Teoria do fogo

Conceito de Fogo

A definição básica de fogo é um processo químico de transformação, onde o corre a rápida oxidação de um material combustível liberando calor, luz e produtos da reação, como dióxido de carbono e água. A cor, a forma e a temperatura da chama podem variar em relação ao produto queimado, as substâncias presentes e as impurezas.

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Prevenção e Combate a Incêndio

Introdução incêndio

Introdução de Combate a Incêndio

O incêndio é um sinistro que está presente na história da humanidade desde seus primeiros registros, ele já foi o responsável pela morte de milhões de pessoas no mundo e também pela destruição de diversos bens importantes para a humanidade. Por isso, a proteção contra incêndio deve receber atenção especial, uma vez que ela é mais complexa do que pode se pensar inicialmente.

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Prevenção e Combate a Incêndio

Proteção e Combate a Incêndios

O ambiente das instalações elétricas de trabalho possui características que aumentam as probabilidades da ocorrência de incêndios e a propagação de fogo. É importante que os trabalhadores saibam prevenir o surgimento do fogo e também saber identificar e operar corretamente os equipamentos de combate a incêndio.

Esse capítulo apresentará ao aluno as noções básicas relacionadas ao fogo e aos incêndios, além disso, são definidas as medidas preventivas e os métodos de extinção. As informações desse capítulo são importantes para a segurança do profissional.


Introdução a Combate a Incêndio
Teoria do Fogo
Propagação do Fogo
Classes de Incêndio
Métodos de Extinção do Fogo
Prevenção de incêndio

Introdução de Combate a Incêndio

O incêndio é um sinistro que está presente na história da humanidade desde seus primeiros registros, ele já foi o responsável pela morte de milhões de pessoas no mundo e também pela destruição de diversos bens importantes para a humanidade. Por isso, a proteção contra incêndio deve receber atenção especial, uma vez que ela é mais complexa do que pode se pensar inicialmente.

É muito importante que exista um sistema de prevenção de incêndios em todo local de trabalho, uma vez que as situações existentes nesses ambientes e o grande número de pessoas reunidas eleva a chance da ocorrência de incêndios e de complicações durante os momentos de pânico. Para a existência desse sistema é necessário que os trabalhadores, ou pelo menos parte significativa deles que componham a brigada de incêndio, tenham conhecimento e treinamento relacionados ao fogo e às situações de incêndio. Além disso, são necessários equipamentos de combate ao incêndio e é importante que os funcionários saibam manusear extintores e mangueiras contra incêndio.

Teoria do fogo

Conceito de Fogo

A definição básica de fogo é um processo químico de transformação, onde o corre a rápida oxidação de um material combustível liberando calor, luz e produtos da reação, como dióxido de carbono e água. A cor, a forma e a temperatura da chama podem variar em relação ao produto queimado, as substâncias presentes e as impurezas.

Elementos da composição do fogo

tetraedro-do-fogo
Reação em cadeia:Combustível+Comburente (oxigênio)+Calor

Combustível

O combustível do fogo é qualquer material que queima, ou seja, que é consumido para a existência da chama. É o componente onde o fogo atua e do qual ele retira a energia, o combustível pode ser sólido, líquidos ou gasosos.

Sólidos

Tecido, madeira, papel, algodão, entre outros.

Líquidos

– Voláteis – desprendem gases inflamáveis à temperatura ambiente: éter, benzina, álcool, etc.
– Não Voláteis – desprendem gases inflamáveis à temperaturas maiores do que a do ambiente: raxa, óleo, etc.

Gasosos

Propano, etano, butano, etc.

Comburente – Oxigênio

O comburente é qualquer elemento que ao se associar com o combustível, é capaz de iniciar a combustão. Normalmente o oxigênio é o elemento que ativa o fogo, ao combinar com os vapores inflamáveis as chamas existem. É necessária uma atmosfera com no mínimo 16% de oxigênio em sua constituição para sustentar a combustão.

Temperatura de Ignição

A simples união do combustível com o comburente não resulta na produção do fogo, é necessária determinada temperatura para que a combustão tenha inicio. Essa temperatura é conhecida como temperatura de ignição e representa a quantidade de calor que o combustível da reação precisa para entrar em combustão. Cada substância possui uma temperatura de combustão diferente e específica.

Calor

O calor é a forma de designar a energia térmica em transição. Por isso, ele é responsável pela propagação do fogo. Quando colocamos nossas mãos sobre uma chama e sentimos elas aquecerem estamos recebendo energia térmica daquela chama, quando essa energia atinge a temperatura de combustão de substâncias próximas ao fogo, se tem a propagação das chamas.

Reação em cadeia

A partir da noção sobre calor e como ela afeta a propagação do fogo, é possível compreender a reação em cadeia. Quando mais combustíveis entram em combustão, maior é a transmissão de calor para a atmosfera e para os produtos ao redor, com isso o fogo dente a propagar até que seja contido. De forma que uma combustão, se não contida ou controlada, pode gerar outras queimas.

