Tipos e características das lâmpadas

TIPOS DE LÂMPADAS

Convivemos hoje com diversos tipos de lâmpadas de maneira que podemos escolher desde as mais econômicas até aquelas com maior potencial de iluminação. Cada lâmpada será a mais indicada de acordo com a quantidade que se pode investir, o ambiente a ser iluminado, o tipo de luz necessário etc. Para escolher a lâmpada mais adequada é necessário um estudo do ambiente em que ela será instalada, no entanto, além disso, é importante conhecer as características de cada lâmpada.

Existem três principais grupos de lâmpadas acessíveis aos consumidores residenciais, incandescentes, fluorescentes e LED.

Lâmpadas incandescentes

As lâmpadas incandescentes são o tipo há mais tempo utilizado. Emitem luz pela existência de um filamento de tungstênio, uma resistência, dentro do bulbo, que com a passagem da corrente esquenta e fica incandescente, emitindo uma forte luz amarela. São de baixa eficiência, gastam muita energia e produzem muito calor, mas pouca energia luminosa, cerca de apenas 5% é da corrente utilizada é convertida em luz. Produzem um ambiente aconchegante e tem uma boa dispersão de sua luminosidade, mas também esquentam o ambiente. São as de menor custo para aquisição, mas as que apresentam o maior gasto para o uso.

Lâmpadas fluorescentes

A tecnologia para a produção de lâmpadas fluorescentes é bem diferente das incandescentes. São constituídas por um tubo de descarga alongado com um eletrodo em cada extremidade, preenchido por vapor de mercúrio de baixa pressão. Esse vapor, quando excitado pela passagem de corrente elétrica, produz radiação ultravioleta, essa radiação é transformada por uma substância fluorescente que reveste o tubo em luz visível e não prejudicial.

Essa substância utilizada pode apresentar diversas combinações, desde luz branca à nega, sendo a mais comum a que produz luz branca, mas esse branco pode ser branco quente, branco neutro ou branco luz do dia. É um tipo de luz mais apropriado para a iluminação uniforme de áreas mais amplas, devido às suas características. Esse tipo de lâmpada tem um elevado rendimento luminoso, sendo de 2 a 4 vezes mais eficientes que as incandescentes, além disso, possuem longa duração de vida, esses fatores fazem com que seu valor mais elevado seja abatido ao longo do tempo.

Lâmpada de LED

Uma lâmpada de LED é formada por um conjunto de diodos emissores de luz (Light Emitting Diode – LED em inglês). Esse diodo, quando energizado, emite luz visível em um relativo longo espectro, através do movimento de elétrons por um material semicondutor. A luz emitida pode ser em diversas cores com a combinação de gases no interior, por exemplo, na presença de fósforo a luz emitida pode ser vermelha ou amarela.

Um LED tem uma dos maiores rendimentos luminosos, convertendo entre 60% e 80% da energia elétrica utilizada em luz visível. Outra grande vantagem dessas lâmpadas é que elas duram cerca de 25 mais vezes que uma incandescente e 3 vezes mais que uma fluorescente, isso leva a uma vida útil entre 25 e 50 mil horas. No entanto, uma lâmpada LED não queima completamente, a luminosidade delas decaí, principalmente a partir das 25 mil horas de uso. Esses fatores fazem dessas lâmpadas bastante econômicas, no entanto o preço de compra delas é elevado, devido às tecnologias utilizadas no interior do produto. No entanto, esse investimento se faz valer em longo prazo.

*Fonte: http://goo.gl/A9Vnhm, http://goo.gl/QTHVkK, http://goo.gl/4A9ZJw, http://goo.gl/LDywqp, http://goo.gl/q4WOph

Dicas simples para economia de energia no escritório

Veja algumas dicas que podem ajudar a economizar energia dentro do escritório de trabalho:

Ar condicionado

– Quando não estiver pessoas no ambiente, desligue o aparelho;
– No momento em que o ar estiver funcionando mantenha portas e janelas fechadas;
– Se possível evite o calor solar no ambiente colocando insufilme nas janelas ou utilizando cortinas;
– Deixe os filtros limpos e mantenha a saída de ar do aparelho livre;
– Sem bloquear as grades de ventilação do aparelho, proteja sua parte externa dos raios solares.

