Distância de Segurança

Nos locais onde há energia elétrica devem possuir obstáculos que protejam as pessoas que operem ou realizem algum serviço na proximidade. Lembrando que o risco está na diferença de potencial, portanto partes que sejam simultaneamente acessíveis devem estar no mesmo potencial, e caso não estejam no mesmo potencial devem estar a uma distância mínima que assegure que não serão tocadas simultaneamente.

1. Considera-se que duas partes são simultaneamente acessíveis quando o afastamento entre elas não ultrapassa 2,50 m.
2. Define-se como “zona de alcance normal o volume indicado na figura abaixo”.

Zona de alcance normal

Se, em espaços nos quais for prevista normalmente a presença ou circulação de pessoas houver obstáculo (por exemplo, tela), limitando a mobilidade no plano horizontal, a demarcação da zona de alcance normal deve ser feita a partir deste obstáculo.

No plano vertical, a delimitação da zona de alcance normal deve observar os 2,50 m da superfícieS, tal como indicado na figura acima, independentemente da existência de qualquer obstáculo com grau de proteção das partes vivas. Em locais onde objetos condutivos compridos ou volumosos forem manipulados habitualmente, os afastamentos exigidos como acima descritos devem ser aumentados levando-se em conta as dimensões de tais objetos.

Faça seu curso nr 10 na Engehall.

Isolamento das partes vivas

É destinada a impedir todos os contatos com as partes vivas da instalação elétrica através do recobrimento total por uma isolação que somente possa ser removida através de sua destruição.

As isolações dos componentes de uma instalação elétrica têm um papel fundamental na proteção contra choques elétricos.

Tipos de isolações:

• Básica: aplicada às partes vivas para assegurar um mínimo de proteção.
Ex: Isolação com fita isolante.

• Suplementar: destinada a assegurar a proteção contra choques elétricos no caso de falha da isolação básica.
Ex: Isolamento com fi ta isolante complementada por mangueira isolante.
• Dupla: composta por isolação básica e suplementar.
Ex: Cabo com dupla isolação.
• Reforçada: aplicada sobre partes vivas, tem propriedades equivalentes às da isolação dupla.

O recobrimento total por uma isolação deverá ter as mesmas características do isolamento original do cabo.

Engehall, o melhor curso nr10 online.

Obstáculos e Anteparos

Os obstáculos são formas implementadas no sistema, destinadas a impedir o contato involuntário de pessoas ou animais, com partes vivas (energizadas) de um determinado circuito. Entretanto não evita este contato quando há uma ação deliberada e voluntária de ignorar ou contornar este obstáculo. Um exemplo são os muros ou grade de uma cabine primária, porém se alguém pular o muro para pegar um objeto dentro da subestação correrá o risco.

Os obstáculos devem impedir:
A. Uma aproximação física não intencional das partes energizadas;
B. Contatos não intencionais com partes energizadas durante atuações sobre o equipamento, estando o equipamento em serviço normal.

Os obstáculos podem ser removíveis sem auxílio de ferramenta ou chave, mas devem ser fixados e sinalizadosde forma a impedir qualquer remoção involuntária. As distâncias mínimas a serem observadas nas passagens destinadas à operação e/ou manutenção são aquelas indicadas na tabela abaixo e ilustradas na figura. Em circunstancias particulares, pode ser desejável a adoção de valores maiores, visando a segurança.

Distâncias mínimas a serem obedecidas nas passagens destinadas à operação e/ou manutenção quando for assegurada proteção parcial por meio de obstáculos.

Nr10 é na Engehall !

Bloqueios e Impedimentos

Bloqueio é a ação destinada a manter, por meios mecânicos, um dispositivo de manobra fixo numa determinada posição, de forma a impedir uma ação não autorizada. Em geral é utilizado cadeados.

Dispositivos de bloqueio são aqueles que impedem o acionamento ou religamento de dispositivos de manobra. (chaves, interruptores), É importante que tais dispositivos possibilitem mais de um bloqueio, ou seja, a inserção de mais de um cadeado, por exemplo, para trabalhos simultâneos de mais de uma equipe de manutenção.