Propagação do Fogo

– Através do contato da chama com outros combustíveis;
– Por intermédio do deslocamento das partículas incandescentes;
– Por meio da ação do calor.

O calor é produzido pela combustão ou pode também ser originado pelo atrito dos corpos, tem três processos de transmissão: Condução, convecção e irradiação.

Condução

O calor é conduzido através do próprio material, transmitido de corpo a corpo, ou de molécula em molécula.

Convecção

Pela convecção o calor é transmitido por meio de uma massa de ar aquecida, que é deslocada do local em chamas, levando a outros locais uma quantidade suficiente de calor para outros materiais, que irão atingir seu ponto de combustão, dando origem a outro foco de incêndio.

Irradiação

Na irradiação a transmissão do calor não utiliza meios materiais, o calor é propagado por ondas caloríficas através espaço.

Pontos e temperaturas importantes do fogo

– Ponto de Fulgor

É a temperatura mínima necessária para um combustível desprender vapores ou gases inflamáveis, esses gases combinados com o oxigênio do ar em contato com uma chama, começam a se queimar, no entanto a chama não é mantida pois os gases produzidos são insuficientes.

– Ponto de Combustão

É a temperatura mínima necessária para que um combustível desprenda vapores ou gases inflamáveis que, combinados com o oxigênio do ar e ao entrar em contato com uma chama, se inflamam, e, mesmo que se retire a chama, o fogo não se apaga, pois essa temperatura faz gerar, do combustível, vapores ou gases suficientes para manter o fogo ou a transformação em cadeia.

Temperatura de Ignição

A temperatura de ignição é aquela em que os gases desprendidos dos combustíveis entram em combustão, este processo ocorre apenas pelo contato com o oxigênio do ar não sendo necessário qualquer fonte de calor para que isso ocorra.

Classes de Incêndio

Os incêndios são classificados de acordo com as características do seu combustível. Cada material tem características próprias de inflamabilidade, de teor combustível, e também em relação aos produtos que desprendem ao serem queimados. Somente com o conhecimento da natureza do material que está sendo queimado é possível descobrir o melhor método para uma extinção rápida e segura do fogo.

Classe A

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• Fogo em materiais sólidos.
• Queimam em superfície e profundidade.
• Após a queima deixam resíduos, brasas e cinzas.
• É extinto pelo método de resfriamento e abafamento através de jato pulverizado.
• Exemplos: madeira, tecidos, papel, borracha e plásticos.

Classe B

incendio classe b
• Fogo em combustíveis líquidos inflamáveis.
• Queimam em superfície.
• Após a queima não deixam resíduos.
• É extinto pelo método de abafamento.
• Exemplos: graxas, tintas, gasolina, álcool, GLP e GNP.

Classe C

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• Fogo em materiais e equipamentos energizados.
• Queimam em superfície e profundidade.
• Após a queima deixam resíduos.
• A extinção só pode ser realizada com extintor não condutor de eletricidade.
• Exemplos: graxas, tintas, gasolina, álcool, GLP e GNP.

Classe D

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• Fogo em metais pirofóricos (alumínio, magnésio etc.)
• São difíceis de serem controlados e extintos.
• A extinção é feita pelo método de abafamento.
• Nunca utilizar extintores de água ou espuma para extinção do fogo, a extinção é feita a partir do emprego de extintores especiais como o Cloreto de Sódio.

Classe K

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• Fogo envolvendo gordura animal ou óleo vegetal.
• São difíceis de serem controlados e extintos.
• São empregados extintores de incêndio de base alcalina (bicarbonato de sódio e de potássio), desenvolvidos especialmente para esse tipo de incêndio.

Métodos de extinção de fogo

Tendo em vista que o fogo surge a partir da existência conjunta das condições necessárias para a combustão, comburente, combustível, temperatura de ignição e calor, para a extinção do fogo é necessário retirar um desses elementos. Existem os seguintes métodos de extinção: por resfriamento, por abafamento ou pela retirada do material.

Extinção pela retirada do material – Isolamento

Esse método de extinção atua na base do fogo. Um dos componentes necessários é retirado, de forma que a chama se extingue, pode ser retirado o combustível (que queima) ou os combustíveis próximos ao fogo e que ainda não queimam.

Extinção pela retirada do comburente – Abafamento

Sem comburente não a chama, dessa forma no abafamento o contato do oxigênio com o combustível é reduzido ao mínimo ou impedido completamente.

Extinção pela retirada do calor – Resfriamento

Para apagar o fogo através do método de resfriamento a temperatura precisa ser reduzida para reduzir a emissão de calor (responsável pela temperatura de ignição), fazendo com que o combustível pare de gerar gases e vapores.