Iluminação

– Utiliza melhor a luz do sol, abra as janelas e cortinas e sempre que possível evite acender lâmpadas durante a luz do dia;
– Se possível instale um sensor de presença para acender as lâmpadas;
– Pintar os tetos e paredes internas com cores claras diminuem a necessidade de iluminação artificial, já que refletem melhor a luz;
– Lâmpadas fluorescentes são bem melhores do que as incandescentes.

Computador

– Desligue o monitor de vídeo quando houver uma pausa no trabalho;
– Se possível configure o monitor para desligar automaticamente após um  tempo sem utilização, já que ele é o responsável por cerca de 70% do consumo de energia;
– Desligue todos os aparelhos em pausas mais longas;
– Não deixe acessórios ligados quando não estiverem sendo usados, como : impressoras, caixas de som, dentre outros.

Estas são dicas simples que podemos esquecer mas que fazem diferença na hora de fazer as contas de luz do escritório.

*Fonte: http://www.energiasdobrasil.com.br/energia/noticias/includes/FrameNoticia.asp?noticiaId=73334333324433234432444423343343344347D643544359678D4661D6224D7215D06476970BCF

Funcionamento do interruptor elétrico

Um dos principais aparelhos elétricos que existe em qualquer residência ou empresas é o interruptor elétrico. Responsáveis por ligar e desligar os equipamentos os interruptores tem sua importância negligenciada, uma vez que requer somente um simples toque, mas sem eles o simples ato de acender uma lâmpada seria bastante mais complicado.

Compreender como um esse aparelho funciona é fácil. O interruptor simples, o mais utilizado, é utilizado para ligar e desligar lâmpadas. Eles possuem duas posições, uma de circuito aberto e uma de circuito fechado. Quando o circuito está aberto, não existe a passagem de corrente elétrica até a lâmpada, mantendo ela apagada, já quando o circuito é fechado, ou seja, o feito o contato entre a fiação e a lâmpada, a corrente pode passar e acender a lâmpada.

São necessários dois fios para o funcionamento de um equipamento eletrônico, um fase – por onde passa a corrente – e um neutro – pelo qual a corrente volta. A lâmpada é ligada por um fio diretamente à caixa de distribuição elétrica e outro fio é ligado ao interruptor, em sequência, outro fio saí do interruptor até a lâmpada. Quando o circuito é fechado, a corrente passa pelo interruptor e chaga até a lâmpada e retorna através do neutro.

*Fonte: http://goo.gl/nRwIWp

Protetor solar – como utilizar

Com a crescente preocupação dos efeitos do sol sobre o corpo, o uso de filtros solares vem crescendo. No entanto, essa preocupação não é recente e muito menos o uso de produtos para controlar os efeitos do sol. No Egito antigo, por volta de 7.800 a. C., eram usados extratos de plantas na tentativa de diminuir o efeito do sol, na Grécia em 400 a. C., uma mistura de óleo de oliva era utilizada com o mesmo objetivo. O primeiro filtro solar com efetividade comprovada data de 1944 quando, durante a segunda guerra mundial, Benjamin Greene criou uma substância que funcionava bloqueando os raios de chegarem à pele.

Hoje em dia os filtros solares evoluíram bastante e são encontrados em diversas formas, com variados fatores de proteção, além de existirem produtos específicos para tipos de pele. O protetor solar está diretamente ligado com a prevenção dos cânceres de pele, do envelhcimento precoce e outras doenças de pele. Porém, para a real proteção desses produtos é importante saber como usá-los e o que significa cada uma de suas especificidades.

FPS

O Fator de Proteção Solar, o FPS impresso nas embalagens, representa a proteção que o produto oferece em relação aos raios UVB. O FPS é definido em relação ao tempo que uma pessoa leva para se queimar sem o protetor e com o protetor. Por exemplo, se uma pessoa leva 10 minutos para se queimar, ao usar um FPS 15, ela levará 150 minutos para se queimar. No entanto, o tempo é afetado pela cor da pele, a quantidade de produto utilizado e a frequência de aplicação, a atividade realizada e a absorção do protetor pela pele.

É importante saber que existe uma relativa variação de proteção em relação aos FPS. Um protetor 15, tem proteção diferente de um 30 e assim por diante. No entanto, o crescimento na proteção química é relativamente pequeno, a principal diferença está relacionada ao tempo de exposição, um FPS 50 possibilita que uma pessoa fique 500 minutos exposta sem se queimar.

