Trabalho é exatamente nas atividades de prevenção, auxílio e vistoria para que esses números possam ser controlados e reduzidos no ambiente de trabalho. O técnico é formado para realizar a análise do local de trabalho para a aplicação dos meios de prevenção, a partir do uso dos Equipamentos de Proteção Coletiva, adaptações e modificações para a segurança e por fim o uso dos Equipamentos de Proteção Individual. Além disso, ele é responsável por vistoriar a aplicação por parte da empresa das formas de proteção e do uso dos equipamentos necessários pelos trabalhadores. Dessa maneira, o técnico é um dos principais responsável pela segurança diária dentro do ambiente de trabalho.

*Fonte:http://profissoesdefuturo.com.br/mapa-de-profissoes/tecnico-de-seguranca-do-trabalho, http://pt.wikipedia.org/wiki/T%C3%A9cnico_em_seguran%C3%A7a_do_trabalho,http://www.areaseg.com/seg/,http://www.sp.senac.br/jsp/default.jsp?newsID=DYNAMIC,oracle.br.dataservers.CourseDataServer,selectCourse&course=143&template=380.dwt&unit=NONE&testeira=1016, http://www.promerito.com.br/jobdescriptor/cargos/rh/tecseg.htm

Sobre os Benjamins ou “T”

Esses utensílios são bem úteis e muito utilizados. Entretanto, é importante que a população saiba como evitar situações que possam causar curto circuito ou uma sobrecarga na sua instalação elétrica. Ao utilizarmos os benjamins, estamos somando as potências de todos os aparelhos que neles são acoplados, fazendo com que o fio da tomada fique sobrecarregado. Desta maneira, a utilização do benjamim não deve ser permanente. Segundo o Ministério da Saúde, os choques elétricos encontram-se entre as 03 (três) principais causas de mortes e sequelas na faixa etária entre zero e quatorze anos no País.

Antes de utilizar o seu benjamim, observe alguns cuidados:

– Introduza-o em locais onde haja ventilação permanente;
– Não o deixe perto de aparelhos que esquentam muito, como estufas, pois ele pode derreter com o calor excessivo ou contínuo;
– Se estiver molhado, não chegue perto de aparelhos elétricos, você pode levar um choque;
– Deixe crianças longe de benjamins e tomadas;
– Seque bem as mãos antes de ligar uma tomada ou benjamim e nunca desligue um aparelho puxando pelo fio;
– Proteja os fios desencapados.

Lembre-se de verificar a amperagem do benjamim, cada fabricante e cada material possui um limite que é especificado no produto.

*Fonte:www.inmetro.gov.br/consumidor/produtos/benjamins