Ação do bloqueio e impedimento de reenergização deve, sempre, ser sinalizada por algum sistema de identificação que contenha no mínimo o nome do profissional responsável, data, setor de trabalho e a motivação do bloqueio. Esta ação deve fazer parte do conjunto de procedimentos padronizados de sistema de bloqueio da empresa, sendo documentado e de conhecimento de todos os trabalhadores. Estes procedimentos devem também conter os modelos de formulários, sistema de sinalização e ordens documentais próprias.

Um cuidado especial deve ser dado ao termo “Bloqueio”, pois no SEP (Sistema Elétrico de Potência), há um dispositivo que é conhecido como RELIGADOR e tem a função de religar a energia de um determinado circuito (normalmente de distribuição de energia elétrica), na ocorrência de um desligamento (seccionamento) que tenha ocorrido por qualquer motivo.

Este religamento foi introduzido para que situações de pequenos acidentes, como galhos de arvores, acidentes com animais, entre outros não mantivesse o circuito desligado até a 35 chegada da equipe de manutenção. Então o RELIGADOR, realiza várias tentativas de reenergização do circuito (este número de vezes é programado pelo responsável) e só deixa de tentar reenergizar, após as tentativas programadas forem finalizadas. Devido a esta condição, quando se trabalha em circuitos onde há RELIGADORES (normalmente em linha viva), é necessário realizar o BLOQUEIO DO RELIGADOR para evitar acidentes pela reenerigização. O bloqueio do religador, fará com o RELIGADOR seja mantido em condição desenergizado.

Por este motivo o alerta de cuidado neste texto.Essa ação é também denominada “bloqueio” do sistema de religamento automático e possui um procedimento especial para sua execução.

Curso de NR 10 é na Engehall.

Barreiras e Invólucros

 

Em instalações elétricas de baixa e alta tensão o contato do ser humano com a rede elétrica pode resultar no choque elétrico e resultados catastróficos. No entanto, na rede de alta tensão os riscos são maiores devido à potência da corrente elétrica. Diversas vezes, os acidentes não causam dano a vida dos trabalhadores, mas podem destruir o patrimônio e as instalações afetando a vida de milhares de pessoas.

Barreiras e invólucros

Visando proteger os trabalhadores e as instalações a NR10 apresenta a sessão de proteção contra contatos diretos e indiretos e, dentro dela, é discorrido sobre as barreiras e invólucros.

O principal objetivo dessa forma de proteção é impedir o contato direto e acidental de trabalhadores, pessoas comuns e animais, com qualquer parte energizada do sistema. Eles são complementares à instalação e às outras proteções presentes no sistema – são barreiras físicas instaladas de forma a evitar o choque elétrico.

As barreiras devem ser afixadas de forma segura, serem resistentes e não podem oferecer riscos aqueles que se aproximam da instalação, além disso, devem ser instaladas tendo como fator de referência o ambiente em que serão inseridas. Uma característica importante desse sistema de proteção é que as barreiras só podem ser removidas com chaves ou ferramentas apropriadas.

Faça o curso nr10 com a Engehall.

Extra baixa tensão: SELV E PELV

Definição:

A segurança de um Sistema de Extra Baixa Tensão (SELV) deriva da baixa voltagem apresentada por ele, um sistema PELV (do inglês protected extra-low voltage), Sistema de Extra Baixa Tensão Protegido tem as mesmas características, diferenciado somente por não ser eletricamente separado da terra. Em ambos a voltagem não deve exceder 120 volts em corrente contínua e 50 voltes em corrente alternada, de maneira que ela seja sempre muito baixa para causar uma corrente com potência suficiente para causar um choque elétrico nocivo ao ser humano.

O ser humano não deve fazer contato com correntes em nenhuma voltagem, uma vez que não está preparado para suportar os efeitos da corrente no corpo. Por isso as partes vivas dos sistemas devem estar protegidas, porém, quando elas não podem ser isoladas ou protegidas, devem ser alimentadas a baixa voltagem entre 120 volts em corrente contínua e 50 volts em corrente alternada. Mesmo nessas condições que oferecem risco menor, às vezes ainda é preciso isolar o sistema, por exemplo, para a prevenção de curtos.

