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Como alguns de vocês já sabem, essa semana estamos falando exclusivamente do assunto quadro de distribuição. Já mostramos dispositivos de proteção, já fizemos LIVE sobre detalhes na montagem de QDC e agora estou aqui para responder a seguinte dúvida: Como interligar dois quadros de distribuição em uma mesma instalação? O que diz a norma e como executar este tipo de serviço? Bora então pra aula?

Digamos que você precisa interligar dois quadros só que não tem ideia de como fazer isso. Logicamente você deve ter pensado em derivar de um quadro para o outro, ou derivar o cabo de alimentação antes de alimentar os quadros, ou seja, você pega o cabo do padrão e ramifica para alimentar os quadros, Será que isso pode? O que a norma fala sobre derivação entre QDCs?”

Bom turma, já adianto que não achei nenhum item especificando sobre derivação entre QDC´s na norma, mas, como sempre, existem outros itens que devemos estar atentos, como por exemplo o item 4.2.5.1 que diz que a instalação deve ser dividida em tantos circuitos quantos necessários, devendo cada circuito ser concebido de forma a poder ser seccionado sem risco de realimentação inadvertida através de outro circuito.

Também tem o item 4.2.5.3 que diz que devem ser previstos circuitos distintos para partes da instalação que requeiram controle específico, de tal forma que estes circuitos não sejam afetados pelas falhas de outros

Analisando esses trechos, o mais correto a se fazer seria instalar um QDG (quadro de distribuição geral), próximo ao QM (quadro de medição “padrão”), a partir dele sair com os circuitos para alimentar os QDC’s que existirem na edificação,
Assim, os cabos de alimentação saem do QM e vão para o QDG. Neste QDG teremos as proteções para o QDC principal e para o QDC secundário. E de cada proteção segue em separado as alimentações para cada QDC. Observem que o neutro também é derivado neste QDG indo em separado para cada QDC.

Mas aí que tá, isso não é algo tão comum da gente ver nas instalações, tirando que aumenta o custo, e na minha opinião não é necessário na maioria dos casos.
Só que aí, pensando ainda no que diz a norma quanto às derivações, temos outra opção.

Essa segunda opção é a mais usual, inclusive foi o que fiz lá no ROÇA IN OFFICE. Do QDC principal sai a alimentação para o QDC da casa de máquinas da piscina e dali também derivei para o QDC da área de churrasco.
Os cabos de alimentação saem do QM e vão para o QDC que fica na casa principal. No QDC principal existem dois disjuntores separados para fazer a proteção geral de ambos os quadros secundários, uma disjuntor bipolar de 25A e cabo 4mm² para o QDC da casa de máquinas e outro disjuntor agora bipolar de 32A e cabo 6mm² para o QDC da área de churrasco, a partir deles eu crio a alimentação de cada um dos respectivos QDC´s. Novamente reparem que saem 2 cabos neutros indo para cada QDC, tem o cabo de aterramento também logicamente, derivando do barramento de terra.

Bom, as duas opções mostradas acima atendem a norma, mas é importante saber que qualquer que seja sua opção, é necessário manter a coordenação e seletividade, conforme menciona o item 6.3.6 da NBR 5410.

Mas aí vem um detalhe nisso tudo: Porque eu considero a primeira opção como a mais correta? Olha o que pode acontecer na prática.

Digamos que eu empresto o ROÇA IN OFFICE para o Charlão passar o final de semana com a família. Como existe a área de churrasco com quarto, cozinha e banheiro, é tipo uma casa de hóspede, eu não entrego a chave da casa principal, ele só vai usar a área externa, certo?

Só que para e pensa comigo. Digamos que aconteça algum problema que faça a proteção de dentro da casa principal atuar, pode ser o disjuntor geral ou até mesmo a atuação do DR que também é geral, e aí o que irá acontecer? Charlão e família teriam que voltar para casa sem aproveitar o final de semana, afinal o quadro principal tá dentro da casa que tá fechada,

Enfim, não é o caso, porque se um dia eu emprestar o sítio pra ele vou liberar todas as chaves mas vocês conseguiram entender o porquê a norma recomenda essa regra de coordenação e seletividade? A norma simplesmente determina as regras, mas ela não menciona detalhadamente como devemos executar a instalação, por isso nós profissionais é que devemos saber interpretar o que está sendo recomendado!

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