Extinção Química

Esse método de extinção faz uso de produtos externos à combustão que, ao serem lançados no fogo, tem suas moléculas desassociadas pela ação do calor. A partir disso, elas se misturam com os componentes do fogo de forma que o resultado seja uma mistura não inflamável.

Extintores de incêndio

Os extintores são destinados ao combate rápido e imediato dos focos de incêndio, de preferência em seu ponto de origem. Eles não devem ser considerados como substitutos dos sistemas de extinção de incêndios, como mangueiras e sprinklers, uma vez que são equipamentos adicionais e limitados.

A instalação dos extintores deve ser feita sobre suportes na parede ou no piso, sempre em locais visíveis, sinalizados e de faço acesso e que não impossibilitem a passagem nas rotas de fuga.

Tipos de extintores

Extintores de Água Pressurizada

Nos incêndios de classe A (madeira, papel, tecido e materiais sólidos em geral) o agente extintor mais indicado é a água. Ela age por resfriamento ou abafamento, de acordo com a maneira que é aplicada. No resfriamento, o agente pode ser aplicado na forma de chuveiro ou jato compacto, no abafamento, a aplicação é na forma de neblina.

Extintores com Gás Carbônico

Os extintores com gás carbônico são os mais indicados para incêndios de classe C (equipamento elétrico energizado) por não ser condutor de eletricidade. Além disso, ele pode ser utilizado em incêndios classe A e B.

Extintores com Pó Químico Seco

Indicado para incêndios da classe B (líquidos inflamáveis), ele atua pelo método de abafamento e também pode ser usado em incêndios classe A e C.

Extintores com Pó Químico Especial

Esses extintores são indicados para incêndios da classe D (metais inflamáveis) e agem por abafamento.

Espuma

A espuma é um agente extintor recomendado para incêndios de classe A e B, não podendo ser utilizada em incêndios de classe C. Ela age inicialmente pelo método de abafamento e em seguida pelo resfriamento.

Sistemas de extinção mais complexos

Esses sistemas são utilizados para conter incêndios e compostos por substâncias químicas líquidas, sólidas ou gasosas, dispostas em dispositivos especiais (sprinklers e sistemas fixos de CO²) e conjuntos hidráulicos.

Quadro resumo de extintores

Prevenção de incêndio

Cuidados Necessários

Respeitar as proibições de fumar no ambiente de trabalho (Lei Estadual nº 11.540, de 12/11/2003);
Não acender fósforos, nem isqueiros ou ligar aparelhos celulares em locais sinalizados;
Manter o local de trabalho em ordem e limpo;
Evite o acúmulo de lixo em locais não apropriados;
Colocar os materiais de limpeza em recipientes próprios e identificados;
Manter desobstruídas as áreas de escape e não deixar, mesmo que provisoriamente, materiais nas escadas e corredores;
Não deixar os equipamentos elétricos ligados após sua utilização. Desligue-os da tomada;
Não improvisar instalações elétricas, nem efetuar consertos em tomadas e interruptores, sem que esteja familiarizado;
Não sobrecarregar as instalações elétricas com a utilização do PLUG T, lembrando que o mesmo oferece riscos de curto circuíto e outros;
Verificar antes da saída do trabalho, se não há nenhum equipamento elétrico ligado;
Observar as normas de segurança ao manipular produtos inflamáveis ou explosivos;
Manter os materiais inflamáveis em local resguardado e à prova de fogo;
Não cobrir fios elétricos com o tapete;
Ao utilizar materiais inflamáveis, faça-o em quantidades mínimas, armazenando-os sempre na posição vertical e na embalagem;
Não utilizar chama ou aparelho de solda perto de materiais inflamáveis.

Instruções Gerais em Caso de Emergências:

• Em caso de Incêndio recomenda – se:

Manter a calma, evitando o pânico, correrias e gritarias;
Acionar o Corpo de Bombeiros no telefone 193;
Usar extintores ou os meios disponíveis para apagar o fogo;
Acionar o botão de alarme mais próximo, ou telefonar para o ramal de emergência, quando não se conseguir a extinção do fogo;
Fechar portas e janelas, confinando o local do sinistro;
Isolar os materiais combustíveis e proteger os equipamentos, desligando o quadro de luz ou o equipamento da tomada;
Comunicar o fato à chefia da área envolvida ou ao responsável do mesmo prédio;
Armar as mangueiras para a extinção do fogo, se for o caso;
Existindo muita fumaça no ambiente ou local atingido, usar um lenço como máscara (se possível molhado), cobrindo o nariz e a boca;
Para se proteger do calor irradiado pelo fogo, sempre que possível, manter molhadas as roupas, cabelos, sapatos ou botas.