Assista o vídeo de extra baixa tensão:

Características:

O SELV é um sistema eletricamente separado da terra, de outros sistemas e de tal modo que a ocorrência de uma única falta não resulta em risco de choque elétrico. Já um sistema PELV, não é eletricamente separado da terra, mas que preenche, de modo equivalente, todos os requisitos de um SELV.

Para ser considerado como um Sistema de Extra Baixa Tensão (SELV), uma instalação deve apresentar as seguintes condições:

1 – Deve ser impossível para a o sistema de extra baixa tensão entrar em contato com um sistema de baixa voltagem. Para isso a instalação deve ter os terminais protegidos contra o surgimento de uma baixa voltagem.
2 – Não deve existir nenhuma conexão, seja entre as partes vivas do sistema SELV e a terra, seja entre o sistema de proteção contra correntes de baixa voltagem. O perigo nessa situação é que o aterramento ou outro sistema pode apresentar aumento na voltagem da tensão em condições de falha e essa tensão ser absorvida no sistema SELV.
3 – Deve existir uma separação física entre os condutores do sistema.
4 – Plugs e soquetes do SELV não devem ser interligáveis com aqueles do sistema, isso previne que o sistema SELV seja acidentalmente conectado a um sistema de baixa voltagem.
5 – Plugs e soquetes não devem ter uma proteção de conexão. Isso previne a mistura de aparelhos SELV e FELV.
6 – Acopladores de suporte para luminárias com sistema para aterramento não devem ser utilizados.

Curso de NR10 é na Engehall.

Seccionamento Automático da Alimentação

Os trabalhos que envolvem o setor elétrico são de suma importância, porém eles podem apresentar diversos riscos à saúde e à vida dos envolvidos devido aos efeitos que a eletricidade tem no corpo humano. Em 2011 no Brasil, segundo dados da Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade, 298 mortes foram causadas por choques elétricos, além disso, a eletricidade foi a causa provável para 265 incêndios. Para minimizar esses perigosos, várias formas de prevenção são aplicadas no ambiente de trabalho visando aumentar a segurança e proteger os trabalhadores.

O seccionamento e os dispositivos DR

Uma dessas prevenções é o sistema de seccionamento aplicado nos sistemas. O seccionamento é destinado a interromper a alimentação de toda ou de parte de uma instalação elétrica, de maneira que o intervalo no qual ele é aplicado esteja separado de qualquer fonte de energia elétrica. Esse sistema é instalado para se evitar que uma tensão de contato se mantenha por um tempo que possa resultar em risco de efeito fisiológico perigoso para as pessoas.

A principal causa de acidentes, da destruição e incêndios é a corrente de fuga à terra. Elas provocam riscos às pessoas, aumento do consumo de energia, aquecimento indevido, destruição da isolação e podem ocasionar incêndios. O seccionamento como um dos objetivos o monitoramento e a prevenção desses efeitos, para isso são instalados dispositivos no sistema, conhecidos como:Dispositivos DR (Diferencial Residual), Módulo DR ou Disjuntor DR. Esses dispositivos controlam a passagem da corrente e cortam a entrada de energia no sistema, automaticamente, em casos de fuga de corrente com tensão de contato superior ao valor limite que pode ser de 50 volts em área seca e de 25 volts em área molhada.

O vídeo dessa página completa o conteúdo referente ao seccionamento e aos dispositivos DR.

Faça o Treinamento NR 10.

O que é Equipotencialização

Definição de Equipotencialização

O termo “equipotencialização” representa o ato e o resultado obtido quando são colocadas em prática medidas para que a diferença de potencial entre dois ou mais corpos seja a mínima possível. Diferentemente do aterramento, que necessita que obrigatoriamente os elementos condutores tenham contato direto com a terra, a equipotencialização não envolve a ligação direta com a terra. Isso acontece devido à premissa básica desse processo de colocar os condutores no mesmo potencial entre si.
É muito importante que em qualquer ligação os elementos condutores, as massas e a terra estejam o mais próximo possível de um mesmo potencial. Isso evita o risco de choques, o mau funcionamento dos equipamentos e danos aos equipamentos eletroeletrônicos.