A proteção conta os raios UVA é feita através de produtos diferentes daqueles relacionados à proteção UVB. Normalmente, os indicies de proteção referente a esses raios são menores, ele é apresentado na embalagem pela inscrição de símbolos de positivo (+++).

Aplicação do protetor

O protetor solar não deve ser usado somente para exposições programadas, como na praia ou em clubes, deve ser utilizado diariamente, principalmente nas áreas expostas – rosto, nuca e pescoço e braços. Além disso, o produto deve ser aplicado 30 minutos antes da exposição e em quantidades generosas que cubram completamente a pele. Além disso, é recomendado reaplicar o produto a cada duas horas ou após entrar na água e “lavar” o protetor.

O tipo de protetor também é importante, atualmente encontramos produtos em creme, loção “oil-free”, gel-creme e gel aquoso, o tipo deve ser escolhido de acordo com a pele do usuário. Por exemplo, pessoas de pele seca devem usar protetores em creme, já pessoas de pele oleosa devem usar as loções “oil-free” ou em gel.

Saiba mais em:

Radiação Solar
Efeitos da Radiação Solar

*Fonte: http://goo.gl/1W4xRl, http://goo.gl/PjxeS9, http://goo.gl/bZZWf8, http://goo.gl/zrd3

Medidor de energia, o relógio de energia

Mensalmente um profissional da companhia elétrica vai até cada residência, edifício comercial ou indústria para realizar a medição do consumo de energia elétrica naquele período. Esse profissional simplesmente anota alguns números do mostrador e, a partir disso, é feito o cálculo do gasto do consumo. No entanto, essa tarefa só é simples, exatamente pela existência desse equipamento no qual é feita a conferência.

A energia elétrica chega até os consumidores através de um cabo que é conectado, a partir dos postes e da fiação na rua, ao relógio de medição. Esse equipamento eletrônico (mais novos) ou eletromecânico (antigos) tem a capacidade de mensurar a quantidade de energia que passa por ele. Quando todos os equipamentos elétricos estão desligados seu mostrador fica parado, o que significa que não há nenhum consumo de energia no momento. À medida que são ligados aparelhos, o mostrador começa a funcionar e a girar mais rápido, quanto mais aparelhos são ligados, mais energia é necessária e mais rápido o mostrador contabiliza.

Para que a medição seja precisa e correta, os medidores são compostos por diversas partes, tornando-os aparelhos significativamente complexos. Por isso, compreender o funcionamento técnico do equipamento é complexo e, para o consumidor comum, relativamente desnecessário. No entanto, compreender como é feita a medição e como “ler” os equipamentos, pode ajudar na economia de energia.

Leitura do medidor de ponteiros e digital

É o medidor mais comum, composto por quatro pequenos relógios e bastante simples para realizar a verificação.

1 – Realize a leitura partindo do medidor mais a direita, o da unidade.
2 – Os ponteiros giram no sentido horário – no caso da unidade e da centena – e no anti-horário – no caso da dezena e do milhar. Girando sempre no sentido crescente dos números.
3 – Ao realizar a leitura, anote o último número ultrapassado pelo ponteiro de cada um dos quatro relógios, estando o ponteiro entre dois números, considere o de menor valor.

No valor do relógio a leitura atual é: 8393

Para fazer o cálculo do consumo parcial, referente ao mês, o usuário deve subtrair na leitura atual o valor aferido no mês anterior.

No medidor digital, a leitura é mais simples, nele os números apresentados já representam o valor da leitura. Dessa forma, só é necessário fazer o cálculo subtraindo o valor do mês anterior ao do mês atual.

*Fonte: http://www.fazfacil.com.br/reforma-construcao/relogio-medidor-energia/2/. http://pt.wikipedia.org/wiki/Medidor_de_energia_el%C3%A9trica

Desidratação – falta de água no corpo

Desidratação – falta de água no corpo

O consumo de água em quantidades significativas é muito importante para o bem estar e para boas condições de saúde. A desidratação pode ter início sem que a pessoa perceba e, caso não tratada, evoluir para casos mais graves. A atenção ao consumo de água e às condições ambientais pode ser importante para evitar a instauração da doença.