• Em caso de confinamento pelo fogo recomenda-se:

Procure sair dos lugares onde haja muita fumaça;
Mantenha-se agachado, bem próximo ao chão, onde o calor é menor e ainda existe oxigênio;
No caso de ter que atravessar uma barreira de fogo, molhe todo o corpo, roupas e sapatos, encharque uma cortina e enrole-se nela, molhe um lenço e amarre-o junto à boca e ao nariz e atravesse o mais rápido que puder.

• Em caso de abandono de local recomenda -se:

Seja qual for a emergência, nunca utilizar os elevadores;
Ao abandonar um compartimento, fechar a porta atrás de si (sem trancar) e não voltar ao local;
Ande, não corra;
Facilitar a operação dos membros da Equipe de Emergência para o abandono, seguindo à risca as suas orientações;
Ajudar o pessoal incapacitado a sair, dispensando especial atenção àqueles que, por qualquer motivo, não estiverem em condições de acompanhar o ritmo de saída (deficientes físicos, mulheres grávidas e outros);
Levar junto com você visitantes;
Sair da frente de grupos em pânico, quando não puder controlá-los.

• Outras recomendações:

Não suba, procure sempre descer pelas escadas;
Não respire pela boca, somente pelo nariz;
Não corra nem salte, evitando quedas, que podem ser fatais.
Com queimaduras ou asfixias, o homem ainda pode salvar–se;
Não tire as roupas, pois elas protegem seu corpo e retardam a desidratação. Tire apenas a gravata ou roupas de nylon;
Se suas roupas se incendiarem, jogue–se no chão e role lentamente. Elas se apagarão por abafamento;
Ao descer escadarias, retire sapatos de salto alto e meias escorregadias.

Deveres e obrigações:

Procure conhecer todas as saídas que existem no seu local de trabalho, inclusive as rotas de fuga;
Participe ativamente dos treinamentos teóricos, práticos e reciclagens que lhe forem ministrados;
Conheça e pratique as Normas de Proteção e Combate ao Princípio de Incêndio, quando necessário e possível, adotadas na Empresa;
Comunique imediatamente aos membros da Equipe de Emergência, qualquer tipo de irregularidade.

 

Riscos Adicionais

Ao realizar trabalhos no sistema elétrico diversos riscos são inerentes à atividade além daqueles relacionados diretamente a energia elétrica. Os trabalhadores ficam expostos ao realizarem trabalhos em altura, em ambientes confinados, em áreas classificadas e também em regiões de alta umidade e as condições atmosféricas em trabalhos externos.

Esse capítulo apresenta ao aluno esses riscos e as formas de evitar acidentes e a se proteger, além de descrever os equipamentos de proteção individual necessários. As informações desse módulo do curso são muito importantes, uma vez que a maioria dos acidentes, fatais ou não, estão relacionados aos riscos adicionais.

Altura
Equipamentos utilizados
Dispositivos complementares para trabalho em altura

Documentação de Instalações Elétricas

Para que sejam iniciadas quaisquer atividades nas instalações elétricas é necessário que todos os documentos de autorização e controle sejam produzidos e devidamente preenchidos. A NR10 obriga que as empresas mantenham prontuários, os prontuários de instalações, com a documentação necessária para a prevenção dos ricos durante as atividades realizadas no ambiente do sistema elétrico. Além disso, devem estar presentes também as especificações do sistema de aterramento dos equipamentos e dispositivos de proteção.

Esse capítulo apresenta ao aluno toda a documentação necessária para os trabalhos em instalações elétricas. Também é informada a correta maneira de realizar o preenchimento das informações necessárias e a aplicação e conferência para que a execução do trabalho seja feita de maneira correta e segura para os envolvidos.

Inspeções de áreas, serviços, ferramental e equipamentos

Curso de NR 10 Inspeções de áreas, serviços, ferramental e equipamento

As inspeções regulares nas áreas de trabalho, nos serviços a serem executados, no ferramental e nos equipamentos utilizados, consistem em um dos mecanismos mais importantes de acompanhamento dos padrões desejados, cujo objetivo é a vigilância e controle das condições de segurança do meio ambiente laboral, visando à identificação de situações “perigosas” e que ofereçam “riscos” à integridade física dos empregados, contratados, visitantes e terceiros que adentrem a área de risco, evitando assim que situações previsíveis possam levar a ocorrência de acidentes.

Essas inspeções devem ser realizadas, para que as providências possam ser tomadas com vistas às correções. Em caso de risco grave e iminente (exemplo: empregado trabalhando em altura sem cinturão de segurança, sem luvas de proteção de borracha, sem óculos de segurança etc.), a atividade deve ser paralisada e imediatamente contatado o responsável pelo serviço, para que as medidas cabíveis sejam tomadas.

Os focos das inspeções devem estar centralizados nos postos de trabalho, nas condições ambientais, nas proteções contra incêndios, nos métodos de trabalho desenvolvidos, nas ações dos trabalhadores, nas ferramentas e nos equipamentos.As inspeções internas, por sua vez, podem ser divididas em:Gerais;Parciais;Periódicas;Através de denúncias;Cíclicas;Rotineiras;Oficiais e especiais.