Como equipotencializar o sistema

Para a realização da equipotencialização existe uma prática que é mais comum ser adotada. Ela consiste na interligação dos elementos metálicos não energizados que compõem o circuito em um mesmo potencial. Ou seja, a interligação das partes do circuito para que o potencial possa ser dividido nessas partes e, assim, ser igual entre elas. Normalmente, para a segurança dos envolvidos, essa ligação também envolve a terra, o que possibilita um potencial menor e o descarregamento do circuito.

É importante ter atenção redobrada sobre alguns fatores:

• Todas as massas de uma instalação devem estar ligadas aos condutores de proteção.
• Em cada edificação deve ser realizada uma equipotencialização principal de todo o sistema, em condições especificadas, e tantas equipotencializações suplementares quantas forem necessárias das partes indivíduais do sistema.
• Todas as massas da instalação situadas em uma mesma edificação devem estar vinculadas à equipotencialização principal da edificação e, dessa forma, a um mesmo e único eletrodo de aterramento. Isso sem prejuízo de equipotencializações adicionais que se façam necessárias, para fins de proteção contra choques e/ou de compatibilidade eletromagnética.
• Massas simultaneamente acessíveis devem estar vinculadas a um mesmo eletrodo de aterramento, sem prejuízo de equipotencializações adicionais que se façam necessárias, para fins de proteção contra choques e/ou de compatibilidade eletromagnética.
• Massas protegidas contra choques elétricos por um mesmo dispositivo, dentro das regras da proteção por seccionamento automático da alimentação, devem estar vinculadas a um mesmo eletrodo de aterramento, sem prejuízo de equipotencializações adicionais que se façam necessárias, para fins de proteção contra choques e/ou de compatibilidade eletromagnética.
• Todo circuito deve dispor de condutor de proteção, em toda sua extensão.

Relação com a norma NBR 5410

Segundo a norma NBR 5410, um condutor de proteção em um sistema de equipotencialização pode ser comum a mais de um circuito. Além disso, um condutor de proteção pode ser comum a dois ou mais circuitos, desde que esteja instalado no mesmo conduto que os respectivos condutores de fase e sua seção seja dimensionados para a mais severa corrente de falta presumida e o mais longo tempo de atuação do dispositivo de seccionamento automático verificados nesses circuitos, ou em função da maior seção do condutor da fase desses circuitos.

Alguns elementos podem ser excluídos do processo de equipotencialização:

• Suportes metálicos de isoladores de linhas aéreas fixados à edificação que estiverem fora da zona de alcance normal;
• Postes de concreto armado em que a armadura não é acessível;
• Massas que, por suas reduzidas dimensões (até aproximadamente 50 mm x 50 mm) ou por sua disposição, não possam ser agarradas ou estabelecer contato significativo com parte do corpo humano, desde que a ligação a um condutor de proteção seja difícil ou pouco confiável.

NR 10 a norma que protege a sua vida!

Aterramento Temporário

aterramento temporario

Aterramento temporário

O trabalho realizado em uma instalação elétrica apresenta diversos riscos para a vida dos trabalhadores, mesmo quando a rede de distribuição está desligada. Isso devido à complexidade dos sistemas e à possibilidade de uma energização acidental, por exemplo, por uma descarga atmosférica ou por algum erro de um dos profissionais envolvidos.

 

 

Assista o vídeo sobre aterramento

Definição de aterramento temporário

Para que seja possível um maior grau de segurança para os trabalhadores é necessário que sejam colocados em prática vários meios de segurança no ambiente de trabalho. Um dos principais é o aterramento temporário do circuito ou do sistema. O aterramento é a ligação do equipamento ou de toda a rede condutora de energia com a terra através de cabos condutores, isso é feito para que seja possível a fuga de corrente para a terra. Dessa maneira, caso existam cargas passando pelo equipamento, em áreas expostas ao contato, elas não são transferidas para o corpo dos trabalhadores, mas sim para a terra.

