⚡ BOAS PRÁTICAS que POUCA GENTE sabe INVERSORES DE FREQUÊNCIA

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Fala meu querido, você sabia que instalar o inversor de frequência da forma correta é ainda mais importante do que apenas saber parametrizá-lo?
Pois é , saber instalar corretamente um inversor de frequência não só garante o perfeito funcionamento dele como também a sua vida útil e você ainda oferece mais economia para o cliente.
Por isso, no vídeo de hoje vamos apresentar cinco boas práticas que pouca gente sabe na hora de instalar inversores de frequência. E aguenta firme durante o vídeo vou mostrar o jeito mais rápido e fácil de se comprar inversores de frequência e outros materiais elétricos, fiquem ligados!

Vamos então às cinco dicas para instalar inversores dando aquele talento, na régua, no capricho….
A PRIMEIRA BOA PRÁTICA é “Conhecer as condições do ambiente”.
Em primeiro lugar, é necessário conhecer o ambiente onde o inversor será instalado, pois de acordo com a agressividade desse ambiente você vai tomar algumas ações na hora da montagem do painel, ou adequar um painel já montado, caso seja uma reforma, para receber o inversor.

Por exemplo, um painel que não ofereça ventilação adequada aos componentes, precisa de micro ventiladores associado com grelhas com filtros. Além disso, recomendamos evitar colocá-lo próximo a elementos geradores de calor e respeitar um espaço livre suficiente para garantir a circulação do ar necessário para o resfriamento, que se faz por ventilação de baixo para cima, logicamente é bom que o inversor seja instalado em uma superfície que dissipe calor também.

A SEGUNDA BOA PRÁTICA é “Observar a tensão de alimentação do inversor”.
Parece estranho dizer isso pessoal, porém recebemos muitos relatos de profissionais que acabaram queimando vários inversores de frequência no ato da alimentação pela falta de atenção. Sabemos que os bornes de alimentação variam conforme marca, modelo e principalmente pelos níveis de tensão. Então a dica é sempre observar com cautela o posicionamento dos cabos nos bornes de alimentação e conferir mais de uma vez antes de conectar e alimentar o equipamento.

Agora fala pra mim, até agora as duas dicas dadas compensaram o seu tempo nos assistindo?
Calma que vem mais duas bastante importantes, por isso confere se você está inscrito aqui no canal, ativa o sininho marcando todas as solicitações e não se esqueça de deixar o like antes de ir embora, bora continuar a aula então...

A TERCEIRA BOA PRÁTICA e na minha opinião a mais importante é “Utilizar disjuntores na alimentação”.
O que acontece é que devido os inversores de frequência não possuírem proteção contra curto-circuito, é altamente recomendado o uso de fusíveis ultra rápidos do tipo NH para protegê-lo. Para quem não sabe esses fusíveis são dispositivos com atuação muito mais precisa que um disjuntor termomagnético. Como o inversor se trata de um equipamento eletrônico vulnerável a variações bruscas de tensão na sua alimentação, a recomendação da nossa equipe é sempre usar fusíveis do tipo NH para protegê-lo.

Já a QUARTA BOA PRÁTICA de hoje é “Carregar os dados do motor no inversor”
Aí você me pergunta, mas André, dá para partir o motor no inversor sem precisar ter todo esse trabalho de preencher informações no inversor. Sim pessoal, dá porém a gente tá falando de boas práticas né, e na nossa opinião carregar os dados do motor no inversor, como por exemplo: potência, tensão, rotação, rendimento e o que mais você julgar necessário, garante que o inversor enxergue realmente qual o motor ele está acionando, e vamos concordar em uma coisa, se tem essa função no equipamento, porque não usá-la, né não?
E a QUINTA BOA PRÁTICA é “Saber quais tipos de cabos usar”.
Não é recomendado usar cabos unipolares, na instalação de inversores. Os cabos unipolares apresentam variação de distribuição ao longo da linha elétrica, o que acaba gerando problemas de acoplamentos, tensões induzidas e elevados campos no interior do cabo, o certo mesmo é usar cabos multipolares.

Você pode dar preferência também aos cabos blindados: A instalação de cabo blindado garante que os ruídos gerados pelo inversor CA fiquem confinados no interior do cabo, isto é uma boa prática de instalação em qualquer local, e obrigatório nas instalações onde a automação está presente, neste caso os equipamentos eletrônicos são mais sensíveis à interferência eletromagnética.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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