Inspeções gerais

Devem ser realizadas anualmente, com o apoio dos profissionais do SESMT e Supervisores das áreas envolvidas. Estas inspeções atingem a empresa como um todo. Algumas empresas já mantêm essa inspeção sob o título de “auditoria”,uma vez que é sistemática, documentada e objetiva.

Inspeções parciais

São realizadas nos setores seguindo um cronograma anual com escolha predeterminada ou aleatória. Quando se usam critérios de escolhas, estes estão relacionados com o grau de risco envolvido e com as características do trabalho desenvolvido na área. São as inspeções mais comuns, atendem à legislação e podem ser feitas por cipeiros no seu próprio local de trabalho.

Inspeções periódicas

São realizadas com o objetivo de manter a regularidade para uma rastreabilidade ou estudo complementar de possíveis incidentes. Estão ligadas ao acompanhamento das medidas de controle sugeridas para os riscos da área. São utilizadas nos setores de produção e manutenção.

Inspeções por denúncia

Através de denúncia anônima ou não, pode-se solicitar uma inspeção em local onde há riscos de acidentes ou agentes agressivos a saúde e meio ambiente. Sendo cabível, além de realizar a inspeção no local deve-se ainda efetuar levantamento detalhado sobre o que de fato está acontecendo, buscando informações adicionais junto à: fabricantes, fornecedores, SESMT e supervisor da área onde a situação ocorreu. Detectado o problema, cabe aos responsáveis implementar medida de controle e acompanhar sua efetiva implantação.

Inspeções cíclicas

São aquelas realizadas com intervalos de tempo pré-definidos, uma vez que exista um parâmetro que norteie esses intervalos.Podemos citar, por exemplo, as inspeções realizadas no verão, onde aumenta as atividades nos segmentos operacionais.

Inspeções de rotina

São realizadas em setores onde há a possibilidade de ocorrer incidentes/ acidentes. Nesses casos, o SESMT deve estar alerta aos riscos, bem como conscientizar os empregados do setor para que observem as condições de trabalho, de tal modo que o índice de incidentes/acidentes diminua. Esta inspeção não pode ser duradoura, ou seja, à medida que os problemas forem regularizados, o intervalo entre as inspeções será maior até que se torne periódico. O importante é que o empregado”não se acostume” com a presença da “supervisão de segurança”, para que não caracterize que a ocorrência de acidentes/ incidentes só é vencida com a sua presença física.

Cuidados antes da inspeção

Antes do inicio da inspeção deve-se preparar um check-list por setor, com as principais condições de risco existentes em cada local e deverá ter um campo em branco para anotar as condições de riscos não presentes no check-list. Trata-se de um roteiro que facilitará a observação. É importante que o empregado tenha uma”visão crítica”, para observar novas situações (atitudes de empregados e locais) não previstas na análise de risco inicial.

Não basta reunir o grupo e fazer a inspeção. É necessário que haja um padrão, onde todos estejam conscientes dos resultados que se deseja alcançar. Nesse sentido, é importante que se faça uma inspeção piloto para que todos os envolvidos vivenciem a dinâmica e tirem suas dúvidas. As inspeções devem perturbar o mínimo possível às atividades do setor inspecionado.

Além disso, todo encarregado/supervisor deve ser previamente comunicado de que seu setor passará por uma inspeção de segurança. Chegar de surpresa pode causar constrangimentos e criar um clima desfavorável.

Sugestão de passos para uma inspeção
1º passo – Setorizar a empresa e visitar todos os locais, fazendo uma análise dos riscos existentes. Pode-se usar a última Análise Preliminar de Risco (APR) ou a metodologia do mapa de risco como ajuda;

2º passo – Preparar uma folha por setor de todos os itens a serem observados;

3º passo – Realizar a inspeção, anotando na folha de dados se o requisito está ou não atendido. Toda informação adicional sobre aspectos que possam levar a acidentes deve ser registrada;

4º passo – Levar os dados para serem discutidos em reunião diretiva, propor medidas de controle para os itens de não-conformidade, levando-se em conta o que é prioritário;

5º passo – Encaminhar relatório referente a inspeção citando o(s) setor (s), a(s) falha(s)detectada(s) e a sugestão(ões) para que seja(m) regularizada(s);

6º passo – Solicitar regularização(ões) e fazer o acompanhamento das medidas de controle implantadas. Alterar a folha de inspeção, inserindo esse item para as novas inspeções;

7º passo – Manter a periodicidade das inspeções, a partir do 3º passo.

Curso de NR 10 é na Engehall.