Quando uma pessoa está desidratada, significa que o corpo dela apresenta deficiência de água e também de sais minerais e fluídos importantes para o funcionamento normal do corpo. O quadro de desidratação se instaura se a quantidade de água que é eliminada pelo corpo não for reposta adequadamente. A eliminação acontece diariamente através do suor, da respiração, da urina, das fezes e das lágrimas e, em casos mais graves da desidratação, a eliminação de água também acontece devido a vômitos, à diarreia e a febre.

Sinais da desidratação

A desidratação tem características bem específicas e que podem ser facilmente percebidas. A sede exagerada, boca e peles secas, diminuição da sudorese e olhos profundos são sinais fortes da doença. Além disso, sonolência, dor de cabeça, tonturas, fraqueza, cansaço e o aumento da frequência cardíaca podem indicar a existência da desidratação. Em casos mais graves da doença esses sinais são intensificados e outros podem surgir, como a queda de pressão, perda de consciência, convulsões e até mesmo a morte.

Prevenção e tratamento

Para evitar a instauração dessa doença é importante o consumo diário de água.  O Ministério da Saúde recomenda um consumo mínimo de 2 litros de água. No entanto, essa quantidade pode variar de acordo com a constituição física da pessoa, a temperatura ambiental, atividades físicas exercidas. Durante atividades físicas ou ao realizar trabalhos em locais expostos ao sol e temperaturas elevadas, é recomendado um consumo maior de água. Além disso, o uso de roupas leves e boa higiene são costumes muito importantes.

Uma vez instaurada a desidratação em casos leves a hidratação de forma gradual e leve na maioria das vezes é suficiente. O uso de eletrólitos é bastante eficaz por possuírem sais e fluídos importantes em maior quantidade do que a água. Em casos mais graves é importante buscar atendimento médico.

*Fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/temas/desidratacao#topBoxConsulteme. http://drauziovarella.com.br/envelhecimento/desidratacao/

A origem da energia elétrica

Para executarmos diversas atividades em nossas vidas necessitamos de energia elétrica. Para usufruirmos da eletricidade é preciso uma estrutura que forneça constantemente energia elétrica, e no Brasil a maior fonte dessa energia tem origem hidráulica.

Nascendo das águas dos rios a fonte de energia hidráulica é gerada a partir de uma usina hidrelétrica. Para ser instalada uma usina o rio precisa ter condições favoráveis, como o volume hídrico, vazão e quedas d’água, sendo assim estudos técnicos e ambientes são realizados antes de realizar a instalação.

A função de uma usina é reter uma parte do rio para formar um reservatório, essa água que fica retida é levada à casa de força, onde estão localizadas as turbinas, que faz com que a energia da água e, movimento se torne energia mecânica. A rotação gerada é transmitida para os geradores, que são os equipamentos que transformam a energia mecânica em elétrica. A água volta ao rio deixando as turbinas através do canal de fuga, enquanto isso a energia produzida pelos geradores vai para a subestação da usina, onde a eletricidade toma as linhas de transmissão do SNI (Sistema Interligado Nacional) e chega aos consumidores.

Toda essa infra-estrutura onde milhares de profissionais estão a todo o tempo envolvidos faz com que a energia elétrica chegue nas residências, para que podemos desfrutar de todas as vantagens e beneficios que utilizamos hoje em nossas vidas.

*Fonte: http://www.edpescelsa.com.br/energia/pesquisadores_estudantes/energia_eletrica/caminhos_energia/caminhos_energia.asp

Geração de energia eólica

A energia eólica é utilizada pela humanidade há milhares de anos como forma de auxílio em diversas atividades. Um dos primeiros usos encontrados para a força dos ventos foi na movimentação de embarcações com o uso das velas. Outro importante uso foi a partir da captação da energia dos ventos por hélices e convertendo a energia resultante para a moagem de grãos ou no bombeamento de água.

Em vista da crescente preocupação em relação ao uso de energias renováveis e menos poluentes, a energia eólica se mostra como uma alternativa importante e de relativo baixo custo. A geração de energia elétrica a partir da força dos ventos é realizada a partir da implantação de grandes turbinas, na forma de cata-vento, que são inseridas em espaços abertos que proporcione correntes de ar com relativa constância e força.

Na geração de energia elétrica, as pás do cata-vento giram com a passagem do ar por elas e a energia cinética proveniente desse movimento coloca em trabalho o gerador da turbina. Esse equipamento transforma a energia mecânica resultante em energia elétrica que é armazenada em baterias ou transferida para estações no caso de parques eólicos.