O aterramento deve ser feito antes e depois do ponto de intervenção do circuito e derivações se houver, salvo quando a intervenção ocorrer no final do trecho. Ou seja, o ponto de trabalho deve ficar isolado. Além disso, o aterramento temporário deve, necessariamente, ter a capacidade de conduzir a máxima potência do sistema.

A energização acidental pode ser causada por:

• Erros na manobra.
• Fechamento de chave seccionadora.
• Contato acidental com outros circuitos energizados, situados ao longo do circuito.
• Tensões induzidas por linhas adjacentes ou que cruzam a rede.
• Fontes de alimentação de terceiros (geradores, Nobreaks, UPS).
• Linhas de distribuição para operações de manutenção e instalação de transformador.
• Torres e cabos de transmissão nas operações de construção de linhas de transmissão.
• Linhas de transmissão nas operações de substituição de torres ou manutenção de componentes da linha.
• Descargas atmosféricas.

Tipos de aterramento temporário

Para cada classe ou tipo de tensão existe um tipo de aterramento temporário. O mais usado em trabalhos de manutenção ou instalação nas linhas de distribuição é um conjunto ou ‘Kit’ padrão composto pelos seguintes elementos:

• vara ou bastão de manobra em material isolante, com cabeçotes de manobra.
• grampos condutores – para conexão do conjunto de aterramento com os condutores e a terra.
• trapézio de suspensão – para elevação do conjunto de grampos à linha e conexão dos cabos de interligação das fases, de material leve e bom condutor, de maneira a permitir a perfeita conexão elétrica e mecânica dos cabos de interligação das fases e descida para terra.
• grampos – para conexão aos condutores e ao ponto de terra.
• cabos de aterramento de cobre, extra flexível e isolado.
• trado ou haste de aterramento – para ligação do conjunto de aterramento com o solo, deve ser dimensionado para propiciar baixa resistência de terra e boa área de contato com o solo.

Nas subestações, por ocasião da manutenção dos componentes, se conecta os componentes do aterramento temporário à malha de aterramento fixa já existente. Todo o aparato de aterramento temporário deve ser removido ao final dos serviços e antes da liberação para energização do circuito.

Matricule-se no curso nr 10 online da Engehall.

Veja também: Aterramento

Conheça também o nosso curso de eletricista

Aterramento IT

Aterramento IT

Esquema IT

No esquema IT não é realizada nenhuma conexão intencional entre o ponto neutro da fonte e a terra, além disso, todas as partes condutoras expostas e estranhas à instalação são ligadas ao eletrodo de terra. Todo circuito tem uma impedância de fuga para a terra, uma vez que nenhuma isolação é perfeita.

As massas da instalação são aterradas, verificando-se as seguintes possibilidades:

– massas aterradas no mesmo eletrodo de aterramento da alimentação, se existente;

– massas aterradas em eletrodo(s) de aterramento próprio(s), seja porque não há eletrodo de aterramento da alimentação, seja porque o eletrodo de aterramento das massas é independente do eletrodo de aterramento da alimentação.

Tipos de aplicação do esquema TI

O neutro pode ser ou não distribuído.

Clique na imagem para ampliar.

Legenda: Sem aterramento da alimentação

Clique na imagem para ampliar.

Legenda: Alimentação aterrada através de impedância.

Clique na imagem para ampliar.

Legenda: Massas aterradas em eletrodos separados e independentes do eletrodo de aterramento da alimentação.

Clique na imagem para ampliar.

Legenda: Massas coletivamente aterradas em eletrodo independente do eletrodo de aterramento da alimentação.

Clique na imagem para ampliar.

Legenda: Massas coletivamente aterradas no mesmo eletrodo da alimentação.

Outros Tipos de Aterramento:

Esquema TT
Esquema TN

Engehall, Curso NR10 é Aqui!

Conheça o curso de eletrisita da engehall: http://www.cursodeeletricista.net/