Exemplos de Placas

Curso NR10 Exemplos de Placas

PLACA: Perigo de Morte – Alta Tensão

Finalidade: Destinada advertir as pessoas quanto ao perigo de ultrapassar áreas delimitadas onde haja a possibilidade de choque elétrico,devendo ser instalada em caráter permanente.

PLACA: Uso Obrigatório

Finalidade: Destinada a alertar quanto à obrigatoriedade do uso de determinado equipamento de proteção individual.

Travamento e bloqueio de sistemas e dispositivos de manobra e comandos

Restrições e impedimento de acesso

Delimitação de área

NR10 a norma que protege a sua vida!

Sinalização de Segurança

Curso NR 10 Sinalização de Segurança

A sinalização de segurança consiste num procedimento padronizado destinado a orientar, alertar,avisar e advertir as pessoas quanto aos riscos ou condições de perigo existentes, proibições de ingresso ou acesso e cuidados e identificação dos circuitos ou parte dele.

É de fundamental importância a existência de procedimentos de sinalização padronizados,documentados e que sejam conhecidos por todos os trabalhadores (próprios e prestadores de serviços).Os materiais de sinalização constituem-se de cone, bandeirola, fita, grade, sinalizador, placa etc.

Situações de sinalização de segurança
A sinalização de segurança deve atender entre outras as situações a seguir:

Identificação de circuitos elétricos;
Travamentos e bloqueios de dispositivos e sistemas de manobra e comandos;
Restrições e impedimentos de acesso;
Delimitações de áreas;
Sinalização de áreas de circulação, de vias públicas, de veículos e de movimentação de cargas;
Sinalização de impedimento de energização;
Identificação de equipamento ou circuito impedido.
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Liberação para serviços

Objetivo
Definir procedimentos básicos para liberação da execução de atividades/ trabalhos em circuitos e instalações elétricas desenergizadas.

Âmbito de aplicação
Aplica-se às áreas envolvidas direta ou indiretamente no planejamento, programação, liberação,coordenação e execução de serviços no sistema ou instalações elétricas.

Conceitos básicos
Falha Irregularidade total ou parcial em um equipamento, componente da rede ou instalação, com ousem atuação de dispositivos de proteção, supervisão ou sinalização, impedindo que o mesmocumpra sua finalidade prevista em caráter permanente ou temporário.

Defeito
Irregularidade em um equipamento ou componente do circuito elétrico, que impede o seu correto funcionamento, podendo acarretar sua indisponibilidade.

Interrupção Programada
Interrupção no fornecimento de energia elétrica por determinado espaço de tempo, programado ecom prévio aviso aos clientes envolvidos.

Interrupção Não Programada
Interrupção no fornecimento de energia elétrica sem prévio aviso aos clientes.

Procedimentos gerais
Constatada a necessidade da liberação de determinado equipamento ou circuito, deverá serobtido o maior número possível de informações para subsidiar o planejamento. No planejamento será estimado o tempo de execução dos serviços, adequação dos materiais,previsão de ferramentas específicas e diversas, número de empregados, levando-se emconsideração o tempo disponibilizado na liberação. As equipes serão dimensionadas e alocadas, garantindo a agilidade necessária à obtenção dorestabelecimento dos circuitos com a máxima segurança no menor tempo possível.

Na definição das equipes e dos recursos alocados serão considerados todos os aspectos, taiscomo: comprimento do circuito, dificuldade de acesso, período de chuvas, existência de cargas eclientes especiais.

Na definição e liberação dos serviços, serão considerados os pontos estratégicos dos circuitos,tipo de defeito, tempo de restabelecimento, importância do circuito, comprimento do trecho a serliberado, cruzamento com outros circuitos, sequência das manobras necessárias para liberaçãodos circuitos envolvidos.

Na liberação dos serviços, para minimizar a área a ser atingida pela falta de energia elétricadurante a execução dos serviços, a área funcional responsável deverá manter os cadastrosatualizados de todos os circuitos. Antes de iniciar qualquer atividade o responsável pelo serviço deve reunir os envolvidos naliberação e execução da atividade e:

A. Certificar-se de que os empregados envolvidos na liberação e execução dos serviços
estão munidos de todos os EPI’s necessários;

B. Explicar aos envolvidos as etapas da liberação dos serviços a serem executados e os objetivosa serem alcançados;

C. Transmitir claramente as normas de segurança aplicáveis, dedicando especial atenção àexecução das atividades fora de rotina;

D. Certificar de que os envolvidos estão conscientes do que fazer, onde fazer, como fazer,
quandofazer e porque fazer.

Procedimentos básicos para liberação
O programa de manobra deve ser conferido por um empregado diferente daquele que o elaborou.Os procedimentos para localização de falhas, depende especificamente da filosofia e padrões definidos por cada empresa, e devem ser seguidos na íntegra conforme procedimentos homologados, impedindo as improvisações do restabelecimento.