Vantagens e desvantagens

Essa forma de produção de energia apresenta diversas vantagens, não emite gases poluentes, os parques eólicos são compatíveis com outros usos do terreno e existe grande capacidade de produção no mundo. No entanto, ela também apresenta pontos negativos, os campos eólicos apresentam taxa significativa de poluição sonora e visual e podem afetar a rotina dos animais na região. Também é muito importante que seja realizado um estudo da área de implantação, já que sem ventos suficientes, os geradores podem ter funcionamento abaixo do necessário para a geração de energia.

Devido à intermitência da produção, uma vez que mesmo com estudos bem realizados os ventos na região não são constantes, a energia eólica não pode ser utilizada como forma exclusiva de produção. No entanto, em conjunto a outras formas, ela pode ser significativa para a diminuição da poluição e de custos em longo prazo.

*Fonte: http://livrodeciencias.blogspot.com.br/2011/11/transformacao-de-energia-mecanica-para.html. http://www.brasilescola.com/fisica/energia-eolica.htm.
http://www.suapesquisa.com/o_que_e/energia_eolica.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Energia_e%C3%B3lica

Os efeitos da exposição solar

A exposição direta e constante aos raios solares pode ser muito prejudicial ao ser humano, causando diversas doenças. O período mais perigoso para a exposição aos raios ultravioleta é entre as 10h e 16h, quando a incidência e intensidade são maiores. Mesmo a vermelhidão e o leve arder da pele já são sinais de uma exposição prolongada acima do que a corpo suporta.

Sempre que se fala de exposição solar, também se fala sobre o índice ultravioleta (IUV). Esse índice é uma forma de medir a intensidade dessa radiação com condição de céu claro e sem nuvens, quando a intensidade é máxima. Vários fatores influenciam a intensidade, ela varia em relação à localização geográfica, a hora do dia, a estação do ano e a condição climática. A Organização Mundial de Saúde classifica este índice em 5 categorias, relacionadas diretamente a intensidade. Cada índice possui efeitos característicos e medidas de proteção específicas, mas para todos eles é importante o uso de chapéu, óculos escuros, roupa confortável e protetor solar com fator de proteção mínimo 15 e aplicado 30 minutos antes da exposição e periodicamente.

O trabalho sob o sol é uma rotina em diversas profissões e executado principalmente no horário mais perigoso em relação aos efeitos solares. Os efeitos da radiação solar são cumulativos durante a vida, de forma que, na maioria das vezes, as lesões são observadas após os 30 anos. Além de queimaduras, envelhecimento da pele devido a exposição solar, manchas, dentro outras doenças, o principal risco da exposição aos raios solares é caracterizado pelo câncer de pele, que pode ser até mesmo fatal.

Por isso é importante a prevenção e o cuidado para diminuir a exposição aos raios solares. O uso constante do protetor solar e de vestimentas apropriadas, aliado a exposição reduzida no período de radiação mais nocivo, pode até mesmo evitar o surgimento dessas doenças.

*Fonte: http://www.inca.gov.br/situacao/arquivos/causalidade_exp_solar.pdf. http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/riscos.htm

Horário de pico em consumo de energia elétrica

O período do dia entre as 17h30 e 20h30 onde acontece o maior consumo de energia é chamado de horário de ponta ou horário de pico. Para as empresas concessionárias é o momento onde a demanda de energia para consumo tem de aumentar.

Neste período a maioria das pessoas está em casa, tomando banho, ligando as luzes e eletrodomésticos, é também o momento em que a iluminação pública das cidades começa a funcionar. Além disso, uma boa parte do comércio e da indústria ainda não parou de trabalhar.

No horário de pico o fornecimento de energia elétrica pelas concessionárias é mais crítico, o valor das tarifas também são mais caros, fazendo com que algumas indústrias e empresas reduzam a utilização das máquinas neste período para fazer com que o valor da conta de energia elétrica seja reduzido.

Para reduzir o pico de consumo foi criado o horário de verão com o objetivo de fazer com que o momento em que as luzes de iluminação pública fosse diferente do horário em que as pessoas estão em suas casas utilizando mais energia.

*Fonte: http://www.edpescelsa.com.br/energia/pesquisadores_estudantes/energia_eletrica/curiosidades