Em caso de qualquer dúvida quanto a execução da manobra para liberação ou trabalho o executante deverá consultar o responsável pela tarefa ou a área funcional responsável sobre quais os procedimentos que devem ser adotados para garantir a segurança de todos.

A liberação para execução de serviços (manutenção, ampliação, inspeção ou treinamento) não poderá ser executada sem que o empregado responsável esteja de posse do documento específico, emitido pela área funcional responsável, que autorize a liberação do serviço.

Havendo a necessidade de impedir a operação ou condicionar as ações de comando de determinados equipamentos, deve-se colocar sinalização especifica para esta finalidade, de modo a propiciar um alerta claramente visível ao empregado autorizado a comandar ou acionar os equipamentos.

As providências para retorno à operação de equipamentos ou circuitos liberados para manutenção não devem ser tomadas sem que o responsável pelo serviço tenha devolvido todos os documentos que autorizavam sua liberação.

Instalações Desenergizadas

Objetivo
Definir procedimentos básicos para execução de atividades/trabalhos em sistema e instalações elétricas desenergizadas.

Âmbito de aplicação
Aplica-se às áreas envolvidas direta ou indiretamente no planejamento, programação,coordenação e execução das atividades, no sistema ou instalações elétricas desenergizadas.

Conceitos básicos
Impedimento de equipamento Isolamentos elétricos do equipamento ou instalação, eliminando a possibilidade de energização indesejada, não disponibilizando à operação enquanto permanecer a condição de impedimento.

Responsável pelo serviço
Empregado da empresa ou de terceirizada que assume a coordenação e supervisão efetiva dos trabalhos. É responsável pela viabilidade da execução da atividade e por todas as medidas necessárias à segurança dos envolvidos na execução das atividades, de terceiros, e das instalações, bem como por todos os contatos em tempo real com a área funcional responsável pelo sistema ou instalação.

PES – Pedido para Execução de Serviço
Documento emitido para solicitar a área funcional responsável pelo sistema ou instalação, o impedimento de equipamento, sistema ou instalação, visando a realização de serviços. Deve conter as informações necessárias à realização dos serviços, tais como:descrição do serviço, número do projeto, local, trecho/equipamento isolado, data, horário,condições de isolamento, responsável, observações, emitente, entre outros.

AES – Autorização para Execução de Serviço
É a autorização fornecida pela área funcional, ao responsável pelo serviço, liberando e autorizando a execução dos serviços. A AES é parte integrante do documento PES.

Desligamento Programado
Toda interrupção programada do fornecimento de energia elétrica, deve ser comunicada aos clientes afetados formalmente com antecedência contendo data, horário e duração pré-determinados do desligamento.

Desligamento de Emergência
Interrupção do fornecimento de energia elétrica sem aviso prévio aos clientes afetados, se justifica por motivo de força maior, caso fortuito ou pela existência de risco iminente à integridade física de pessoas, instalações ou equipamentos.

Interrupção Momentânea
Toda interrupção provocada pela atuação de equipamentos de proteção com religamento automático.

Procedimentos gerais de segurança
Todo serviço deve ser planejado antecipadamente e executado por equipes devidamente treinadas e
autorizadas de acordo com a NR-10 da portaria 3214/MTB/78 e com a utilização de equipamentos aprovados pela empresa e em boas condições de uso. O responsável pelo serviço deverá estar devidamente equipado com um sistema que garanta a comunicação confiável e imediata área funcional responsável pelo sistema ou instalação durante todo o período de execução da atividade
.
Procedimentos gerais para serviços programados
O empregado que coordenar a execução das atividades/trabalhos em sistema e instalações elétricas desenergizadas, terá como responsabilidades:
• Apresentar os projetos a serem analisados, com os respectivos estudos de viabilidade,
tempo necessário para execução das atividades/trabalhos;
• Definir os recursos materiais e humanos para cumprimento do planejado;
• Entregar os projetos que envolverem alteração de configuração do sistema e instalações elétricas à área funcional responsável.

Avaliação dos Desligamentos
A área funcional responsável pelo sistema ou instalação terá como atribuição avaliar as manobras, de forma a minimizar os desligamentos necessários com a máxima segurança,analisando o impacto (produção, indicadores, segurança dos trabalhadores, custos etc.) do desligamento.

Execução dos Serviços
A equipe responsável pela execução dos serviços deverá providenciar:
• Os levantamentos de campo necessários à execução do serviço;
• Os estudos de viabilidade de execução dos projetos;
• Todos os materiais, recursos humanos e equipamentos necessários para execução dos serviços nos prazos estabelecidos;
• Documentação para Solicitação de Impedimento de Equipamento;
• Todo impedimento de equipamento deve ser oficializado junto à área funcional responsável,através do documento PES, ou similar.

NOTAS
Serviços que não se enquadrarem dentro dos prazos de programação e que não sejam de emergência,devem ser solicitados à área funcional responsável pelo sistema ou instalação, com justificativa por escrito e se aprovados são de responsabilidade da área executante, o aviso da interrupção a todos os envolvidos.

Qualquer impacto do não cumprimento dos prazos e do não aviso aos envolvidos é de responsabilidade da área executante. Quando da liberação do sistema ou instalação com a necessidade de manobras, deve-se observar os prazos mínimos exigidos. A intervenção no sistema ou instalação elétrica que envolver outras áreas ou empresas (concessionárias) deve ter sua programação efetuada em conformidade com os critérios e normas estabelecidos no Acordo Operativo existente, envolvendo no planejamento todas as equipes responsáveis pela execução dos serviços.

Emissão de PES
O PES deverá ser emitido para cada serviço, quando de impedimentos distintos. Quando houver dois ou mais serviços que envolvam o mesmo impedimento, sob a coordenação do mesmo responsável, será emitido apenas um PES. Nos casos em que, para um mesmo impedimento, houver dois ou mais responsáveis,obrigatoriamente será emitido um PES para cada responsável, mesmo que pertençam a mesma área.
Quando na programação de impedimento existir alteração de configuração do sistema ou instalação, deverá ser encaminhado à área funcional responsável pela atividade, o projeto atualizado. Caso não exista a possibilidade de envio do projeto atualizado, é de responsabilidade do órgão executante elaborar um “croqui” contendo todos os detalhes necessários que garantam a correta visualização dos pontos de serviço e das alterações de rede a serem executadas.

Etapas da programação
Elaboração da Manobra Programada
Informações que deverão constar na Programação da Manobra:
• Data, horário previsto para inicio e fim do serviço;
• Descrição sucinta da atividade;
• Nome do responsável pelo serviço;
• Dados dos clientes interrompidos, área ou linha de produção;
• Trecho elétrico a ser desligado, identificado por pontos significativos;
• Sequência das manobras necessárias para garantir a ausência de tensão no trecho do serviço ea
segurança nas operações;
• Sequência de manobras para retorno à situação inicial;
• Divulgação do desligamento programado, aos envolvidos;
• As áreas/clientes afetados pelo desligamento programado devem ser informadas com antecedência da data do desligamento.

Aprovação do PES
Depois de efetuada a programação e o planejamento da execução da atividade, a área funcional responsável, deixará o documento PES, disponível no sistema para consulta e utilização dos órgãos envolvidos.

Ficará a cargo do gestor da área executante, a entrega da via impressa do PES aprovado, ao responsável pelo serviço, que deverá estar de posse do documento no local de trabalho.

Procedimentos Gerais
Caso o responsável pelo serviço não esteja de posse do PES/AES, a área funcional responsável não autorizará a execução do desligamento. O impedimento do equipamento/instalação depende da solicitação direta do responsável pelo serviço à área funcional responsável, devendo este já se encontrar no local onde serão executados os serviços.
Havendo necessidade de substituição do responsável pelo serviço, a área executante deverá informar à área funcional responsável o nome do novo responsável pelo serviço, com maior antecedência, justificando formalmente a alteração.

Para todo PES deverá ser gerada uma Ordem de Serviço – OS ou Pedido de Turma de Emergência PTE (ou documento similar). A área funcional responsável autorizará o início da execução da atividade após confirmar com o responsável pelo serviço, os dados constantes no documento em campo, certificando-se de sua igualdade. Após a conclusão das atividades e liberação do responsável pelo serviço, a área funcional responsável, coordenará o retorno à configuração normal de operação, retirando toda a documentação vinculada à execução do serviço.

Para garantir a segurança de todos envolvidos na execução das atividades caso haja mais deu ma equipe trabalhando em um mesmo trecho, a normalização somente poderá ser autorizada pela área
funcional responsável após a liberação do trecho por todos os responsáveis.

Nos casos em que os serviços não forem executados ou executados parcialmente conforme a programação, o responsável pelo serviço deverá comunicar à área funcional responsável, para adequação da base de dados e reprogramação dos serviços.

Procedimentos para serviços de emergência
A determinação do regime de emergência para a realização de serviços corretivos é de responsabilidade do órgão executante. Todo impedimento de emergência deverá ser solicitado diretamente à área funcional responsável,informando:
• O motivo do impedimento;
• O nome do solicitante e do responsável pelo serviço;
• Descrição sucinta e localização das atividades a serem executadas;
• Tempo necessário para a execução das atividades;
• Elemento a ser impedido.

A área funcional responsável deverá gerar uma Ordem de Serviço – OS ou Pedido de Turma de Emergência – PTE (ou similar) e comunicar, sempre que possível, os clientes afetados. Após a conclusão dos serviços e consequente liberação do sistema ou instalações elétricas por parte do responsável pelo serviço, à área funcional responsável coordenará o retorno à configuração normal de operação, retirando toda a documentação vinculada à execução do serviço.

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